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[Contra-Capa]

POLITICAMENTE CORRETO

Elegância, sim; “politicamente correto”, não!
(Por: Joseh Pereira – 21/04/2013)

A liberdade de outrora, de pensarmos, falarmos e agirmos, corre riscos. E são grandes. Alguns autores dizem que agora, sim, estamos alcançando o “bom senso”, a “cultura do sensível”, eu não concordo. O “politicamente correto”, à primeira vista, até parece uma coisa conveniente, necessária e boa. Quem não quer ajustar bem o tom em qualquer relacionamento humano? Mas, atenção, a expressão que dá nome a este Post diz respeito à maior “pegadinha” de uma muito bem engendrada lavagem cerebral deste século, vinculada a um amplo projeto ideológico que visa às tais mudanças culturais, lentas, graduais, profundas e cheias de disfarces, consoante à doutrina [gramscista] para a tomada comunista gradativa e incruenta do poder, sem que a vítima (a sociedade) perceba o processo. Quando nos damos conta do domínio instalado do inimigo, já não haverá a quem recorrer, o monopólio do poder e a hegemonia política poderá ter alcançado o seu nível máximo, ocupados todos os postos-chaves do país, sendo tarde para qualquer ação defensiva eficaz.
Muitos, dos que não têm os meus 72 invernos (mais os outonos, verões e primaveras) de intenso aprendizado, quando falam, ouvem ou escrevem, sequer imaginam poder estar transitando gostosamente por aquele universo, adrede preparado para apanhar incautos, sim, podemos ser incautos ou nos comportar como tais. Sabemos que a vida social, em suas diferentes nuances, é um imenso e complicado jogo, onde a vilania pode se vestir de bom-mocismo para enganar e iludir os parceiros de uma ou outra disputa, aqui ou ali, estes, muitas vezes, passando a pensar, falar e agir segundo os desejos do seu adversário, o proponente da peleja, que acaba ganhando sem precisar se esforçar, o outro faz as vezes dele, chegando até a levar ao inimigo a corda para a sua forca, podem acreditar, isto já está acontecendo.
Nascido como um modismo que virou norma ideológica, nós não podemos precisar uma data em que o fenômeno social e cultural, que afeta visivelmente o pensamento e a linguagem humana, surgiu no mundo, em nosso continente e dentro do Brasil. Mas fatos da História, fartamente documentados em jornais, revistas e livros, além de riquíssimo acervo na Internet, nos dão conta com muita precisão de onde vêm, onde estão e para onde querem nos arrastar certos militantes transformadores da mente humana, que lançam mão dos seus métodos para difundir e propagar de formas novas velhas utopias, cujas bases, afirmamos com toda a segurança, são marxistas, basta ver que elas estimulam a permanente luta de classes, criando uma relação de ódio ou vingança entre vários segmentos dentro da sociedade, ao tratarem o outro e o passado sempre como culpados pelos males atuais, justificando-se assim a vingança e até a eliminação destes seus inimigos, ou seja, que não pensem como estes militantes pensam.
Eu não gosto de nenhum “ismo”, ele traz embutido um excesso, observem. Do exemplo a seguir emerge um feminismo idiota a combater um machismo lingüístico, que estaria na forma culta e consagrada de falar. Procurem estes excessos nas entrelinhas: – Eu nasci e cresci ouvindo nas igrejas a correta expressão “a vós, irmãos”, mas nos dias de hoje, “todos e todas, religiosos e religiosas” (gostou da ironia?) cansam a minha paciência e a de tantos outros com o seu “irmãos e irmãs”, “discípulo e discípula” e outras bobagens do linguajar militante, alterando até a declaração vinda de um Anjo, como nesta parte: “…E paz na Terra aos homens (e às mulheres) de boa vontade”. E isto acontece, também, em pronunciamentos de alguns políticos ou em discursos de alguns professores, que de tão militantes que são, não dão aulas, fazem discursos. Todos os que desprezam o Gênero Neutro (gramatical, funcional), quando se dirigem a ambos os sexos, atrapalhando a fluidez do pensamento com o seu lixo repetitivo estão, consciente ou inconscientemente, atribuindo uma “odiosa tradição e costumes machistas” àqueles que não comungam da sua ideologia marxista, contribuindo assim, com este seu linguajar irritante, ao estabelecimento de uma cultura do ódio entre gerações, além de colocarem, historicamente, as mulheres como vítimas dos homens. Quanto saber acumulado sendo jogado no lixo. E quanto tempo mal utilizado por essa gente besta, se não for canalha. Que raiva!
Nós sabemos, também, que são muitos os vícios de interpretação que o “politicamente correto” nos traz, que negam o idioma, a gramática, os princípios, os valores e, até a lógica mais elementar, desejando tornar tudo isto e muito mais em simples instrumentos de puro proselitismo político em defesa de suas causas, sempre distantes da realidade que nos interessa. Pensem por que se diz “excluído” (sentido ideológico, abstrato) a quem sempre foi pobre, para empurrá-lo contra um culpado da sua situação, seu hipotético opressor ["O OPRESSOR PADRÃO", pequeno artigo de Percival Puggina], tirando-lhe o sossego, criminalizando atos e atitudes de todos os que têm mais que ele, o excluído, como dizem. Pela mesma cartilha (amaldiçoada), todo ladrão ou assassino, a princípio, é um “excluído” e a vítima, se for morta e não tiver pedigree, como diz o [Reinaldo Azevedo, leiam sempre], coitada, morrerá duas vezes!
Para encerrar, ao ler alguns dicionários, artigos e cartilhas sobre o tema eu notei que o “politicamente correto”, que já censurou inocentes cantigas de roda e várias figuras do consagrado folclore, acusou de racistas obras do escritor Monteiro Lobato e [censurou] um grande dicionário da Língua Portuguesa, além de andarem pedindo uma absurda eliminação de símbolos cristãos dos locais públicos, estes abusados, em pleno ativismo ocioso, na sua nojenta NoviLíngua (similar à do romance “1984″, de George Orwell), pretendem que muitas das palavras do nosso Vernáculo dêem lugar a cansativas locuções, cheias de florzinhas perfumadas, como já acontece com a palavra “velho” ou “idoso”, agora, a “melhor idade”. Agradeço pelas flores e o perfume. Mas chega de jeitinhos, eu sou é Idoso, porém, nem um pouco carente, não preciso das suas frescuras! Tratem, por favor, as coisas como elas são, as palavras têm sentido, gramática e história. Deu para entender? Agregou algo a seu arquivo ambulante? Que bom!


PS – Quem segue de perto a História sabe que na Guerra Fria (refiro-me ao perfil ideológico) ou o sujeito era, às claras, um agente Pró-URSS ou Pró-EUA, pois, só havia o Leste e o Oeste como nortes políticos. Com a queda do Muro em 1989, o comunismo se desdobra em uma gama imensa de ativismos, em geral, com um único objetivo, sempre disfarçado em outro, contra a sociedade essencialmente democrática, estado de direito e mercado livre. Uma nuvem de denominações abrigam estes órfãos e viúvas do comunismo mundial.

. Ver em: [ RECEPÇÃO ] – Todos os Títulos Já Publicados.
Apresentação do Blog como produto, no Post: [Turismo Interno] – Sinta-se em casa!

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