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"Como honrar à altura
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(Jhosa)

[Contra-Capa]

ATEÍSMO DOLORIDO

Filhos, pais e irmãos, todos filhos com Vínculo ascendente ao Pai.
(Por: Joseh Pereira – 01/02/2017) – Reeditado do Post de 16/04/2011

Nós, em importante e distinta data, 16/04/2011, ao relançar o Blog em nova plataforma, URL já há 12 anos na Web, optamos por um tema de evidente relevância, tendo como foco central a “dificuldade do ser humano de declarar-se e viver como ateu”. Como eu nunca fui ateu e tenho poucos amigos ateus, não sei exatamente como é olhar para o céu e ver as galáxias com suas estrelas a anos-luz de distância umas das outras e ainda pensar que tudo foi fruto do acaso, sem uma sólida liga interior no âmago mais profundo e remoto do âmbito vital em geral. Difícil admitir que alguém por vontade própria e livre de qualquer pressão escolha ser ateu, ignorando sua necessária filiação para com o Todo, visível e invisível, do qual, cada ser vivente é derivado e se faz Criatura de quem nos antecede, em escala invariavelmente infinita, rumo a algo não-criado deflagrador do processo existencial a que pertencemos, envolvendo o Universo, até onde nossas vistas alcançam e o Cosmo, aonde chegam somente nossa imaginação e o pensamento, únicos instrumentos de observação da figura divina, Deus. O Ser dos seres não pode “estar” aqui, ali, lá ou acolá porque o verbo “estar” é pouco, o Ser dos seres pode e deve somente “ser”, cujo atributo não é transitório ou relativo como o do verbo “estar”. Daí, podermos dizer, filosoficamente, que Deus não existe, simplesmente porque existir é estar em um tempo e um lugar, subjugado às suas circunstâncias, sempre precárias por natureza, na qual, o espírito divino vive impregnado, discretamente, como uma pitada de sal diluído no copo dágua, nós podemos sentir, nunca enxergar. A não ser com instrumentos especiais de laboratório, como também no caso da substância espiritual, em que são hábeis somente os olhos do espírito que nos move enquanto vivos. Fácil entender por que é difícil ser sinceramente ateu. Entre nós, há pais e filhos, entretanto, somos todos filhos e isto já nos coloca perante a uma Paternidade Universal, na sua última instância, a chamada “causa não causada”, início dos inícios, que se alimenta de si mesmo, um Ser Absoluto. Tal raciocínio até para a ciência completamente isenta de viés doutrinário é visto com muito bons olhos. Nas nossas relações podemos ser fraternais, quando nos equivalemos uns aos outros ou paternais, ao exercer alguma forma de proteção. Diante de qualquer sinal de perigo iminente, nós não dispensamos a presença paternal, venha de onde vier. Assim é quando presenciamos um ateu dentro de um avião em turbulência a exclamar “Meu Deus” ou ao acabar de ser livre de uma tragédia fatal e dizer “Graças a Deus”. E, para encerrar, temos o caso do famoso cineasta mexicano, ateu declarado, a afirmar com todas as letras ser “ateu, graças a Deus”! Viram a corda bamba em que andam certos ateus, cujo ateísmo não chega às próprias almas ou ao subconsciente?! Por que emana do ateísmo tanta inconsistência e falta de sinceridade?!


PS – Filho dos filhos de outros filhos, eu teria a perfeita sensação de ser um órfão total se fosse ateu, sem uma fundamental referência paterna vinda de perto ou de longe, neste caso, de muito longe, coisa que deve doer bastante, doer muito. Jura ser tal fato indolor?! Como dissemos, quem É se faz presente sem precisar existir para ficar imune a fatos existenciais como doenças e a morte, atributos da existência, que todos conhecemos. Como não entender e não admitir isto?! Quando Deus, no Gênesis, diz ter criado o homem à sua imagem e semelhança, por acaso, estas eram perceptíveis, visuais?! Calculou a riqueza imersa nas entrelinhas e a profundidade a ser explorada?!

MBT – Ano XVIII (2017): Originário de 16/04/2011, um texto em reprise com vida nova!

. Ver em: [ RECEPÇÃO ] – Todos os Títulos Já Publicados.
Apresentação do Blog como produto, no Post: [Turismo Interno] – Sinta-se em casa!

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