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Intensas lidas. /
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Voto Distrital
Voto Distrital

"Como honrar à altura
o Corpo Humano:
associando-o a Deus
e à Natureza!"

(Jhosa)

[Contra-Capa]

ATUALIDADES E RISCOS

Valorizem sua gestão de riscos e a segurança da informação!
(Por: Joseh Pereira – 01/05/2017) – Reeditado do Post de 16/10/2011

Nego-me, obviamente, voltar por inteiro ao passado, mas me lembro com saudade dos tempos em que as notas em Atualidades davam a nossa afinação com a realidade dos fatos, fossem bons ou ruins. E os meios de comunicação eram os jornais, adquiridos nas bancas ou por assinatura, o jornalismo impresso, rádios e telejornais, todos com seus manuais de redação internos para redatores e repórteres manterem nas páginas e no ar o respeito às normas do Vernáculo, considerado como grande patrimônio cultural inviolável. As regras gramaticais e sintáticas recebiam de forma inflexível um zelo público tão grande e manifesto a ponto de ser destaque em programas de rádio e TV o uso incorreto do pronome oblíquo no começo de frase em título de uma novela (“Te Contei?”, Globo, 1978), tendo sido tratado o caso nos foros informais e acadêmicos como abuso contra um símbolo nacional, uma quebra da norma de linguagem. Hoje, além do chá de sumiço dos itens como Atualidades e Conhecimentos Gerais, houve muita fragmentação e recomposição das áreas disciplinares, com novas nomenclaturas que atendem interesses os mais diversos, bem pouco técnicos e mais políticos ou ideológicos. A imprensa em peso, com raras e honrosas exceções, não faz jornalismo, comanda torcidas, explicitamente, ao invés de informar seu público expondo fatos. Faz-se necessário compilar vagarosamente nossas conclusões e sempre a partir de pacientes comparações com o maior número das melhores fontes consultadas, ainda existentes. Temos de usar várias peneiras, as mais grossas e as mais finas na filtragem, afastando todo e qualquer viés ideológico. É difícil alcançar tal objetivo, mas a tentativa é válida, ela se encontra ao alcance das nossas escolhas. Que cada cidadão se atualize, sim, alcançando os fatos pelas suas raízes e amplamente, quando puder. Claro, nunca foi fácil tornar-se realmente bem informado, obter boas notas neste quesito com justa avaliação. Ou porque vivemos aceleradamente para sobreviver, limitando-nos a uma TV, a um rádio, a algum jornal, o que é muito pouco. Muitas vezes, uma pessoa mesmo com recursos para uma banda larga e a leitura de bons livros, por preguiça, comodismo, medo ou rejeição à tecnologia não chega aos melhores meios e, consequentemente, não aprimora o seu poder seletivo, com que poderia otimizar o seu tempo e a sua leitura. Suponho ainda como maior complicador para a necessária excelência em atualidades as próprias fontes de informação, as quais, em sua lamentável maioria, já pautam suas matérias de forma vinculada a seus grupos de interesse nem sempre defensáveis, impondo agendas muito diferentes dos fatos em si, que o cidadão deveria por absoluto direito seu saber e, assim, abastecido de dados e conhecimentos corretos, melhor orientar-se na vida e no trabalho. Não são, como diria um agricultor, palhas e cascas demais para escassos grãos?!
