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(Jhosa)

[Contra-Capa]

VERBO IRREGULAR

Lular vai muito além de Malufar, que visava apenas ao dinheiro!
(Por: Joseh Pereira – 01/08/2018, Reeditado)

Melhor um modo místico – em que se distancia do circunstancial para se aprofundar de modo imperturbável na estrutura do signo – que criarmos uma outra coisa, o mítico, acima do senso comum, a despertar paixões que apenas esquentam e não iluminam. Aí, entre o fanatismo e fatalismo, típicos das piores seitas ou um paganismo qualquer, nasce coisa mais grave que o velho fenômeno do malufismo, já em nossos retrovisores e posto no chinelo logo depois do ano fatídico de 2003, com o trágico advento do mestre supremo do corruptismo, nacional e internacional. Falamos da Era Lula (agonizante, mas viva) de tristes registros e não menos lamentável memória. E eis que, durante incômoda Era, surge da fértil imaginação popular rumo aos dicionários nova palavra, herança verbal de Lula da Silva (“Lular”), que organiza de forma linear os significados do referido verbo, um feliz neologismo de um tempo deveras infeliz do nosso Brasil. Alertamos, no entanto, que “lular” é verbo irregular pelas ações que concentra, ética e moralmente impróprias, não do ponto de vista gramatical, segundo as regras aplicadas da Conjugação Verbal. Se o leitor for como eu e ainda tiver em sua biblioteca pessoal um Breviário de Verbos, logo notará que o verbo em pauta pertence à primeira conjugação (termina em “ar”) e é regular, como “cantar”, “correr”, “partir”, ou seja, ao conjugá-lo, bastam radical e desinência verbais atenderem ao paradigma da primeira, segunda e terceira conjugações. Aqui, como em outras áreas, analogicamente, quem complica são sempre os irregulares, inclusive, os anômalos, como os verbos “ser” ou “ir”. Não tendo, enfim, encontrado um “macete” para simplificar as regras, optei por um [Conjugador Verbal], amplo e detalhado, a quem desejar se esclarecer melhor em matéria de verbos em geral. Mas, como dizíamos, o verbo “lular” é totalmente irregular por sua natureza e função, tendo sido já dissecado pela Internet de forma correta e coerente com os fatos políticos e administrativos pertinentes, significando, com alguma variação conforme as fontes, para começo de conversa, estas belas coisas, muito exemplares, como: – Ocultar ou encobrir fatos e verdades, com astúcia e safadeza; Disfarçar qualquer coisa, embora grave, com a maior cara de pau e cinismo; Não dar a perceber, apesar de inegáveis evidências, calar; Fingir, simular tamanha inocência somente atribuída a anjos imaculados; Usar de dissimulação, proceder com fingimento, hipocrisia; Ocultar-se, evadir, esconder-se, fugir da responsabilidade; Tirar o seu da reta, comprometendo o amigo mais próximo, sem dó nem piedade (antes ele do que eu); Negar, sempre que lhe convém, sem olhar para as câmaras ou nos olhos do interlocutor; Fraudar, iludir, com métodos mais ou menos apurados; Afirmar coisa que sabe ser contrária à verdade, acreditar que os fins justificam os meios; Voar com dinheiro alheio, público ou particular, para fins pessoais ou partidários; Dizer uma coisa no passado e se contradizer no presente ou no futuro, sem o menor pudor ou senso do ridículo; Trair, desde que, diretamente, deixe de lhe interessar. A lista, entretanto, apenas parece ter terminada! Poderei continuar?! Seu estômago vai aguentar?!
Mãos na tranca da porta já para encerrar a Crônica por um Brasil e um mundo “mais humano” (ou “menos louco”, que dá na mesma), reiteramos quão chato e desagradável tem sido abordar tais coisas, a quem tanto e tão profundamente desejaria que fosse tudo diferente! Sim, porque a lista acima exposta tende a ser somente a amostra de um verbo muito obsceno a caminho dos dicionários, como já se encontra dicionarizada por Antônio Sacconi (um gramático) a palavra “petralha” (podendo, pesquisem). Isto posto, ainda que com o risco de alguma redundância (no caso, virtuosa), nós podemos listar várias ações que o verbo “Lular” concentra. Acompanhem comigo, mesmo que saber lhes possa doer, ainda assim, vejam mais estes significados: – Criar ministérios e secretarias apenas para empregar incompetentes, muitos eleitoralmente derrotados; Doar, sem serem seus, bens caríssimos, como a refinaria da Petrobrás a Bolívia, construídos à custa de impostos pagos por brasileiros; Permitir, estimular ou forçar a maior e mais vergonhosa rede de corrupção, infiltrada em órgãos públicos e privados; Enriquecer de maneira espantosa e apadrinhar com dinheiro do Estado o enriquecimento de “companheiros”; Praticar toda espécie de fisiologismo e nepotismo, elevando-os ao extremo; Aparelhar de cabo a rabo órgãos públicos e particulares com seus apaniguados, de modo a facilitar-lhes a vida e perenizar seu poder influente ou perturbador; Pagar, por meio de publicidades de estatais ou outras formas ilegais e imorais, a jornalistas antes independentes que passam a fazer militância partidária, não mais jornalismo como se deve e se espera da imprensa. Convém, afinal, ressaltar que, a par deste verbo (“Lular”), com um conteúdo incompleto pela própria dinâmica dos malfeitos em permanente ação, transitam termos de semelhante calibre, como “lulismo”, “chavismo”, “castrismo”, “bolivarianismo”, “Foro de São Paulo” – entidade criada por Lula e Fidel Castro em 1990, SP, ano seguinte à Queda do Muro de Berlim, já no seu [24o. Encontro de 2018], em Havana, campos de ação Américas do Sul e Central, para compensar a ausência da ora extinta URSS – etc., coisas que um cidadão, consciente do dever muito mais que do direito, jamais compraria por preço algum. Porém (exceção feita ao Foro de São Paulo, guardado a sete chaves da opinião pública), com a intensa doutrinação ideológica por todos os meios e modos, regulares e irregulares, elas passam a ser assimiladas como formas políticas aceitáveis, especialmente por quem já tende à esquerda. E, nestes passos errados, o Brasil, que nós e nossos pais tanto desejamos e sonhamos, hoje e no passado, como irá se realizar? Como e quando, repetimos?! Pergunta, aliás, digna da nossa permanente reflexão, enquanto contribuímos por uma resposta. Sem jamais deixar de fazê-lo para que, enfim, “uma nova aurora consiga romper a noite (pois, água mole em pedra dura), dando lugar ao Sol, cheio de luz e vida a cobrir de novo a Terra de Santa Cruz, a Ilha de Vera Cruz, o Brasil”. Porquanto, “crer é olhar, antes de se poder ver”. Assim, meus caros, quem sabe, já pressentimos algo a vislumbrar, embora distante no horizonte. Parece-lhes, à primeira vista, animador?! Logo, meu Deus, por que perdê-lo?!


