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"Sabe o Blog que corpos humanos, templos do Espírito!"
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Intensas lidas. /
Letras recendem, /
Luzes acendem, /
Eis que desprendem /
Sombras temidas!



Doar Sangue, Um Gesto Simples e Gesto Nobre
Gotas de Vida!

Voto Distrital
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"Como honrar à altura
o Corpo Humano:
associando-o a Deus
e à Natureza!"

(Jhosa)

[Contra-Capa]

CORPOS HUMANOS

Nossos corpos, sempre, templos do Criador no altar da Terra!
(Por: Joseh Pereira – 01/10/2018) – Reeditado do Post de 14/03/2013

Na presente edição, para variar (mas não tanto), falemos um pouco de anatomia com tempero religioso, os nossos corpos, eles em si, como na foto ao lado, sem suas máscaras materiais e morais, que achamos quase sempre além da conta. Sabemos, aliás, o quanto na sociedade e no mundo nossos corpos por bons motivos são impedidos de ficarem à vontade e não deixam de ser explorados como objetos de prazer, maltratados e incompreendidos. Nós, após pensarmos bastante filtrando os prós e os contra, fazemos um apelo para que “parem, olhem e meditem”. Nós estamos (ao referir-nos não à figura humana vestida), diante de uma obra de altíssima engenharia, complexidade e sofisticação, observem como se mostra Nosso Corpo (“in natura”), jovem ou não, que a Natureza, na qualidade de principal instrumento divino, generosamente nos dispõe. Quão grande dádiva a nos proporcionar o ambiente humano e natural! A Natureza, no todo e nos detalhes, sempre a dar provas da existência de uma infinita inteligência nela impregnada, que continua a perturbar ou estimular cientistas que buscam, como fazemos nós a nosso modo, uma via em cujos extremos residam o Alfa e o Ômega. Oxalá, encontremos o caminho desde o íntimo de cada molécula ou átomo da nossa existência! Todavia, para concluir o corrente bloco, eis o que disseram a respeito do tema, alguns nomes de peso, pensem comigo: – “Eventual deformidade do corpo não deslustra a alma, mas a beleza desta se reflete nele” (Sêneca); “A alma é a causa eficiente e princípio organizador do corpo vivente” (Aristóteles); “A beleza de um corpo nu só a sente quem se veste, o pudor vale, sobretudo, para a sensibilidade como o obstáculo para a energia” (Fernando Pessoa); “O corpo existe para que o Espírito se manifeste” (Allan Kardec); “O espaço mescla-se com o tempo assim como o corpo mescla-se com a alma” (Friedrich Novalis); “E foi tão corpo que foi puro espírito” (Clarisse Lispector); “Quando a gente abre os olhos, abrem-se as janelas do corpo e o mundo aparece refletido dentro da gente” (Rubem Alves); “Olhar esquivo, corpo ondulante, sonho vivo” (Eugénia Tabosa, poetisa); “Mesmo quando tudo pede / Um pouco mais de calma / Até quando o corpo pede / Um pouco mais de alma”… (Lenine, cantor-compositor); “O tempo é assim, envelhece o corpo e rejuvenesce a alma” (Newton Jayme). Que belas frases, para dignificar e enobrecer o Corpo Humano, como Espírito Encarnado, contribuindo para reduzir mitos e tabus, os quais, não raro, dificultam uma atitude de maior liberdade, natural e saudável, com o corpo do homem e o da mulher, na intimidade familiar ou em público, em que haja disciplina e respeito à prática consensual civilizada, a exemplo dos naturistas e simpatizantes pelo mundo todo. Mas, muita atenção, o Blog não faz campanha em prol do Naturismo ou tampouco move uma palha contra, desde que aplicado por mentes e espíritos íntegros, que mantenham o ambiente isento, como vestidos lá estivessem! Aí, vale perguntar. Por que termos vergonha paralisante do nosso próprio corpo?! Seria ele um Demônio sob roupas, um agente de perdição, desprovido do seu sentido essencial?!
Podemos, entretanto, entender quando indagam por que pautarmos no Blog assuntos assim, de certa forma polêmicos, como a prática do Naturismo ou assemelhados, mais ou menos como voltarmos às origens, no que concerne à vestimenta. Mas, sem dificuldade alguma, respondemos que muita gente boa, honesta e séria, inclusive, grupos declaradamente cristãos consideram tais hábitos como fatos culturais, tratando-os como normais em ambientes para tanto adequados. Um lazer, cultura ou “modus vivendi” ideal, segundo determinadas regras. Primeiro, devemos entender que na presença de um parente ou gente confiável, não representa nem mesmo novidade termos ficado uma ou mais vezes nus, em um banho de rio, lago ou numa cachoeira. Por que não?! Muitas pessoas comuns como nós podem ter, como dissemos, desejado ou mesmo concedido ficar inteiramente nuas, em experiências as mais diversas, dando plena liberdade a braços, pernas, seios e órgãos genitais, na certeza de que somente a Natureza, última e definitiva ponte, instrumento e abrigo divinos, na qual tudo participa, contemplará o nosso ato de liberdade, respondendo positivamente e de forma espontânea numa respirável composição e compartilhamento. Em segundo lugar, agora, desejando esclarecer um ponto a respeito do Editor, faz-se necessário dizer que tive uma doença de pele, agravada por volta de 2010, a Psoríase (direta e a inversa, pesquisem), que tem entre outros cuidados e tratamentos, a fototerapia, ou seja, a cura pela luz, artificial ou natural. Daí em diante, orientado por pesquisas e recomendações médicas, eu, em casa e no meu “home-office”, exceto sob rigoroso inverno, passei a dar banho de luz, sempre que possível, por todo o corpo durante todo o dia, avançando também pela noite a dentro com o banho de luz artificial. E sempre com resultados surpreendentes, trazendo grande alívio ao meu quadro. Na realidade, o simples ar puro sobre a pele, os poros sem quaisquer embaraços, já ajudava e ainda ajuda muito! E foi assim, em boa parte devido a isso que passei a prestar mais atenção ao meu próprio corpo, mas distante do culto à personalidade ou pendor narcísico, o que, muito ao contrário, decididamente, comigo não se configura! Vigio-me permanentemente e faço tudo para me manter no estreito controle e domínio, estando tranquilo em relação à minha isenção e equilíbrio nestas atitudes. Na verdade, há muito que me simpatizo pelo Naturismo sem nunca tê-lo praticado, talvez, por falta de uma ocasião, um Convite ao Casal (quesito obrigatório), uma oportunidade. Na idade adulta, nunca fiquei nu em público, somente quando criança, menino ou adolescente, a banhar-nos em rios e cachoeiras dos nossos pais. Aquele era um tempo em que vivíamos protegidos das “maldades” públicas, sempre irmanados uns aos outros, eu posso até sentir impulsos excitantes, um desejo nostálgico, ao me lembrar de detalhes daqueles momentos de uma liberdade meio selvagem, todos nus, sem medo, pudor ou vergonha, sendo poucas as testemunhas oculares dos fatos ou das cenas campestres que vivíamos, além das aves com seus gorjeios e melodias, nos galhos das árvores a vergar sobre as águas. Como éramos, realmente, angelicais! E era possível! Atualmente, não mais?! Mas, por quê?! O que mudou dentro de nós se mal a ninguém trará, caso o espírito singelo aí prevaleça?! Haveria maior prova à virtude da temperança ou um desafio, se bem sucedido, mais gratificante?! Ou deveríamos nos conformar com a existência de incendiários, que não podem ver um fósforo e a gasolina, nada adiantando a tentativa de discipliná-los?! E, por acaso, o nosso estilo contemplaria tal atitude?!

