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"Sabe o Blog que corpos humanos, templos do Espírito!"
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Intensas lidas. /
Letras recendem, /
Luzes acendem, /
Eis que desprendem /
Sombras temidas!



Doar Sangue, Um Gesto Simples e Gesto Nobre
Gotas de Vida!

Voto Distrital
Voto Distrital

"Como honrar à altura
o Corpo Humano:
associando-o a Deus
e à Natureza!"

(Jhosa)

[Contra-Capa]

CORPO HUMANO

Templo vivo do Criador, o Corpo, vestido ou não, é altar de Deus.
(Por: Joseh Pereira – 14/03/2013)

Quer saber, pare e olhe! Diante de obra de altíssima engenharia, complexidade e sofisticação, como se mostra o Nosso Corpo (em si, sem as máscaras ou roupas), seja ele jovem ou não, que a Natureza generosamente nos proporciona, eu me pergunto se ainda nos cabe duvidar da sua divina autoria, para mim o bastante como ORIGEM E RAZÃO DO NOSSO TOTAL E DEVIDO RESPEITO a tão grande e nobre dádiva, recebida via ambiente humano e natural. A Natureza, em seu todo e nos detalhes, um tanto quanto fria e indiferente (às vezes, para o nosso entendimento, demasiadamente racional), não pára de dar provas irrefutáveis da existência de uma infinita inteligência nela de tal forma impregnada, que continua a perturbar e estimular cientistas, os mais sérios, os quais, não cansam de buscar, como fazemos todos nós a nosso modo, o caminho entre as duas pontas, onde ficam o Alfa e o Ômega. Oxalá, a direção há tanto empreendida esteja certa, no que eu, em grande parte, acredito! Eu louvo o meu Deus, seja Ele como fôr, tenha Ele o nome que tiver, sei que Ele pulsa em cada molécula e em cada átomo da nossa existência mineral, vegetal e animal, dando-lhes vida e sentido!
Sobre o tema tratado neste Post, devemos aproveitar o ensejo para abrir espaço a algumas frases muito pertinentes de autores, como as que seguem. Exemplos: “Eventual deformidade do corpo não deslustra a alma, mas a beleza desta se reflete nele” (Sêneca); “O corpo humano é a carruagem; eu, o homem (ou a mulher) que a conduz; o pensamento, as rédeas; os sentimentos, os cavalos” (Platão); “A alma é a causa eficiente e princípio organizador do corpo vivente” (Aristóteles); “A beleza de um corpo nu só a sentem as raças vestidas; o pudor vale, sobretudo, para a sensibilidade como o obstáculo para a energia” (Fernando Pessoa); “O pássaro é livre na prisão do ar; o espírito é livre na prisão do corpo” (Carlos Drumond de Andrade); “O corpo existe tão somente para que o Espírito se manifeste” (Allan Kardec); “Se há alguma coisa sagrada, esta é o corpo humano” (Walt Whitman); “O espaço mescla-se com o tempo assim como o corpo se mescla com a alma” (Friedrich Novalis); “E foi tão corpo que foi puro espírito” (Clarisse Lispector); “Quando a gente abre os olhos, abrem-se as janelas do corpo e o mundo aparece refletido dentro da gente” (Rubem Alves); “Olhar esquivo, corpo ondulante, sonho vivo” (Eugénia Tabosa, poetisa); “O corpo humano se alimenta também de ausências”… (Rubem Alves); “Nada adianta levar o corpo para passear se a alma não sai de casa” (Martha Medeiros); “Mesmo quando tudo pede Um pouco mais de calma Até quando o corpo pede Um pouco mais de alma”… (Lenine, cantor-compositor); “No verdadeiro amor é a alma que envolve o corpo” (Nietzsche, curiosamente, um pretensioso teocida; consta, apenas, tentativa); “O tempo é assim: envelhece o corpo e rejuvenesce a alma” (Newton Jayme).