Verificamos, aliás, com tristeza que, dos meios de comunicação social e da produção cultural em geral, resta pouca coisa, limpa e isenta, uma vasta parte visivelmente de esquerda, com forte viés intervencionista e estatizante, socialmente invasivo e autoritário em relação ao cidadão comum, indivíduo e família, por assim dizer, contrário às nossas necessidades reais, cabendo-nos identificar as tendências com precisão e discernimento, separando alhos de bugalhos. Métodos e artimanhas para atrapalhar a boa comunicação não faltam, além da patrulha do “politicamente correto”, que impede de se pensar e falar livremente, conforme a tradição e a cultura vigente, impedindo debates produtivos que tragam luz, substituem tudo por palavras estranhas e neologismos absurdos, sempre forjados à imagem e semelhança da moda, que esperam permaneçam e consolidem, até virar regras gerais e inquestionáveis. Tentam levar o maior número de adversários seus a falar, sem perceber, a linguagem do inimigo, o que para esses exploradores da boa fé são o truque e tática mais inteligentes para ganhar o jogo social e político pela mudança cultural ou do senso comum, enganando cada vez mais inocentes úteis, que se tornam seus novos agentes. Eis a circunstância traiçoeira e maligna em que podemos pensar que estamos sendo bem informados, entretanto, estamos agindo como o inseto distraído que, aos poucos, cai e é aprisionado na teia da discreta aranha postada nas proximidades e pronta para, depois, imobilizar melhor a sua presa e sugar sua seiva à vontade. Duas são as molas propulsoras de um movimento de décadas já não tão implícito, que começa por excluir o indivíduo como parte reconhecida de uma família e da sociedade, impondo-se-lhe um novo e único entendimento válido, em que reina de forma absoluta o sentido coletivo no particular e geral, a ser rigorosamente protegido de toda e qualquer influência. Uma das tais molas propulsoras é a falada “luta de classes” (entre minorias de toda espécie a dividir a sociedade), sendo para os marxistas seu instrumento revolucionário principal. Outra não menos relevante mola propulsora, também marxista e complementar à primeira, vem do teórico comunista [Antônio Gramsci] e representa a grande, se não a maior ameaça chamada Hegemonia Cultural, com as diretrizes de um “intelectual coletivo” (o partido) e a disseminação da sua ideia-força por “intelectuais orgânicos”, formando ou fabricando opiniões, tudo no sentido da eliminação de resistências para, enfim, a tomada facilitada do poder por sedentos e sempre existentes comunistas, quando então derrubarão as máscaras, ainda que continuem mentindo com método e cálculo! Pensam que não?! A tomada do poder pelos comunistas, no estilo Antônio Gramsci, dá-se a médio ou longo prazo e por etapas. Saibam como se processa o [Gramscismo no Brasil], quando entrou no país e quais os riscos de se tornar irreversível. Marxistas investem na desinformação e na contracultura, interessa-lhes apenas o que convém politicamente, exemplos não faltam a quem deseja ver. A propósito, já dizia Hélio Ribeiro: “Se os homens que farão a televisão de amanhã são as crianças cujo caráter é moldado pela televisão de hoje (anos setenta), as esperanças são poucas”. E mudou, mudou para pior. Hélio Ribeiro morreu cedo. O que diria hoje no rádio?! Entretanto, inseridos no contexto, nós não perdemos a fé, a fé que transforma: “Mestre, que eu veja” (Mc 10,51), mas veja tudo, sem os ruídos que perturbam o sinal! Ou, como ficar. Vale a pena “crer objetivamente” ou nos deixar arrastar, jogando a toalha?!


PS – Não faz muito tempo, na prova de Atualidades, uma boa nota ditava o bom nível de informação geral do participante. No Brasil, infelizmente, pela infiltração ideológica das esquerdas em todos os setores e instituições, quando elaboram enunciados e alternativas em testes escolares, vestibulares e concursos públicos costumam ser primorosos ao estimular o seu projeto de poder sem limites. Esperam, eles, tudo dominar, literalmente! Sabiam que querem mudar (ou já mudaram) até o resultado de 2+2=4?! Quando argumentam, ou melhor, sofismam, quantos caem?!

MBT – Ano XVIII (2017): Originário de 16/10/2011, um texto em reprise com vida nova!

. Ver em: [ RECEPÇÃO ] – Todos os Títulos Já Publicados.
Apresentação do Blog como produto, no Post: [Turismo Interno] – Sinta-se em casa!

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