Guia do Blog

> Recepção (Mapa)
> Histórico (Sobre Nós)
> Fragmentos
> Sinopse do Conto
> Temas (em Versos)
> OFICINA MENTAL
> Variedades
> Da Redação
> VITRINA (Janela do Leitor)

"Sabe o Blog que corpos humanos, templos do Espírito!"
comum. Calcular PageRank com.br
Leitores Qualificados:
Ano 18 - MdM: 3.75







Intensas lidas. /
Letras recendem, /
Luzes acendem, /
Eis que desprendem /
Sombras temidas!



Doar Sangue, Um Gesto Simples e Gesto Nobre
Gotas de Vida!

Voto Distrital
Voto Distrital

"Como honrar à altura
o Corpo Humano:
associando-o a Deus
e à Natureza!"

(Jhosa)

[Contra-Capa]

ESTADOS DE APATIA

Fanatismos ameaçam, entretanto, vítimas potenciais dormem!
(Por: Joseh Pereira – 01/07/2015)

Nós temos, aí, como simples contraponto a cabeça que dorme ao lado (escultura do artista plástico australiano), ela dorme um sono regenerador, necessário e salutar, bem diferente de muitas outras cabeças de pessoas que insistem em dormir erectas e de olhos abertos, como se estivessem acordadas, despertas e prontas para tudo. São os tipos indiferentes, frios e apáticos a seu meio social ou político, ofereça-lhes ou não algum risco evidente. E um dos riscos enormes dos nossos dias vem do fanatismo militante, seja de natureza religiosa ou política. Sabemos bem que todo fanático é um apaixonado, o que o torna um sujeito de certo modo perigoso e desaconselhável, ele deixa de ser lógico e racional, perdendo seu senso de civilidade e respeito ao próximo, passando a agir por impulsos seus ou do grupo, usados para justificar todos os atos e atitudes que vier a praticar, sempre em nome de uma causa específica, pessoal ou grupal e, em geral, mal fundamentada. Numerosos os riscos que sofre cada um de nós frente a diferentes formas de fanatismos que, aos poucos, surgem e se impõem em nossa história, manifestando seu interesse discreto ou não de dominação. Há fanatismos os mais diversos, sejam na forma de movimentos políticos ou religiosos, verdadeiros ou rotulados, cujas bandeiras costumam ter vínculos sociais e econômicos, nunca deixando de ser culturais por interferirem nas mentes e condutas humanas. O mundo já conheceu grandes movimentos de fanáticos, como foram (e/ou são) o nazismo, o fascismo e o comunismo, este último, com o fim da Guerra Fria, marcado pela queda do Muro de Berlim, é elevado do túmulo por um novo método de militância, mais discreto e sutil (mais enganoso, portanto) e, hoje, prossegue mais forte do que nunca, mascarado sob inúmeros ramos de ativismos sociais, como na segurança pública, educação, ecologia etc., os quais, por seus engenhosos disfarces, parecem pacíficos na forma e abordagem, porém, são violentos ou cruéis no seu conteúdo, bastando-lhe uma rigorosa observação. Neste texto, nós desejamos enfatizar alguns dos mais perigosos fanatismos dos nossos dias, os quais, vivem se alimentando dos mais diferentes estados de apatia e equívocos de indivíduos, sociedades e nações. Vamos pensar um pouco. Quais, a seu ver, os mais importantes fanatismos ou movimentos de fanáticos, muito evidentes nos meios sociais? Quais, ainda, seus vínculos políticos que os unem, tornando-os idênticos entre si, simplesmente, congêneres?!
Mais uma vez, aqui, algo útil e bom, somente porque associado a aplicação inadequada e abusiva, sem o devido equilíbrio, já muda a sua face. Aliás, em muitos casos é assim, o mal está no modo de usar, como ocorre com um remédio capaz de matar. Notem que todo substantivo com o sufixo “ismo” já nos chama a atenção para a ideia de excesso que transmite, dividindo-se com a “ideia de sistema, conformação ou imitação”. Daí, podermos ser mais simpáticos à palavra cristandade (um atributo qualificativo) que à palavra cristianismo, vinculada ao modo pelo qual se realiza uma ação. Sendo o tema da Crônica e o foco principal do Editor as intensas ondas de fanatismo do mundo atual, representadas por crenças estranhas e militâncias violentas, que se alimentam de inúmeros equívocos e da sonolência ou indiferença da sociedade, vale nos reportar rapidamente à origem da palavra em questão. Vejam que ser fã (por extenso, fanático) quer dizer admirar muito a alguém ou alguma coisa, dando origem à palavra fanatismo. Logo, qual o problema de se admirar algo ou alguém, pelo que faz ou é, fazer parte de um fan-clube, torcer para um time de futebol ou coisa parecida? Admirar, quando alguém tem méritos suficientes, é um componente de grande importância entre nós nas nossas relações humanas. No entanto, se não controlarmos esta admiração, podemos facilmente cair na idolatria, uma forma de fanatismo. E é fácil entender, quando nós endeusamos algo ou alguém, prontamente, automatizamo-nos na relação que temos com o objeto idolatrado e isto, fatalmente, vai congelar ou anular, parcial ou totalmente, o nosso poder de crítica, que poderia servir para melhorar a quem tanto admiramos. Ao idólatra (um fanático, também) não lhe parece paradoxal a sua atitude?! Pensando bem, nós devemos admirar (quando for o caso), nunca, idolatrar! Mas, quem determinará a dose, após o diagnóstico?!
