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[Contra-Capa]

CARIDADE AFIRMATIVA

Desde que emergencial, espontânea e gratuita, que levanta, dignifica!
(Por: Joseh Pereira – 01/07/2016)

Uma coisa é ser justo, outra coisa, ser bom. Ao imediatista, que prefere comer cru, desde que seja logo, não poderei ser justo, restando-me ser bom para poder agradá-lo. Já a alguém mais esclarecido ou com maior margem de tolerância, capaz de entender a necessidade de um tempo maior da maturação do produto final, com este eu poderei me realizar, preenchendo as duas finalidades, ou seja, poderei ser bom e justo, ao mesmo tempo. Dito isto, já nos parece que deveríamos ser justos, sempre, pois os resultados, via de regra, serão mais duradouros e consistentes. Porém, pode acontecer das condições de uma espera ter sido esgotadas ou atingidos os limites finais, neste caso, estaremos diante de necessidades emergenciais, que precisam ser sanadas antes de qualquer outra coisa. Eis, então, chegado o instante para a prática da Caridade Afirmativa, aquela que enxerga a emergência sem dispensar o lado justo da mesma questão, que deve ser, incontinenti, implementado, para que o processo por inteiro se concretize, o necessitado se levante, resgatando sua dignidade por ora perdida. Caso contrário, poderei ter feito uma Caridade, com as melhores intenções de um verdadeiro cristão e cidadão responsável, mas sem lograr a especifidade que tanto desejava, quer dizer, minha Caridade não foi Afirmativa. Observem atentamente a imagem da nossa ilustração (foto ao lado) e vejam sua mensagem sobre a Caridade na sua plenitude. Ou seja, quando nos doamos, o conteúdo desta doação deve ter potencial suficiente para crescer e multiplicar, caso tenha o cultivo necessário por quem o recebe. A prática da caridade se dá de várias formas, por indivíduos, isolados ou em grupos, por entidades filantrópicas ou assistenciais e, finalmente, por programas ou políticas assistenciais de governos, estas últimas, nem sempre bem concebidas e geridas, como estamos cansados de saber. Por ser oportuno, ainda neste texto, mostraremos a calamidade a que governos (lulodilmopetistas) da União transformaram excelentes programas de promoção social, como o Bolsa-Escola, que não apenas mudou de nome, mas virou verdadeiro coronelismo em nova versão para escravizar eleitores, que não mais ajudam a ninguém nem ajudam a si próprios a se desenvolver, como faria normalmente qualquer cidadão digno do nome. Por isso, logo mais, vamos abordar entre outras fontes alguns documentários, que vão demonstrar como no governo federal, até aqui e em nome da virtude da Caridade, cometem o crime de apagar do DNA humano a raiz do “homo-faber”, subjugando um a um seus eleitores que cativam, outrora, donos dos seus narizes! Eis, aí, a “obra de caridade”, cuja situação de emergência não se busca superar, entretanto, manipulam-na para que torne sua existência aceita, de modo a continuar a beneficiar apenas seus promotores! Já pensou, afinal, com o devido cuidado, na imensa diferença entre a assistência social e o assistencialismo?!
Nós, ultimamente, temos falado muito com pessoas que nos são próximas, esclarecidas e escolarizadas, que nasceram e vivem no Nordeste Brasileiro, todas conhecem e se relacionam muito com a clientela do Bolsa-Família do governo federal (Lula ou Dilma), sendo por isso portadoras de muitas histórias que não dignificam a ninguém. Nós, aliás, estivemos em Recife, recentemente, onde ficamos alguns dias, não tínhamos finalidade turística, mas acabou acontecendo, virou um passeio e tanto. Nossos guias e anfitriões, sempre falantes, além de nos mostrarem numa praça da cidade um monumento ao sindicalista Lula da Silva, em escultura que