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[Contra-Capa]

VÍTIMA O BANDIDO?!

Uma linha de interpretação vitimista-ideológica opera a inversão.
(Por: Joseh Pereira – 01/01/2019) – Reeditado

Nós, ao receber um novo tempo, o “Ano da Graça de 2019″, com um novo governo e fundadas esperanças, confiantes, mas cientes das dificuldades a superar, saímos já ao batente, na lida ou labuta que escolhemos. Após breves palavras na abertura de calendário, iniciando o Post, prevenimos não se tratar de página policial ou boletim da imprensa marrom, como a princípio pode parecer. Ao contrário, o nosso foco é outro bastante diferente. Nós, hoje, a exemplo de outros bons assuntos, queremos abordar, além da prática, a noção exata da verdadeira Cidadania, como se aprendia na disciplina de Organização Política e Social ou em Educação Moral e Cívica dos bons ou ótimos tempos que já vivemos no Brasil, no que tange aos costumes, bem como nos relacionamentos humanos e sociais, os quais quem sabe poderão ser revividos a partir de agora, com os ventos soprando a favor. Cidadania era e nunca deixou de ser (pois, a ninguém foi dado o poder de mudá-la), se não uma função ou título a cada nascido, ao menos uma atribuição que lhe confere dignidade, sobretudo e principalmente com o reconhecimento oficial de uma Certidão de Nascimento, pelo qual, além de um nome com que se identifica e uma filiação, o indivíduo ao mesmo tempo se torna credor e devedor, ainda que por seus representantes legais adultos, junto à figura jurídica pública do estado nacional a que pertencer. Não é demais lançarmos mãos de alguns conceitos para nos ajudarem na didática, tornando-nos mais claros. Quer dizer, do mesmo modo que uma luz mais nitidamente se nota onde há a presença da escuridão ou sombras pela ação do contraste, o que diríamos também do preto não fosse o branco, do alto não fosse o baixo, da esquerda (referencial, a geométrica), não fosse o lado direito e tantas outras junções opostas que se interagem e se complementam, como acontece ainda entre o quente e o frio, uma infração e a pena, por fim, não fugindo à regra do jogo cruzado, “a cada direito deve se sobrepor ao sagrado dever”, um não sobrevive nem se pensa sem a presença da outra parte, sendo de pronto nula toda tentativa de identificar direitos não correspondentes a deveres. Todavia, a banda não toca conforme a música, anda por toda a parte desafinada como se pode facilmente observar. Fala-se demais em direitos, não se dando ênfase o bastante ao dever, rompendo assim a ordem direta do raciocínio lógico. Não acham demasiado emblemático aparecer na Constituição Federal em vigor 76 vezes a palavra “direito” e somente quatro vezes a palavra “dever”, como explicar um placar assim?! Outra coisa que nos causa muita estranheza. Todos nós conhecemos, desde 10 de Dezembro de 1948 (já com 70 anos), a Declaração Universal dos Direitos Humanos, publicada pela ONU. Agora, a pergunta que não quer calar. Por que não existe em parte alguma do mundo (justiça se faça, algumas minutas do documento se esboçam), que se chame Declaração Universal de Responsabilidades e Deveres Humanos?! Até quando devemos ter consciência dos nossos direitos e ignorarmos, sistematicamente, os nossos correspondentes deveres e responsabilidades?!
Queremos, agora, dizer sem medo de errar que muita gente aplaudiria de pé uma educação ministrada a cada indivíduo, em casa e nas escolas, além dos meios de comunicação convencionais e digitais, que tivesse “vontade e seriedade, boas condições ao grande mister e, como consequência, a eficiência na transmissão de técnicas, conhecimentos e valores construtivos” para moldar a personalidade do educando, de modo que logo pudéssemos identificar, aí, em cada Cidadão o humano na busca constante de ser direito, que vê a Cidadania a partir do seu dever e sabe que todo direito de um Cidadão implica diretamente no dever de outro Cidadão ou entidade constituída, sendo sempre e necessariamente um, o direito, a face do outro, o dever. E que lindo oásis acabamos de pintar, como meta ou uma miragem. Absolutamente, uma utopia, no sentido do não-lugar ou lugar nenhum, apenas uma aspiração ainda distante. Mas, voltando à Terra, ou melhor, ao Brasil, o nosso chão real, retomamos o foco declarando que todos nascem, sempre, no lado do dever, para ser sujeitos, que buscam, pensam, fazem, produzem e oferecem, resultando, inevitavelmente, obedecendo a uma lógica de precisão matemática, a condição de pacientes, no lado do direito, onde, de forma direta ou indireta a atos causadores, deve (nada obstante) fluir generosa e naturalmente algo que se confunda com ou represente méritos verdadeiros. Não há outra forma (mesmo que pareça irrealizável) de construir, na sociedade e na Nação, a ordem, o Direito e a justiça, se quisermos pacificar a questão da segurança pública e particular, permitindo que o Cidadão de bem possa viver, estudar e trabalhar normalmente. Entretanto, quando se tenta examinar as causas e motivos do crescimento da criminalidade das últimas décadas no Brasil, surgem os pregadores de supostos direitos acumulados na História há séculos, que os nossos tempos atuais devem se desdobrar, hoje, com leis e esforços compensatórios como se fôssemos nós alguns réus de passados remotos, além de afirmarem os mesmos doutrinadores ideológicos, geralmente marxistas, que o capitalismo contribui de vários modos com a criminalidade no país, pelo consumo de bens caros por uns e a crônica pobreza de outrem, que o estimularia a assaltar e roubar, não explicando, porém, os grandes crimes dos seus magnatas companheiros. Fazem ainda da própria criminalidade, por eles atribuída ao capitalismo, sua razão fundamental para combatê-lo, lamentavelmente. Como vimos, assim é fácil transformar a criminalidade em aliada político-ideológica a serviço das suas reformas visando ao socialismo, pelas quais, bandidos e criminosos esperam ser amigos do rei, não mais as vítimas, como se autoproclamam. No coletivo que adotam, o indivíduo ou Cidadão vira simples abstração ou número, não mais compõe uma família, suas noções e conceitos sobre direitos e deveres perante a sociedade se resumem na condição de “vítima” da sociedade, podendo assaltar, roubar e matar. Fomentam a luta de classes entre categorias sociais, tentam romper a ordem estabelecida, na foice e no martelo (sob disfarces), mudam mentes e consciências que, aos poucos, perdem seus antigos referenciais, instrução e conhecimento, princípios e caráter, tornando-se facilmente manipuláveis pelo gênio do mal. E o “politicamente correto”, coisa deles, sempre à espreita, sendo arriscado emitir qualquer juízo, seja onde e a quem for, como se vivêssemos cercados de agentes clandestinos nos policiando em tudo o que fazemos e dizemos, o que andamos ouvindo ou lendo, com quem estamos andando ou recusando a andar, buscam sempre uma ou outra interpretação desengonçada e balizas particulares para incriminar adversários. Por acaso, alguém pode dormir com tanto barulho à porta?! Ou, ao contrário, não devemos mesmo fazê-lo, mantendo-nos sempre vigilantes e atentos, dia e noite, sem cessar?! Vamos, com fé e muita obra, aos poucos, materializar nossas esperanças?!