Mais: [Francisco de Assis] (santo, em sua renúncia) + [Corpo Humano] (autor, a sublimar assunto).


PS – Outra vez, uma conversa séria sobre coisas sérias! Corpos humanos, muito mais que simplesmente corpos, “a matéria corporal, nas suas formas e funções, age em seu estado normal como vetor do Espírito, por meio da Natureza da qual provém”, assim, serão bons e justos o encanto que sentimos, recíproco ou não e o respeito que lhe é peculiar, sua vida e movimento dependem da identidade pessoal e humana impulsionada pela Alma, o nosso mais profundo elo espiritual para com o Criador. Não merece, portanto, o corpo humano integrar qualquer ambiente vulgar e banal. Aliás, segundo o escritor português, Fernando Pessoa, para potencializar uma energia basta impedir seu fluxo, quando abrirem a passagem, muito cuidado! Assim também a curiosidade (uma energia) pelo sexo oposto. Abram-se as cortinas da viva imagem do objeto da atenção por algum tempo e as tensões serão logo aliviadas, naturalizando-se o ato de estar sem roupas, frente a quem quer que seja, não havendo mais sequer o constrangimento por eventuais estados de erecção, com a recomendação para retirar-se do recinto. (“Não atribuirás qualquer caráter sexual ao ato de despir-te, tirarás tuas roupas para ti mesmo, não para causar olhares e desejos!”). Assim, concluímos nossa contribuição por mais moralidade e menos moralismo, cujo excesso queremos combater. Afinal, qual sua posição sobre o cuidadoso trabalho de reflexão em mãos?! Considera a Crônica, que acaba de ler, equilibrada, oportuna e construtiva?!

Novembro: MORTOS VIVENTES – Não morreremos, a alma nasce do Espírito e habita o tempo!

. Ver em: [ RECEPÇÃO ] – Todos os Títulos Já Publicados.
Apresentação do Blog como produto, no Post: [Turismo Interno] – Sinta-se em casa!

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