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[Contra-Capa]

APÓSTATAS

Quando sujeitos mudam e desdenham o que defendiam.
(Por: Joseh Pereira – 30/06/2012)

Coisa bem antiga e, ao mesmo tempo, atual, como se pode notar, a Apostasia é palavra que vem do grego, trazendo, segundo o contexto, a idéia de, deliberadamente:
a) Abjurar, mudar de religião;
b) Abandonar um partido, opinião ou convicção;
c) Afastar ou afastar-se de, separar, cair fora.
Todas estas idéias que a palavra transmite são, entre si, correlatas ou complementares.
No passado como no presente, há muitos apóstatas. Na Bíblia, há registros em três pontos que falam de manifestações de apostasia, algumas, quando muito generalizadas, são tratadas como sinais precursores da última e definitiva vinda de Cristo à terra, momento em que, como afirmam, muito poucos serão os eleitos.
No sentido de afastamento definitivo e deliberado de alguma coisa, renúncia de sua anterior fé ou doutrinação, a apostasia pode se manifestar abertamente ou de modo oculto, latente. Não sendo um apóstolo, que une e propaga a causa que abraça, fazendo o contrário disto, é ser um apóstata. Um apóstata, afastado do grupo religioso no qual era membro, pode ser vítima de preconceito, intolerância, difamação e calúnia por parte dos demais membros ativos. Um caso extremo, na História, é a aplicação da pena de morte para apóstatas, como acontece ainda hoje na religião islâmica, em países muçulmanos como na Arábia Saudita, Irã etc. A apostasia, bastante aparentada à heresia (negação de qualquer verdade fundada na fé cristã) e ao cisma (recusa à autoridade da Santa Sé) é, pois, a deserção ou abandono da religião.
Aquele afastamento geral da verdade cristã, que ocorreu lá atrás, após a morte dos Apóstolos de Cristo, é conhecido como Apostasia, quer dizer, colocar de lado, à margem ou em segundo plano algo que, antes, fazia parte integrante do caminho da Igreja. No mundo todo na atualidade, qualquer vertente cristã está em risco, não apenas a Igreja Católica Apostólica Romana, com seus graves efeitos adversos, representados pelo lado negativo do seu ecumenismo nem sempre bem interpretado; a ausência de maior rigor do seguidor; a paganização da religião, orientada de baixo para cima, meio promíscua e sem maior profundidade; uma excessiva secularização dos seus pastores; uma Igreja demasiadamente convertida ao mundo ou modismos, ou seja, inferiorizada, ideologizada ao extremo e materializada, abrindo desta forma as suas portas a agentes com ideais que nada têm a ver com a verdadeira essência ou conteúdo cristão, semeado, arraigado e desenvolvido há milênios por toda a nossa civilização ocidental. Aliás, estas falhas atribuídas à Igreja Católica, a grande organização cristã no mundo, não abrangem a todos os seus membros, embora, convenhamos, estejam essas falhas muito visíveis.
Para concluir estas linhas, com chaves de ouro (eu creio), podemos declamar estes versos do meu Soneto XXV, eram 2009:
– Amálgamas certos, ligas que duram,
Colam famílias, a igreja, o partido.
Mas assaltam, germes noturnos, furam
E vazam a seiva que traz sentido.


PS – Há alguma teorização sobre o assunto. Mas a melhor forma de entender quem é Apóstata é saber o contrário, o Apóstolo, que é “aquele que une e propaga a causa que abraça”. Se o sujeito faz o oposto do que faz o Apóstolo, desviando-se da corrente à qual até então era seu integrante, eis aí o Apóstata! Trata-se de fenômeno típico das esferas religiosas, ideológicas, políticas e doutrinárias em geral.

. Ver em: [ RECEPÇÃO ] – Todos os Títulos Já Publicados.
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