PS – Olá, Brasil, o País que queremos, acaba de chegar um novo tempo, o Ano da Graça de 2019! Vamos, durante 365 dias, levar dentro de nós e, quando pudermos, convertermos em realidade o sentido de alegria de que é portador todo beijo e abraço, voto e mensagem dos ambientes festivos que vivemos com a família e amigos?! Não desperdicemos, jamais, as energias que podem vir de lugares muito diversos! E, por falar em materializar esperanças, eis um bom caminho a trilhar em 2019. Por exemplo, investir mais em nós mesmos, procurando filtrar e identificar todo e qualquer “ruído ideológico”, seja no modo de pensar e falar, nos juízos de valor e na interpretação dos fatos, tendo muito cuidado com o vocabulário, preferindo regras linguísticas mais tradicionais, para não incorrermos na cartilha que queremos combater. Muitos de nós, por algum motivo, gostamos de falar, pensar e escrever, mas não degustamos (saborear, no detalhe) nem elaboramos (lapidar o texto, esculpir) como devíamos, superficiais, não criamos resistências, das quais necessitamos para fechar espaços. Assim sendo, por que não? Vamos, desde já, com bastante elegância, cuidar melhor da nossa Civilização, defendendo com unhas e dentes a Cultura e a Tradição que nos deram abrigo?! Combatendo, igualmente, o vitimismo e outras distorções do pensamento?! Quanto a 2019, portanto, suas esperanças são altas, baixas ou nulas?! Por quê?! Onde V. costuma buscar a matéria-prima?! Hein?!

MBT – Ano XX (2019): Originário de 14/05/2013, um texto em reprise com vida nova!

. Ver em: [ RECEPÇÃO ] – Todos os Títulos Já Publicados.
Apresentação do Blog como produto, no Post: [Turismo Interno] – Sinta-se em casa!

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