Guia do Blog

> Recepção (Mapa)
> Histórico (Sobre Nós)
> Fragmentos
> Sinopse do Conto
> Temas (em Versos)
> OFICINA MENTAL
> Variedades
> Da Redação
> VITRINA (Janela do Leitor)

"Sabe o Blog que corpos humanos, templos do Espírito!"
comum. Calcular PageRank com.br
Leitores Qualificados:
Ano 18 - MdM: 3.75







Intensas lidas. /
Letras recendem, /
Luzes acendem, /
Eis que desprendem /
Sombras temidas!



Doar Sangue, Um Gesto Simples e Gesto Nobre
Gotas de Vida!

Voto Distrital
Voto Distrital

"Como honrar à altura
o Corpo Humano:
associando-o a Deus
e à Natureza!"

(Jhosa)

[Contra-Capa]

VÍTIMA OU BANDIDO?

Diferenças até demais e eu não saber quem sou?!
(Por: Joseh Pereira – 14/05/2013)

Não, não será uma página policial de TV ou boletim matutino de alguma emissora de rádio, como pode parecer. Ao contrário, nosso foco é outro. Nós perguntamos até quando um certo poder dominante, de índole socialista totalitária e, atualmente, muito influente na América Latina, irá continuar a distorcer e deformar a opinião pública, que passa a ver ou tende a ver o bandido como a autêntica vítima de um “sistema opressor e injusto”, com número muito maior de defensores do que aquele cidadão honesto, estudante ou trabalhador que é maltratado, torturado e, até, assassinado por um frio e monstruoso algoz?!… E é cada vez mais ampla e espaçosa esta cosmovisão falha, de valor e lógica invertidos, que prevalece nestes eventos. Porque, como todos podem observar, este grupo ideológico de orientação esquerdista e aliado a notórias ditaduras mundo afora, até ao terrorismo de mesma estirpe, age metodicamente, infiltrando-se em todos os meios e setores sociais, na educação, na religião, na informação, na cultura, visando sempre um fim, que pode ser mais ou menos imediato, pois, o que conta é vir a ocupar, de forma falsamente pacífica, até o último palmo físico e mental da Nação. Mas, alto lá, isto caso seus legítimos representantes e representados se deixem levar, por simpatia ou medo, ao abismo final!
Vamos pensar um pouco na perturbadora mania do cotismo, típica por nunca considerar o mérito e a eficiência, mas sempre com o seu pretexto de corrigir supostas pendências longínquas da História, sejam as de gênero, raça ou níveis sociais, muito aplicadas atualmente em políticas públicas por governantes, os quais, como gostam de proceder, desprezam a “verdadeira matemática dos fatos e da história”, um princípio básico da justiça isenta. Ao contrário do que dizem estes ativistas e militantes do governo e fora dele, quando um vestibulando branco em melhor classificação, legítimo portador de méritos duramente conquistados, é obrigado para preencher as tais cotas estabelecidas a dar lugar a outro candidato ao curso a “n” posições abaixo, apenas porque este outro considera-se de origem negra, isto se resume, do ponto de vista de qualquer consciência sã, na maior e mais evidente injustiça contra o candidato descartado, se levarmos em conta que um branco de hoje (o de ontem, quem garante) nunca escravizou ninguém e o candidato – ele, hoje – de origem negra, além de nunca ter sido escravizado, mais absurdo ainda é relacioná-lo àquele candidato prejudicado, sapateando em cima dele unicamente por ser branco. Eis, neste exemplo, um clamoroso privilégio (imoral), uma discriminação odiosa e atitude racista promovida publicamente pelo governo no Brasil! Nem vou me estender muito neste assunto do cotismo, por achar suficiente o exemplo dado para desmascarar a mística da “justiça social”, expressão preferida de ativistas desmiolados, uns coitados ou covardes, os inocentes úteis como parte da manada a caminho do matadouro, além de tantos outros militantes profissionais alimentados com dinheiro público, a fazer deliberadamente o mau uso da publicidade e da propaganda para vender seu falso e sujo “humanismo” de fachada!
