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"Como honrar à altura
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(Jhosa)

[Contra-Capa]

BRASAS NOS SEIOS

Além do calor do Sol, dos seios da terra jorram rochas, fogo e faíscas!
(Por: Joseh Pereira – 01/03/2016)

Não existissem energias fisico-químicas como fontes de iluminação e do aquecimento, reinaria por toda a parte a ausência de luz e do calor, havendo somente a fria escuridão. Aliás, se assim fosse, seria muito sem graça e, sem qualquer outro tom ou sensação para contrastar, a escuridão e o frio também seriam irrelevantes porque a sós. Felizmente, o Universo vive e, como todo organismo vivo, realiza trocas constantes entre si, concedendo certa autonomia e funções específicas a cada um dos seus membros, na grande cadeia de astros e estrelas em quantidade simplesmente inimaginável. Energias como as da luz e do calor transitam naturalmente nos espaços, sendo mais intenso o tráfego de energias entre astros e demais corpos celestes, cujas características e proximidades compartilham melhor com determinadas e necessárias condições do seu meio. As estrelas, ainda que recebam, transmitem mais energias, influenciam, formam famílias, como faz o Sol, constituindo um sistema. A Terra é um dos planetas do Sistema Solar, sendo dia e noite altamente influenciada pelo Sol e demais astros a que estamos intimamente ligados. Agora, após rápidas pinceladas astronômicas, já com os pés na Terra, onde estamos domiciliados, falarei um pouco do nosso planeta, por dentro e por fora, procurando lançar luz sobre uma importante arte de enganar, muito em voga nos meios de comunicação que, para nossa infelicidade, filtram mal as matérias e tendências. Refiro-me à conhecida e falaciosa pregação doutrinária frente à crença de um progressivo e ameaçador aquecimento global, tudo por causa e riscos, segundo os aquecimentistas, do homem moderno ao utilizar certos recursos nocivos para viver, que abafariam o meio ambiente nas camadas baixas da atmosfera, acumulando o calor, mas nada se diz com a necessária ênfase dos diferentes fatores naturais humanamente incontroláveis, quase 100% mais potentes que todos os primeiros fatores, os quais, nunca deixaram nem deixarão de causar as normais e regulares alterações climáticas e oscilações térmicas, locais e gerais, cientificamente documentadas em toda a história do planeta Terra, façam o que quiser homens e nações no sentido de controlar, seja o eventual aumento ou a redução dos níveis médios de temperatura no mundo. Sim, porque no ano em que eu subia com minha noiva as escadarias da Sé (SP) para unir honrosamente meus trapinhos ou, mais precisamente, em 03/06/1974 [Terra Caminha p/ Nova Era Glacial], vejam qual era a matéria de capa do maior jornal da maior cidade da América do Sul, dando voz a um terrível processo de esfriamento global que, para a desdita daqueles profetas de então, não prosperou. As bases de cálculo eram falsas, não se falando mais nisso, assim, não merecendo crédito algum os profetas do “aquecimento global antropogênico” (AGA), visando a nos convencer agora exatamente do oposto àquela informação, igualmente, furada! A temperatura e, em consequência, o clima em geral sempre abrigou mudanças, em função dos movimentos cíclicos solares e da panela ardente sob os nossos pés, com seus milhares de graus a derreter rochas no interior do globo, que saem pelas brechas e se espalham pelo meio externo, aquecendo tudo! Alguns destes profetas de meia tigela se habilitam a enfrentar este poder natural gigantesco?! Nem tocam em seu nome, pois, fogem à verdade! Neste caso, o que fazer?!
Água mole em pedra dura. Não é fácil projetar e conectar nossa mente, ao emitir um juízo de valor ou uma declaração sobre o que for e vê-la sincronizada de modo a modificar o nosso interlocutor, acontecendo aí um ato de comunicação, nitidamente superior à mera informação. Somos como átomos vibrando dentro de órbitas em universos necessariamente diferentes, gerando nossas formas próprias de pensar e agir perante a vida a cada momento. E temos de reconhecer ser bom este estado de coisas, pois, os iguais se somam, os diferentes, multiplicam. Diz, ainda, o filósofo: “O homem é produto do meio, ele é o que é mais as suas circunstâncias”. Daí, para sermos pedagógicos, necessário se faz sermos também didáticos, esclarecedores. Isto posto, vamos aquecer ou esfriar o mundo, sem esquentar a cabeça. Eu penso ser diferente aprender consultando fontes (1) ou fazê-lo unindo-o a testemunhos pessoais e oculares (2), vividos e sentidos. Os cálculos do produto final certamente serão outros, bem mais consistentes. Quem me conhece sabe que estou longe daqueles que “não acreditam em ninguém com menos de trinta”, mas ser testemunha real da história ajuda, sim, a conferir melhor as fontes. Basta um pouco de observação mais aguda para percebermos o domínio de interesses, ideologia e paixão da militância ambiental e climática, que dão muitas bandeiras do seu falso