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Doar Sangue, Um Gesto Simples e Gesto Nobre
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"Como honrar à altura
o Corpo Humano:
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(Jhosa)

[Contra-Capa]

MEIO DE VIDA

Mentir, enganar e trapacear são mais que métodos, um ofício?
(Por: Joseh Pereira – 01/12/2015)

Uma pessoa munida de princípios sólidos, excelente caráter e incorrigível conduta ética e moral, ao desejar obter um fruto rigorosamente seu, refiro-me a qualquer resultado pretendido, pensa antes em selecionar bem o grão, preparar adequadamente o terreno, semear, regar e nutrir de forma carinhosa e dedicada, até que lhe venha o correspondente retorno, de modo o mais natural possível, como faz o responsável cidadão ao lado (foto de um transplante), na linda metáfora agrícola (prestem atenção) a abarcar todos os casos nos quais nós nos empenhamos em construir alguma coisa, considerada útil e necessária. No entanto, a ressalva do observador logo vem, ao depararmos com cenários bem diferentes do recomendável, em que invadem parasitas de toda ordem, muitos destes incapazes de produzir o mínimo de que precisam, enquanto não lhes falta a disposição para agredir, roubar e/ou destruir bens alheios, espirituais e temporais, que não lhes pertencem, sob todos os pontos de vista ou do senso comum em vigor, que insistem em transformar para atendê-los. Neste final de ano, tal qual um balanço de uma fase particularmente crítica, sobretudo no Brasil e nesta América Latina, achei por bem dividir com Você dois bons (ótimos, nem os meus) artigos de autores muito conhecidos, que tratam de forma extremamente pertinente o que se passa entre nós, em termos éticos e morais, aliás, a contaminar todos os setores como virus insaciável. Um dos citados é mais jornalista que cronista e se chama José Nêumane [Ver: Falsidade, Como Meio de Vida], o outro, Arnaldo Jabor [Ver: Quando Nos Falta Até a Palavra]. Este, ao contrário do seu colega das letras, faz das suas veias de experiente cronista a sua principal arma da comunicação. Inspirei-me em seu texto por referir às coisas que nos emudecem pelo seu surrealismo que ultrapassa sintaxes e dicionários. Assim, ficamos sem saber por onde começar e conduzir nossos olhos, com organicidade, mantendo uma unidade compreensível, com começo, meio e fim. Uma dura realidade de quem escreve ou do cidadão em geral em busca do discernimento. Já Nêumane, em seu interessante texto, aborda Dilma Rousseff do universo petista, com toda uma sequência de vida fundamentada na falsidade, quando uma irregularidade lhe é imputada a culpa não é sua nem do seu governo, mentindo de forma descarada e sem-vergonha, prestando um imenso desserviço à moral e aos bons costumes. Porém, sabe-se que, desde a extinta União Soviética, comunistas mentem como método e, como seus discípulos, o petismo e seus congêneres não fogem à regra, mentem como meio de vida e do poder, nada mais interessando, somente o que lhes convém, ideologicamente! Que coisa triste de ver! Sabiam que, nesse mundo, valores são coisas de idiotas?!
Passemos, já, para algo importante, que é fato e é bíblico. Ou seja, das tábuas da lei vem um antigo e, por sinal, desgastado oitavo mandamento, “Não levantarás falso testemunho” (quer dizer, não faltarás à verdade), quase tão antigo quanto Adão e Eva, no começo da História Humana, quando, como diz a narrativa bíblica, teriam inaugurado a mentira, seja a de forma caridosa, seja a de forma lesiva. Sim, é verdade, existem mentiras não lesivas ou benignas, que deveriam ser chamadas de atitudes práticas entre amigos. Além dos enganos ou falsos enganos, muitas vezes pagos, dos mágicos e humoristas, há aquelas respostas nossas, diárias, segundo as quais, mesmo cheios de problemas de diversas ordens e não resolvidos, nós respondemos que “está tudo bem, obrigado!”