PS – Quem, como testemunha ocular, concordante ou não, viu nascer e crescer (até o seu ocaso, agora) uma figura política das mais atuantes que já tivemos notícia, na Cidade e no Estado de São Paulo, como homem de partido, prefeito e governador, pode afirmar sem medo de errar que conhece como ninguém seu “modus operandi” (ou “faciendi”). A frase com que o rotularam, o “rouba, mas faz” acredito ficar melhor na ordem: “Faz (muito), mas rouba”, pois, as obras públicas eram suas únicas ocasiões, não roubava em nome de causas. Já o comunosocialismo lulopetista se especializa na equalização social, com a equiparação a níveis inferiores mais precários, indo de forma abrupta ou gradativa contra todos os que possuem (como seus) bens materiais e espirituais, sua consciência e caráter eles tomam, quebram e descartam, até conseguir um País igualitário, ou seja, todos na condição de total estado-dependência, ninguém mais sendo sujeito ou dono do seu nariz, sem a velha e ideal autonomia, ainda que minimamente, individual e familiar! Aí, a vaca já terá ido para o brejo, não adiantará chorar! Afinal, a gente pode ficar parado na zona de conforto?! Para chorarmos, depois, pelo leite derramado?! Sabiam que, na mais sã consciência, alcançado o uso da razão, a nossa vigilância sobre nós mesmos e os outros não deve jamais cessar?! Muito duro reconhecê-lo, mas é a verdade! Dispostos, enfim, a ler tudo isto sem pedras nas mãos ou as famosas luvas de pelica?! Preparados, portanto?!

MBT – Ano XIX (2018): Originário de 27/01/2013, um texto em reprise com vida nova!

. Ver em: [ RECEPÇÃO ] – Todos os Títulos Já Publicados.
Apresentação do Blog como produto, no Post: [Turismo Interno] – Sinta-se em casa!

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