humanismo nem um pouco atento a outros números para que sua equação seja íntegra, com começo, meio e fim, as equações que apresentam são mancas, com premissas falsas ou omissas, elas não fecham nem podem fechar. Mas são dadas como verdades acadêmicas respeitadas, de cuja produção muito dinheiro se consome em benefício dos seus promotores e militantes das pseudo-ciências que defendem. Ao contrário, eu vivi e senti por 74 anos todas as intempéries que um animal racional pode sentir, clima e temperaturas, temporais e tempestades altamente erosivos, raios rachando árvores e deixando marcas no chão (pára-raios da época, apenas Santa Bárbara), com grandes e fortes enchentes sem quaisquer registros de baixas humanas, danos a moradias e desabrigados, até o momento em que as cidades começaram a crescer demais sem planejamentos, surgiram moradores nas baixadas (onde águas sobem), população ribeirinha à beira de rios e córregos (onde águas passam) e casas nas encostas (onde erosões acontecem), muitas vezes tão íngremes, que nem precisaria chover para deslizarem. Casas em palafitas ao nível da água, sobre alagados e rios, como na Amazônia. E tem mais. Eu vi colheitas estragarem por causa de chuvas que não paravam, inspirando rezadores, novenas e promessas. E assisti em 1955 a uma seca brava, após impiedosa geada que transformou em combustíveis as nossas matas, com queimadas diárias por todos os lados lançando fumaças que ficavam paradas no ar, impedindo que víssemos o Sol ao meio-dia em céu sem nuvens! Tudo isto eu vi, não me disseram! Quem viver verá, eu vivi e vi. E meus pais e avós diziam das suas vidas desde crianças, sempre ligados à Natureza, sem qualquer artificialismo que a modificasse, ficando demonstrado, aqui, por pelo menos 240 anos no total, que a Natureza atravessará séculos e milênios assim, com sua vida própria, não obstante as indesejáveis mudanças das cenas humanas por onde ela, a Natureza, precisa estar e passar. A Natureza não mata nem se vinga, por que deveria poupar a quem se lança em suas rotas e lugares específicos, os mais fatais e perigosos?!
Cada uma, muito boa! Eu a lavrar um texto que tenta apagar determinado mito e vejo cair sobre a mesa como um gracioso maná o editorial: “O Fato e o Falso”, do jornalista [Gilberto Simões Pires], um gaúcho de quem, a exemplo do seu conterrâneo [Percival Puggina], o Brasil inteiro pode se orgulhar. Afirma o articulista, oportunamente, que “muitos de nós já devem ter em mente que várias histórias que lemos ou ouvimos são falsas, não têm compromisso algum com a verdade. E isto nos leva a admitir que muita coisa que foi ou continua sendo publicada em livros e jornais, bem como apresentada nas emissoras de rádio e televisão, não são mais que frutos da imaginação de autores e comunicadores apaixonados por suas falsas teses”. Acrescentando ainda um detalhe: – “Antes de tudo, História é a correta narração de fatos documentados, situações reais ou atos que realmente aconteceram. Já a narração de fatos imaginários ou de ficção, ainda que o termo utilizado seja controverso, entende-se como Estória”. Nosso articulista, após ilustrar muito bem seu editorial e exemplificar sua exposição com alguns mitos típicos da sua terra, faz questão de destacar: – “Os políticos em geral, os petistas e assemelhados, por exemplo, contam muitas Estórias e nada de Histórias. E juram que estão se referindo a fatos reais, primeiro, porque desconhecem (ou desprezam) a História e, em segundo lugar, porque sabem, a falsidade, após o tempero do Ufanismo, passa a exercer o poder de iludir e seduzir leitores, ouvintes e espectadores menos preparados ou em estados de ansiedade por novidades que buscam”. E é aí que a opinião pública sofre, pois, poderá passar a tratar um mito como se realidade fosse, quando um falso símbolo lhe é atribuído dando vida ao Ufanismo. Daí em diante, bastará alguém tentar argumentar contra para ser tachado de mau cidadão ou sujeito fora de órbita ou da “onda”, não lhe interessando nenhuma fundamentação do assunto, ainda que esteja evidente a fragilidade da figura mítica. Nada melhor que um bom debate. Vamos debater?!


PS – Sim, a Terra já viveu uma Era Glacial e poderá ter picos térmicos, também. Nunca como declaram falsos profetas que negam a Ciência! Por favor, leiam: [A Grande Farsa do Aquecimento Global]; [Variação Térmica Global de Um Século] e [Globo Terrestre Grande Fonte de Calor]. E permaneçamos tranquilos anos a fio, dando saída normal às nossas flatulências e inocentes fumacinhas! Que especialista sério traçaria perfil climático para daqui a 100 anos, se bons institutos aceitam falhas em previsões até para o dia seguinte? Sabiam que o AGA é mais um sofisma, que nos traz o espírito do tempo? Ou já estão longe demais as saudosas aulas de retórica? Lembram?!

. Ver em: [ RECEPÇÃO ] – Todos os Títulos Já Publicados.
Apresentação do Blog como produto, no Post: [Turismo Interno] – Sinta-se em casa!

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