achei pouco expressiva, pessimamente exposta (felizmente), também nos contaram vários casos envolvendo os tais bolsistas, dos quais nos interessa abordar. Por exemplo, o mais grave de todos, contado e confirmado lá mesmo, a respeito do rapaz de família beneficiada que, ao invés de comprar com o nosso dinheiro uma comida ou um bem de primeira necessidade, optou por uma arma de fogo, pois, era um conhecido bandido da região. Outros casos escabrosos do gênero foram abordados com moradores do interior do Ceará, onde a gente tem vários contatos, que nos contam e se queixam de uma indolência progressiva de jovens e adultos, cada vez mais preguiçosos, eles não buscam novos horizontes e perdem gradativamente suas iniciativas próprias. Quando por acaso uma pessoa idosa ou dona de casa necessita de alguém para companhia, assistência ou a um serviço doméstico, o cenário que se vê é desolador, muita gente descompromissada a perambular sem rumos estabelecidos, a curtir sua admitida e permanente ociosidade, a ponto de não precisar sequer consultar um calendário em sua vida, tal a sua “independência” que, na realidade e de fato, trata-se de total estado-dependência. Dizem nossas fontes que tais pessoas do Bolsa-Família não saem em busca de trabalho e, quando encontram um, já aniquilado seu espírito produtivo, não mais se dedicam à função, elas querem mordomia, esperam apenas sombra e água fresca. Sobre certa funcionária de Escritório e beneficiária do Bolsa-Família, ao ouvir nossa objeção, diz a fonte: – “Ela é Escriturária, sim, mas não é registrada”. Detalhe, portanto, que agrava a situação, ela engana o cadastro do Bolsa-Família e ainda participa de uma fraude trabalhista, com que se parece desempregada. Examinamos também um documentário, produzido por competente equipe, que percorreu e entrevistou vários produtores rurais em região muito fértil da Bahia, todos unânimes ao afirmar que não encontram a mão-de-obra de que necessitam para aumentar a produção, porque nas famílias da cidade e do campo, quando se pensa em buscar recursos para sua subsistência, logo vem à cabeça o cadastro no Bolsa-Família, como um maná bíblico a cair do céu e que nunca acaba, sendo desnecessário trabalhar. Como se sabe sobre qualquer programa assistencial público, dezenas de milhares de beneficiários do Bolsa-Família estão longe de uma situação de emergência, no entanto, sugam mundos e fundos em dinheiro, que pertencem à sociedade, não a governantes demagogos, que passam a falsa imagem de beneméritos. Dezenas de falecidos e muitos moradores de casas de luxo recebiam o Bolsa-Família em Cuiabá (informa o G1, em fevereiro p.p.). E somente não se têm notícias assim de outras cidades não buscando por elas. Busquem e poderão ter ao menos uma ideia do tamanho do ralo profundo, por onde escoam muitos recursos vitais da sociedade! Por que tanto assistencialismo e tão pouca assistência social, verdadeira?!
Sim, a gente sabe que existem coisas, cujos substantivos não deveriam admitir adjetivos, modificando-os ou tentando detalhar melhor uma substância já representada, qualificá-la. Muitas vezes afirmamos que boa é a “democracia representativa” para descartarmos a “democracia participativa” (ambas adjetivadas), sendo esta última muito mais um populismo demagógico que qualquer outra coisa. O mesmo ocorre com o presente tema, também uma locução substantiva. Não bastaria a palavra Caridade? Talvez sim, mas aqui desejamos mais do que uma Caridade que aplaca um mal maior, suaviza uma dor e pronto, nós queremos uma Caridade que deixa raízes, sementes e frutos, com potencial para gerar ânimo, crescer e reproduzir, daí, ser chamada Afirmativa! A caridade, pura e simplesmente, até uma mentira pode ser, desde que traga