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[Contra-Capa]

ESTRADA MECÂNICA

Do Oiapoque (gostou) ao Chuí, que meta esplêndida, eu vou alcançar!
(Por: Joseh Pereira – 01/10/2015)

Perdoem-me o merchandising, mas a saúde agradece! Já há mais de três anos, como típico peregrino, estacionando e descansando em algumas paragens (porque ninguém é de ferro), eu, com frequência, a uma velocidade de 8 Km/h e seis quilômetros por dia, vou “caminhando” a pé do extremo sul (Arroio Chuí) do País ao extremo norte (não mais Oiapoque, no Amapá, mas Monte Caburaí, em Roraima, 84,5 Km a mais), como se vê, a bordo da minha nova paixão ou escolha consciente, que resolvi batizar de Estrada Mecânica (foto ao lado). Quando comecei a exercitar no aparelho, eu usava somente o sinalizador de tempo do monitor eletrônico, meia hora ou uma hora, cada vez. Depois, eu criei um formulário e, ao fim de cada sessão, lançava os números em um relatório, estimulando-me a superar minhas próprias marcas. Aos poucos, foi-me chamando à atenção um número, sempre inteiro e crescente, desde que eu não removesse nenhuma das pilhas, que o mantinham em memória no chip, localizado na placa do monitor. Aí, reli o manual e logo constatei tratar-se da quilometragem total, como aquela assinalada pelo hodômetro de um carro, igualmente crescente, mesmo quando se realiza a troca da bateria do veículo. Esta comparação, porém, não tem nada de criativa, havendo uma outra bem mais estimulante. Ou seja, a cada exercício que faço, vou me sentindo como quem, na verdade, está cumprindo um novo trajeto de uma estrada, indo do Km 15 ao Km 18, mais tarde, do 18 ao 21 e, assim, sucessivamente. Ao trocar o tempo pela extensão percorrida, a qualidade da meta atlética melhora muito, assim, nós podemos acelerar mais, queimar as mesmas 50 calorias por quilômetro atingido e terminar o exercício mais cedo, ganhando tempo para outras coisas, além da sensação gostosa de estarmos caminhando por uma longa estrada de verdade, com sua paisagem agradável de montanhas, rios e florestas, mais as pessoas às margens a nos observar, encantadas. Saibam que antes de começar este tipo de atividade física, meu peso não baixava dos seus 65/66 quilos, com um viés perigoso de subida para novas cifras e, hoje, eu como e bebo normalmente, mantendo-me sempre abaixo dos 62 quilos, às vezes, beirando os 60, massa normal para a minha estatura. O nosso corpo responde sempre muito bem, quando realizamos regularmente uma atividade física. Vale a pena qualquer esforço! Vamos, então, pegar a estrada, que nos leva à saúde?!
Nós, ao começar o novo tópico do texto, pedimos licença para o incremento de um soneto caseiro, elaborado como um relâmpago, mas bastante agradável de se ver e ler, chama-se: “PRAZER A CAMINHAR”. Atentem bem a seus versos (cada estrofe é separada com duas barras): “Dinâmico o tema, muito a dizer. / Caminhar nos inspira, faz pensar! / Quanta vontade de filosofar, / Nos calmos passos, saúde e lazer! // Purifica a mente a cada sessão, / No livre mover e bem modulado. / Grande prazer, há de ser calculado, / Pois, ao somar multiplica a aptidão! // Obesos perdoem o peso do verbo! / Mas, com sedentários, aí exacerbo; / Ajudem-se já, depressa, correndo! // Gratos tornarão seu físico e a mente. / Próxima sessão, já a lanço pendente, / Assim, passo a passo, sempre movendo!”. Após esta exortação em versos da atividade física, muito pertinente e oportuna, nós queremos dizer que, das vantagens de se praticar exercícios físicos, estas já são amplamente divulgadas aos quatro ventos, em prosa e versos, ao vivo e em cores. Neste caso, para valorizar o tema escolhido da Crônica, abordaremos ainda alguns aspectos essenciais do sedentarismo e da obesidade, males estes que, em definitivo, não convivem com nenhuma modalidade esportiva, como a que o Editor vem regularmente praticando, no aconchego do seu lar. A obesidade é um mal pouco controlável, por ser hereditária ou baseada em fator genético, restando, porém, à pessoa uma boa dose de vontade própria e disciplina alimentar, às vezes, com a ajuda de um bom especialista. Com certeza, este assunto