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[Contra-Capa]

VERBO IRREGULAR

Lular, após o já envelhecido malufar, o novo verbo (ir)regular.
(Por: Joseh Pereira – 27/01/2013)

Ocupações e encargos (mesmo estando aposentado) a tomar meu tempo, janeiro já nos dando as costas e, quanto ao novo Post mensal da minha exigente programação, nem o tema fora escolhido. Mas, ao navegar naquela “mesa de bar” com amigos do Twitter, alguém me trouxe a inspiração que faltava. Corri para a Internet e o Google já mostrava o tamanho da repercussão com inúmeras ocorrências do verbo “lular”, em sites, em blogs e foruns de discussão, até no [Recanto das Letras], acreditem, eu encontrei a lista imensa de significados deste triste verbete a fazer parte do nosso vocabulário.
Alertamos, no entanto, que do ponto de vista estritamente gramatical, para que não haja engano de nenhum estudante (ou estudioso do idioma) que passar por aqui, o neologismo “lular” deste Post e da vasta rede é um verbo regular, como “cantar”, “correr”, “partir”. Vai ao [Conjuga-Me.Net], com qualquer verbo no infinitivo, mande a ferramenta conjugar, se no presente e no pretérito do indicativo não alterar o radical ou raiz verbal, o verbo é regular. Muito fácil a tarefa, nos dias de hoje, já até posso dispensar o meu velho e muito útil Breviário de Verbos, amarelecido dentro do armário, de quem já começo a ter saudades por sua longa folha de serviços prestada à conjugação verbal.
Mas, como eu ia dizendo, pessoal, o verbo “lular”, considerado totalmente irregular por sua natureza e função, está sendo dissecado por aí, nas redes sociais e pela Internet em geral de uma forma corretíssima, com muita coerência entre este verbo e os fatos que todos nós no Brasil testemunhamos. É verdade. Com alguma variação, conforme a fonte ou documento, o novo verbete de triste existência vem assim registrado: LULAR, do (an)alfabeto Lula, verbo irregular de estranha conjugação, acrescentado nos vocabulários da Língua Portuguesa a partir de 2002, começo de 2003, com um conceito bem mais abrangente e potente, no sentido dos seus malefícios, do que o antigo e fraco “malufar”, já em boa parte superado, traz como significados da palavra estas coisinhas que só o Diabo, com toda a sua astúcia e malignidade, gosta de fazer:
01. Ocultar ou encobrir fatos e verdades, com astúcia e safadeza;
02. Disfarçar qualquer coisa, embora grave, com a maior cara de pau e cinismo;
03. Não dar a perceber, apesar de inegáveis evidências, calar;
04. Fingir, simular tamanha inocência somente atribuída a anjos imaculados;
05. Usar de dissimulação, proceder com fingimento, hipocrisia;
06. Ocultar-se, evadir, esconder-se, fugir da responsabilidade;
07. Tirar o seu da reta, atingindo sempre o amigo mais próximo, sem dó nem piedade (antes ele do que eu);
08. Negar, sempre que lhe convém, sem olhar para as câmaras ou nos olhos do interlocutor;
09. Fraudar, iludir, com métodos mais ou menos apurados;
10. Afirmar coisa que sabe ser contrária à verdade, acreditar que os fins justificam os meios;
11. Voar com dinheiro alheio, público ou particular, para fins pessoais ou partidários;
12. Dizer uma coisa no passado e se contradizer no presente ou no futuro, sem o menor pudor ou senso do ridículo;
13. Trair, desde que, diretamente, deixe de lhe interessar.
O que vai acima é apenas uma amostra do que, logo logo, estará nos dicionários, como já se encontra devidamente dicionarizada a palavra “petralha”, não esqueça de pesquisar. Com pouquíssimo risco de alguma redundância (no caso, virtuosa), muitos outros sentidos do verbo “lular” ainda poderíamos listar, tais como:
01. Criar ministérios e secretarias somente para empregar incompetentes, muitos eleitoralmente derrotados;
02. Doar bens caríssimos, como a refinaria da Petrobrás a Bolívia, construídos à custa de impostos pagos por brasileiros;
03. Permitir a maior e mais vergonhosa rede de corrupção, infiltrada em órgãos públicos e privados;
04. Enriquecer de maneira espantosa e apadrinhar com dinheiro do Estado o enriquecimento de companheiros;
05. Praticar toda espécie de fisiologismo ou nepotismo, elevando-os ao extremo, por fim,
06. Pagar, por meio de publicidades de estatais ou outras formas ilegais ou imorais, a jornalistas antes independentes que passam a fazer militância partidária, não mais o jornalismo como se deve e se espera da imprensa.
Para encerrar o texto, eis um exemplo do uso do verbo, objeto deste Post: “Os ministros do governo Dilma lulam de manhã, lulam à tarde, lulam até quando sonambulam”. E não deviam, mesmo estando onde estão, não deviam. Convém, ainda, acrescentar que, a par deste verbo muito feio, horrível e nojento, o “lular”, com ele transitam outros termos do mesmo calibre, como o “lulismo”, “Lulândia” (por: Maria Lúcia V. Barbosa),”chavismo”, “castrismo” e similares, produtos todos que um cidadão verdadeiramente inteligente jamais compraria por preço nenhum. Porém, infelizmente, devido à propaganda avassaladora dessas forças, por todos os meios e modos, regulares e irregulares, elas são facilmente assimiladas e divulgadas como formas políticas aceitáveis. E, nesse passo, errado, o Brasil que nós e nossos pais tanto desejamos, como irá se realizar? Como e quando, com este andar da carruagem? Uma boa pergunta, digna da sua reflexão, que vai continuar aguardando uma resposta. Mas somente até que a aurora consiga romper a noite (água mole em pedra dura), dando lugar ao Sol, cheio de luz e vida a cobrir de novo toda a Terra de Santa Cruz, Ilha de Vera Cruz, enfim, o Brasil!
Vamos acreditar nisto e agir?


PS – Acabei por escrever, até bastante rápido, um dos melhores textos do Blog. Talvez, pior do que o próximo, ainda por vir. Escrever é uma mistura vibrante de técnica e de arte, que atuam numa parceria semelhante ao pulsar dos ventos, tão natural, ora mais forte, ora mais dócil, renovando sempre o ar que respiramos, por nossas ventas (narizes) e por nossos poros (toda a pele). E, em silêncio, eu grito: A “Síndrome de Estocolmo” está indo longe demais, vamos parar de apertar mãos de algozes, nossos inimigos declarados! Até quando, isto?

. Ver em: [ RECEPÇÃO ] – Todos os Títulos Já Publicados.
Apresentação do Blog como produto, no Post: [Turismo Interno] – Sinta-se em casa!

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