um benefício particular ainda que momentâneo, um contentamento ou satisfação qualquer, mesmo que passageiro, mas sem as raízes para um futuro melhor, imediato ou não. O programa oficial de Bolsa-Família é um modelo pronto e acabado de uma mentira, sem lugar para o futuro, porque invadido por um presente-contínuo, sem horizontes palpáveis, sem antes e sem depois! Sabemos que frases nem sempre caem como uma luva na solução de uma ou outra questão, porém, vamos admitir, já dizia o saudoso economista Roberto Campos, que: “O mundo não será salvo pelos caridosos, mas, pelos eficientes”. E ele tinha toda a razão, estava certíssimo, pois nós nesta Crônica, com as armas do argumento e da demonstração, procuramos combater precisamente a “caridade ineficiente”, em prol de uma Caridade Eficiente, a que encurta o período das carências, visando a implantar a ausência completa do estado de emergência. Em nosso Blog, que Vocês já conhecem, eu aprecio publicar textos ou temas de valor o mais permanente possível, como se dava no velho Soneto em antigo Site, neste mesmo espaço e URL (a duras penas, fazendo história). Vamos, prestem atenção. Sob o alerta permanente de que toda Assistência Social tem de afastar carências, caso contrário, falhamos, na introdução do Soneto já vinha o resumo: – “Honroso e nobre da nossa parte ajudar a erguer quem está caído e levá-lo a andar o quanto antes, fora da sua situação de emergência, tendo sempre como critério nunca dar de comer a quem não tem, exatamente, fome”. E prosseguíamos em nossos versos, verdadeiros: – “Catástrofes há que abatem, física ou moralmente, / Onde a atitude assistente faz-se fundamental. / Precisão é acidental, o socorro, não freqüente, / Neste caso está presente a assistência social. // Sejam alunos por cotas ou, sem riscos, a empresa; / Ou sarados na largueza… Preguiças são conquistas? / Alta a leva de egoístas, ao poder, só esperteza, / Que cultivam a pobreza, são os assistencialistas. // Assistência dignifica, não produz alienados, / Pois, seus alvos robustecem, que fracos, fortalecem, / Da timidez não padecem, são logo emancipados. // Erguer quem está quedado, promover algo em prol, / Quem pode deve fazer, nada além do carecer, / É regra de ouro, dever, menos peixes, mais anzol!”. Para encerrar a prosa, numa brincadeira com Santo Agostinho, nós diríamos que há quem deseja saber só por saber, é curiosidade; ou para alcançar fama, uma vaidade; ou para enriquecer com sua ciência, um negócio; ou para se edificar e construir-se, uma prudência; ou para edificar e construir outrem, eis, pois, a Caridade, também neste caso, afirmativa! Algo mais, em que eu possa ajudar?!


PS – No portal mais puxa-saco do Lula (não damos endereço), sobre o Bolsa-Família, eles chamam de mitos o que verdades são, como: estímulo ao ócio (1); não oferece porta de saída (2); faz aumentar número de filhos (3); ninguém mais larga o osso (4); gera uma dependência crítica (5) e cria currais eleitorais (6), tal qual o nazista Joseph Goebbels, vestindo mentiras com roupagem de verdades! Para eles, as verdades são mitos e mitos, as verdades! Claro, o Bolsa-Família pode funcionar, se acharem fiscais honestos até à medula! Mas, existem?!

MBT – Ano XVII: “Medo de Voar (01), “Mundo da Lua” (02), “Brasas nos Seios” (03), “Pombo Correio” (04), “Quarto Poder” (05), “Gostar de Amar” (06), “Caridade Afirmativa” (07), “Agonia do Folclore” (08), “Minha Secretária” (09), “Lembram do Mestre” (10), “Distância da Soberba” (11) e “Curva da Espiral” (12), Agenda 2016 (programação).

. Ver em: [ RECEPÇÃO ] – Todos os Títulos Já Publicados.
Apresentação do Blog como produto, no Post: [Turismo Interno] – Sinta-se em casa!

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