encheria um livro e, ainda, ficariam coisas do lado de fora. Já o sedentarismo consiste exclusivamente em hábitos inteiramente controláveis, que acomete pessoas geralmente acomodadas e preguiçosas, viciadas no conforto excessivo e ruinoso ao seu organismo, o qual pode vir a sofrer, além de outras doenças ou deficiências gerais, a própria obesidade, também, como consequência inegável do mau hábito sedentário, um jeito meio suicida de viver! Eu gostaria muito de não encontrar nenhum sedentário em lugar algum, assim, todos gozaríamos de mais saúde física e mental. Que bom se assim fosse, o que, aliás, está longe de ser!
Voltando, ainda, ao meu esporte predileto, uma forma de pedestreanismo estacionário, como podem ver, porque praticado dentro do ambiente de um Home-Office que temos, penso ser relevante dizer que, quando adquiri o aparelho da ilustração acima, eu tive de recorrer ao mercado alternativo, comprando on-line de uma empresa caipira, no bom sentido. Não havia como hoje até kits de academia para modalidades diferentes de exercícios em casa, à venda nas lojas, física e virtual. Eu louvo o fato do meu equipamento de ginástica há muito tempo não apresentar qualquer defeito, é silencioso e todas as suas funções permanecem normais. Não obstante, peças foram substituídas, até mesmo o monitor por inteiro, vinham pelo Sedex às expensas do fabricante. Os braços do aparelho fui eu quem estabilizou, deixando na mais absoluta firmeza, pois, o atleta precisa sentir somente o movimento desejado. Para caminhar, devemos usar roupas leves de tecido ou, se preferir, apenas a singela pele natural, por que não, considerada bem aceita e regular em recinto privado, para manter todos os membros superiores e inferiores livres como pássaros para agitar-se à vontade, como previa uma velha e sugestiva campanha de educação física, ainda válida. Diante do atleta em exercício, faz bastante diferença manter um espelho para refletir o movimento do nosso corpo, dando a sensação de uma outra presença que, ao mesmo tempo, distrai, anima e estimula. Se tiver um vídeo meio longo para rodar, uma música para ouvir, este é um bom momento! No meu aparelho de ginástica, em cada sessão que se abre, o monitor trabalha com os seguintes indicadores: Tempo, em minutos e segundos do percurso; Velocidade Horária, em quilômetros e décimos de quilômetro, que pode ser lenta, moderada ou acelerada; Distância Percorrida, em quilômetros e frações; parte mais importante, a Baixa das Calorias, em inteiros e frações; por último, o Acumulador de cada quilômetro cheio, considerado o marco quilométrico da já decantada Estrada Mecânica, ou seja, de onde saímos ou paramos a cada sessão atlética. Se o Editor do Blog não tivesse mexido nunca nas pilhas do monitor, esta função já apontaria, no dia de ontem (30/09), a marca nada desprezível do “Km 915″ desta Estrada! Vejam, que caminhada fabulosa em tão pouco tempo, numa velocidade moderada de 7 Km/h ou mais acelerada de 8 Km/h em cada um dos percursos! Na alta velocidade, dá para atingir até 9 Km/h, no máximo. E daí, ao final desta Crônica, despertou-se o suficiente com o que nós informamos? Sente-se mais convencido de que, realmente, vale a pena “brincar” desta forma? Qual, a seu ver, a verdadeira dimensão e importância da atividade física na sua saúde e equilíbrio geral? Já parou para pensar?!


PS – Por favor, eu peço. Não vá de avião em apertadas poltronas e cabina pressurizada até Roraima para me esperar! Tudo bem, pela festa em minha homenagem na chegada ao Extremo Norte do país (nada obstando, por volta de outubro de 2017), após caminhar por via terrestre virtuais 4.394,7 Km, a distância exata entre estes Extremos, mas a mensagem não é esta, a do oba-oba ao Editor do Blog! Nós queremos, ao contrário, enfatizar o combate ao sedentarismo e, por consequência, a obesidade, com ou sem o auxílio de um profissional da área. Pesquise mais, anime-se, a hora é agora! Já decidiu?!

. Ver em: [ RECEPÇÃO ] – Todos os Títulos Já Publicados.
Apresentação do Blog como produto, no Post: [Turismo Interno] – Sinta-se em casa!

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