Vimos nas frases acima como o Corpo Humano se vê vinculado ao Espírito, elas – e o texto todo – ajudam a quebrar fortes mitos e tabus, os quais, dificultam ou impedem uma atitude de mais liberdade, natural e saudável, com o corpo do homem e com o corpo da mulher, no ambiente íntimo ou familiar ou até em locais públicos adequados (por que não), onde haja disciplina, fiscalização e respeito à prática consensual civilizada como a do Naturismo, hoje em dia com inúmeros simpatizantes pelo mundo inteiro. Neste campo, os seus participantes devem estar atentos, constantemente, para evitar o oportunismo e o exibicionismo, bem como, qualquer forma de mente ou espírito poluído, para não desfigurar o ambiente de isenção natural!
Pessoas me perguntam por que devo pautar no Blog assuntos assim, como o do nu humano, considerado, sob certos limites, fato normal e cultural. Primeiro, porque em particular ou com um parente ou conhecido, não é novidade nenhuma, em banho de rio ou de um lago, pessoas comuns, em sua juventude ou não, terem desejado ou concedido ficar completamente nuas, dando liberdade a braços, pernas, seios e membros genitais, na certeza de que a Natureza (lembro-lhe por quem criada, assistida, gerida), da qual tudo é parte, jamais irá condenar o ato, ao contrário, irá agradecer fortemente pela integração natural que se dará entre seus próprios membros e componentes. Em segundo lugar, eu preciso dizer que tive uma doença grave de pele uns anos atrás, a Psoríase (direta e a inversa, pesquise), que tem entre outros cuidados e tratamentos, a fototerapia, ou seja, a cura pela luz. Daí em diante, em casa e no meu “home-office”, exceto quando há rigor invernal, passei a dar banho de luz do dia (não, necessariamente, raios solares) em minha pele por todo o corpo na maior parte do dia (procedimento com surpreendentes resultados), avançando muitas vezes pela noite a dentro com o banho de luz artificial, que é menos, mas também recomendado. Na realidade, o simples ar puro absorvido na pele, que respira, já ajuda muito! E foi esta situação, principalmente, que me levou a prestar muita atenção ao meu próprio corpo, quase ao nível do culto à personalidade, o que, todavia, decididamente, não é! Pois, conhecendo como estudioso as diversas patologias do gênero, como o Narcisismo e outras anomalias, eu me vigio permanentemente e faço tudo para me manter no estreito controle e domínio, estando tranqüilo em relação à minha isenção nestas atitudes! É verdade que simpatizo-me pelo verdadeiro Naturismo, porém, não pratico este esporte e lazer por motivos que não me cabe declinar neste Post. Eu, mesmo não me opondo, nunca fiquei nu em público, a não ser quando criança, menino ou adolescente, em rios e cachoeiras dos meus pais. Aquele era um tempo em que vivíamos muito protegidos das “maldades”, sempre irmanados, sendo mais fácil eu me excitar agora, nostalgicamente, apenas ao me lembrar daqueles momentos de liberdade meio selvagem, todos nus, sem medo e vergonha, sendo poucas entre nós as testemunhas oculares dos fatos, daquelas cenas bucólicas que vivemos, além das aves com seus gorjeios e suas melodias, nos galhos das árvores deitando sobre as águas. Como éramos, realmente, angelicais! E era possível! Hoje, também!


PS – Um Post nitidamente contra o que chamamos de vulgarização e banalização do nu humano, do corpo humano em si e da própria sexualidade. De um lado se abre para o banal, fechando-se por outro com um moralismo, que não deve, jamais, confundir-se com a moralidade, muito diferente! Que bom se pudéssemos viver naturalmente tudo o que é natural e sempre dentro dos seus limites, nunca indo além e, também, não ficando aquém! Cabe-nos, enfim, buscar a melhor posição a caminho destes objetivos!

. Ver em: [ RECEPÇÃO ] – Todos os Títulos Já Publicados.
Apresentação do Blog como produto, no Post: [Turismo Interno] – Sinta-se em casa!

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