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[Contra-Capa]

OPINIÃO

Algo mutável, a visão ou crença, conjectura, suposição.
(Por: Joseh Pereira – 07/04/2012)

Lá nos idos da década de 1980, lembro-me de um aluno ter me perguntado qual o sentido da palavra “opinião”. Até hoje eu não havia escrito uma linha sobre isto, mas não esqueci qual foi a minha resposta no quadro-negro, ajudada por um giz. Eu fazia parte de uma equipe de professores na preparação de grupos para as Forças Armadas, onde os selecionados exercem profissões e fazem outros cursos, sejam para trabalhar na terra, mar ou ar. Eu lecionava Língua Portuguesa, uma das matérias do Curso. Estava casado há pouco tempo e estudava na Cásper Líbero. Na ocasião, eu tive de ser breve, respondendo que “opinião é como eu vejo um dado das circunstâncias, é o reflexo do ponto de vista ou o ângulo de visão do observador e, porque pouco profundo, pontual ou raso, pode mudar ao sabor dos ventos ou da posição – nem sempre privilegiada – de quem observa”.
Não me lembro se afirmei, naqueles dias, que uma opinião pode passar por momentos evolutivos ou dinâmicos e, ao fim de um processo, ganhar a consistência e a consolidação do conhecimento, que é um grau superior da visão humana, mais clara, madura e segura. Naturalmente, quando isto acontece, com método, disciplina e esforços, atingimos o Conhecimento, algo muito gostoso que pode começar a doer, também, porque queremos dividir a jóia conquistada e começamos a sentir o tamanho do deserto em que nos achamos. Seja a partir da nossa sala ou do teclado em que digitamos, o terreno é muito árido, estéril e alguns espinhos que conseguem crescer. Mas, como cristão desde os meus avós, aprendi a caridade do perdão e da esperança de poder me surpreender mais tarde com alguma substância ou conteúdo, capaz de abalar algumas estruturas mais teimosas que podemos encontrar no cotidiano.
Conheço, aliás, duas pessoas exemplares que, infelizmente, gostam de banalizar meus conhecimentos reduzindo-os a difusas ou esparsas opiniões, dizem que eu tenho as minhas, elas as delas, que elas respeitam as minhas, quer dizer, não querem mudá-las (não sei se não querem mesmo), mas eu devo respeitar as delas, ou seja, não tentar mudá-las, abortando já na chegada um debate que poderia avançar. São pessoas normais como muitas a buscar chão firme para pisar, porém, em temas essenciais, dizem estar em estágio semelhante, pensam-se com uma ligeira vantagem, mais iluminados (padrão de muitos jovens), tendo alcançado antes de todos nós outros uma melhor posição para a leitura da vida, podendo falar por último. Estes não parecem brasileiros da gema, pois, descendentes de brasileiros, incrivelmente, xingam o Brasil ao invés de procurar entender para poder ajudar o máximo possível a Terra Adorada (entre outras mil) em que nasceram e que foi, esta Terra, naturalmente, regada pelo suor e algum sangue mesmo caídos dos seus próprios pais e avós; são, ainda, estes jovens, católicos batizados e de tanto ouvir fontes que dizem o que eles querem ouvir, reforçando convicções, pensam ter encontrado o top de linha de uma outra doutrina religiosa (que não nos é estranha) e atacam sem um suficiente respeito ao passado de colaboração uma organização, HUMANA e TERRENA, a Igreja Católica, os papas, a Santa Sé, o berço cultural da Cristandade com seus enormes valores, comportamentais e filosóficos, sobretudo, ao Ocidente. Jovens maravilhosos esses que, apegados a horizontes seus, além de opiniáticos, portam-se como apóstatas. Mas, entre nós, apesar disto, reina o amor!


PS – Começo com um episódio em que um aluno me pedia o sentido da palavra “opinião”. No texto eu mostro que a opinião, um dado atual muito flexível da imaginação, pode ser reformada “n” vezes, até se tornar bem resistente, podendo ganhar status de Conhecimento, quando será mais difícil mudar. A primeira terá sempre foro pessoal ou grupal e o segundo, mais geral ou universal. Um é o ouro, outro, a prata!

. Ver em: [ RECEPÇÃO ] – Todos os Títulos Já Publicados.
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