Quando eliminamos os ruídos da análise, nós podemos enxergar nitidamente, em pleno Pós-Guerra Fria, um mundo igualmente dividido (ainda que confuso) em dois blocos doutrinários, um a defender abertamente o livre mercado da velha e excelente base capitalista, contra o outro, ainda comunista, não mais de forma declarada e orgulhosa como faziam, mas sob vários disfarces dos mais diferentes ativismos, escolas e tendências, todos estes, de uma forma ou de outra, contribuindo como sempre fez o comunismo soviético, no discreto sentido de distorcer nossas lógicas e tradições, desinformar, para depois, aos poucos, substituir um a um cada matiz formador do nosso senso comum, que ainda mantém relativamente unida a sociedade, nos seus ideais em geral, sonhos e aspirações. Sei que pode parecer exagerada a nossa enumeração de movimentos e atitudes coletivas, militâncias e crenças que, por mais que aparentem finalidades específicas, na realidade, buscam objetivos comuns muito parecidos entre si, que nos conduziriam (se fosse o caso) a um estado primitivo, amorfo e inominável, pelo qual, a humanidade já passou, quando infinitamente menos numerosa. Alertamos, porém, que este Editor abraça apertado a Ecologia e se recusa a falar com ambientalistas, que se dizem defensores da Natureza, mas lhes falta o “Eco” (equilíbrio) ao condenar o homem que produz, como no agronegócio, um símbolo do capital; clamam aos quatro ventos a mais escandalosa mentira do nosso século, sobre o aquecimento global de efeitos catastróficos no futuro, tudo atribuído ao progresso do homem moderno, com suas atitudes de consumo, seus carros poluentes e suas indústrias na cidade e no campo, quando na verdade, está comprovado que 98% das causas de oscilações térmicas (mais frio, mais calor), são resultados diretos das forças ou movimentos naturais da Terra, mais a influência de outros astros do Sistema Solar, sendo despropositais e absurdos os gastos inúteis realizados por governos e iniciativa privada para combatê-lo; por último, uma das ameaças mais recentes, representadas pelo terrorismo islâmico, muito noticiado e temido no mundo, denominado Estado Islâmico, uma das piores misturas entre o que é de Deus e o que é de César, que se sabe impossível. E já estamos chegando ao fim da Crônica, cabendo ainda apontar a grande semelhança do extremismo islâmico com outros fanatismos políticos da nossa História. Notem que assim como no Islamismo tende-se a combater e eliminar os “infiéis”, também no Nazismo se desejava depurar uma raça humana, a dos seus líderes, pela eliminação sofrida e cruel de todas as outras raças ou etnias. E o Comunismo, da mesma forma, com sua impossibilidade de conviver com dissidentes, eliminando-os de forma imediata ou lentamente do seu meio. Daí, na fase inicial e intermediária da tomada do poder absoluto poderem por algum tempo serem aceitos como aliados entre si, sendo este o maior risco, quando amigos e inimigos não se reconhecem! Vejam, ainda, como a convocação aos apáticos que dormem para que acordem da sua letargia enquanto é tempo é recorrente neste Blog, pois, achamos meridianamente clara a existência de um sono, bom e útil e outros sonos, ruins e nocivos. Enfim, levantem a cabeça e olhem para o mundo, raciocinem mais, apaixonem menos, trabalhem com equações. Freud explica, mas a Matemática justifica! E viva a luz, para apagar muitas sombras! Ou Você prefere as sombras ao Sol, mesmo fraquinho, do rigoroso Inverno?!

PS – Um e o outro, somos os construtores do futuro, logo ali, amanhã! No presente, utilizamos a ferramenta de trabalho, que o nosso passado cuidou de esculpir. Mas há a ânsia delirante, absurda, em demolir a reputação ou autoridade do passado, representada por normas e regras consagradas, constituindo o senso comum das gramáticas e manuais, nas mentes e nas consciências. Múltiplas as correntes, diferentes apenas na forma, desejam arruinar o mundo livre e reordená-lo a seu modo, banindo parceiros de caminhada, quando retirado o último tijolo desta Civilização, já muito doente! Quando, a todos nós, a ficha vai cair?!

. Ver em: [ RECEPÇÃO ] – Todos os Títulos Já Publicados.
Apresentação do Blog como produto, no Post: [Turismo Interno] – Sinta-se em casa!

Leave a Reply

  

  

  

You can use these HTML tags

<a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>