. Esta atitude, eu diria que se equipara a um “Alô!”, apenas testa a qualidade dos nossos canais, nada informa, além de dizer que estamos disponíveis, assim, cumprindo e muito bem a função fática da linguagem. Certa vez, outrossim, eu me encarreguei de levar a notícia da morte de uma pessoa a seus pais, quando me perguntaram como ela se encontrava no leito de um hospital, parei um pouco, pensei e respondi: “Ele viajou”, o que é um eufemismo, uma forma também de inverdade ou, mais adequadamente, uma mentira benigna, como muitas outras do gênero. Quanto à verdade ou o contrário, filósofos e historiadores discutem muito, buscando um enquadramento (o melhor possível) de cada situação, seja a falsa ou a verdadeira, sendo sempre muito difícil um discernimento claro e cristalino, com a eliminação total das áreas de intersecção, as chamadas áreas cinzas entre os limites mais distintos, além de outro complicador, o relativismo de cada intérprete. Uma coisa, por sinal, já conhecida por muitos, que vem à tona dos estudos pesquisados, diz respeito ao fato de que toda doutrina totalitária, por si só, já é a negação da verdade como objeto de estudo ou análise, sendo nos seus meios substituída a dicotomia “verdade e mentira” pelo politicamente conveniente ou inconveniente, estando implícito o golpe contra inocentes úteis em cada atitude “politicamente conveniente” para eles, os totalitários, cruéis inimigos da civilização cristã, da liberdade de expressão e da iniciativa privada! Eis o ponto que não devemos perder de vista, se desejarmos nos portar como liberais-democratas, defensores do estado de direito e da livre iniciativa! O nosso bom senso de homem livre e responsável justificaria outra pretensão, que não fosse a única e essencialmente democrática?!
Ao encerrar a presente Crônica, um tanto quanto dolorida pela observação que faz, ainda desejamos apontar alguns casos de pessoas dos nossos relacionamentos diários, profissionais, amistosos e familiares em que, um ou outro, até sem querer e sem perceber, devido ao estouro da boiada, quase sem outro jeito de se defender, quando se dá conta (se isto lhe ocorre), já se tornou mais um “inocente útil” a serviço de um mundo desprezível, que não preza a verdade das relações racionais, consequentemente, sem princípios, sem moral e sem caráter, um mundo do acaso, sem regras e sem ordem, a caminho da total desorganização e do caos. Na verdade, eu fico particularmente indignado (parece pouca coisa, porém, não é) com certos textos de pessoas, umas porque descuidadas ou acomodadas, a gente sabe, outras porque dotadas de um espírito impróprio que alimenta sua ideologia certamente totalitária, textos estes em áreas públicas pela Internet ou não, os quais, sob o pretexto dos espaços e tempos exíguos, abusam das abreviaturas ou, em outras ocasiões, por uma espécie porca de intimismo, sintaticamente falando, misturam pessoas gramaticais na mesma frase, como em: “Eu te digo, você vai gostar!”, com a 2a. e 3a. pessoas opondo-se entre si, um absurdo. Para quem percebe, uma coisa muito feia! Além de outras barbaridades gramaticais contra as regras de sintaxe, pontuação, morfologia etc., alegando, como já me disseram à queima roupa um dia: “Não, agora é assim mesmo, de qualquer jeito serve”. Assim, continuam essas pessoas (por descuido ou má vontade) contribuindo para a balbúrdia geral no mundo em que vive e, por outro lado, perdendo uma oportunidade de ouro de ser um agente elegante e independente na formação ou correção de muitas personalidades, almas e espíritos, lançando cada um a sua sementinha no quintal humano! E sendo, na forma que pudermos, um exemplo sempre edificante, verdadeiro e honesto em tudo que nos competir na vida. Não, quem o conhece sabe, o Editor do Blog não é nem pretende ser corretinho a toda hora, mas uma coisa é inegável, ele procura sempre minimizar as falhas, seja onde e com quem for, das coisas mais simples às mais complexas, isto também é verdade! Não acredita?!


PS – Eis, pois, mais um fim de ano que se nos avizinha, para mim o de número 74, a carregar muita história, bagagem e memórias, nem sempre de fácil transmissão para que tenham efetiva valia. Porém, sabendo-se que é principalmente pelo exemplo que se moldam os espíritos, há o consolo de que, mesmo de forma não calculada ou imperceptível, estejamos fazendo a diferença como um ingrediente da massa. Nós nunca somos os mesmos a cada ano que passa e podemos melhorar a cada instante, alguns ou muitos, aliás, pioram e nem ligam. Em 2016, que valor ainda faltante vamos agregar?! Em que irei me corrigir?!

. Ver em: [ RECEPÇÃO ] – Todos os Títulos Já Publicados.
Apresentação do Blog como produto, no Post: [Turismo Interno] – Sinta-se em casa!

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