No exemplo acima temos o coletivo a sacrificar o indivíduo e o cidadão, que passa a ser uma simples abstração ou número na composição de uma outra entidade coletiva, mantida única e exclusivamente por suas superficialidades ideológicas ou doutrinárias que convêm a seus atuais agentes e defensores. O indivíduo, que compõe uma família, a célula de uma sociedade com vez e voz nos limites de cada território, isto o coletivismo não reconhece! Daí, essas noções e conceitos esdrúxulos sobre direitos e deveres do indivíduo perante a sociedade, que fazem do ladrão e assassino de toda ordem um sujeito a ser tolerado porque “vítima” da outra parte da sociedade, que ele assalta, rouba e mata. Ou, numa outra leitura de mesma linha, ele é um agente útil à mesma causa ideológica, na medida que estes marginais estabelecem uma luta de classe, conhecido instrumento revolucionário marxista dessa corrente política influente. Assim, como todos podemos ver, prossegue sem trégua essa invasão maciça em todos os meios de comunicação, nas escolas de todos os níveis, igrejas, diversas instituições, redes sociais, livros e muitos blogs de aluguel, todos tentando romper uma ordem estabelecida, de foice e martelo em punho, mudando mentes e consciências que, aos poucos, começam a repetir o vocabulário de eventuais dominadores, convencendo-se que “A” não é mais o mesmo e “B”, na realidade, é “A” ou o contrário, tamanha é a confusão mental que se instala, pronunciam isso tudo inicialmente meio tontos, titubeantes e confusos, que é o que eles querem que aconteça, como num estado de choque, que o indivíduo perca todo o seu referencial, sua bagagem de instrução e conhecimento, seus princípios e caráter, sinta-se perdido, enfim, torne-se facilmente manipulável. O trabalho é mesmo de gênio, sim, gênio do mal, com certeza! E, para completar o quadro, nossas fontes atuais de informação e de conhecimento, que deveriam nos ajudar por sua obrigação profissional e empresarial, salvo raras e honrosas exceções, ou perderam o norte que os orientavam ou se tornaram reféns de patrulhas ideológicas e não sabem, sequer, quando ganharão novamente a liberdade de expressão, por ora, subtraída.
Afinal, quem é a vítima ou quem é o bandido? Para qualquer um de nós seria uma canja o discernimento e resposta sobre quem é a vítima e quem é o bandido, caso ambos se defrontem, se não estivéssemos vivendo no Brasil um período surrealista, com uma ditadura de minorias propagadas, em que as palavras perdem seu sentido definido em dicionários e adquirem um novo sentido ad hoc, sem pé nem cabeça, conforme a ocasião e a circunstância do momento, sendo muito arriscado emitir qualquer juízo, seja onde e a quem for. É como se vivêssemos cercados de sindicatos políticos (clandestinos, mas com prestígio) nos policiando e fiscalizando tudo o que fazemos e dizemos, o que andamos ouvindo ou lendo, com quem estamos andando ou recusando a andar… Buscam sempre, por meio de uma ou outra interpretação desengonçada e balizas particulares suas, incriminar aqueles que ainda ousam encará-los, mantendo-se na linha da moral social desde o berço, recusando terminantemente a tornar-se massa amorfa, facilmente manipulável, como este modesto Editor cuida para que evitem. O processo de massificação é sempre um perigo! Quanto maior a distância, melhor!


PS – Quanta insanidade a tomar conta de espaços públicos e privados, a desrespeitar posses e propriedades, as tangíveis e, também, as intangíveis. Em português claro, nós podemos dizer que está aí a turma, cujos fins justificam quaisquer meios, eles riem dos limites legais, racionais e morais. Seus combustíveis que os impulsionam são antidemocráticos, ainda os mesmos com que desencaminharam a História no leste da Europa, a partir do início do Século XX. Assim sendo, não andam atrasados, pararam no tempo!

. Ver em: [ RECEPÇÃO ] – Todos os Títulos Já Publicados.
Apresentação do Blog como produto, no Post: [Turismo Interno] – Sinta-se em casa!

Leave a Reply

  

  

  

You can use these HTML tags

<a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>