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"Como honrar à altura
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associando-o a Deus
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Nós, o Editor do Blog,
nos acentos diferenciais
e em vogais dobradas
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[Contra-Capa]

PRESENÇA MATEMÁTICA

Superior ao conceito, a Matemática vai buscar a definição!
(Por: Joseh Pereira – 01/06/2019) – Reeditado

Histórias de enganos e equívocos existem. Nós, muito seguros, dizíamos gostar da Língua Portuguesa e detestar a Matemática, como se fosse possível evitá-la, estudando outras coisas. Até digerirmos um livro-tese da USP, a demonstrar a onipresença da Matemática, como a matéria-mestra, profunda, da qual todas as disciplinas e setores do conhecimento dependem, explicitamente ou não. E surgem os personal computers no Brasil, com monitores de textos uniformes do DOS, rede VTX de comunicação com linha discada, planilhas do Lotus 123, impressoras de papel contínuo, com muita programação, cujos algoritmos e fluxogramas traziam as inovadoras partículas if, then, else etc. da engenhosa Lógica Booleana, em pontos estratégicos em que o computador avalia condições e, conforme uma ou outra situação toma a decisão, utilizando a Matemática, organizada em circuitos simples e integrados, a processar as soluções, informaticamente. A partir destes felizes eventos na vida pessoal e profissional, apontando um novo modo de ver e analisar pelo resto da vida, nós, mesmo não recusando o mundo do sentir, do qual derivam os conceitos das ciências humanas, ficamos por demais encantados com a Matemática, por sua fidelidade à razão e à lógica, tornando-a em definitivo a base, fundamento e princípio para qualquer matéria, “até mesmo em matéria doutrinária, ao explicar e definir a presença de Deus na sua relação com o Universo e as pessoas”, a natureza e tudo o que a compõe. Descobrimos, aí, o método do mapeamento mental para pensar e decodificar esquemas, construções e quebra-cabeças, simples e complexos do cotidiano, “assim” de sentenças e equações, termos conhecidos e incógnitas, constantes e variáveis propondo responder a dúvidas e processar soluções. Somos, por isso tudo, sem medo de errar, por uma ciência humana que adote métodos da ciência exata para reduzir suas concessões e tolerâncias elásticas, excessivas, viciantes e perturbadoras em vários sentidos. Entretanto, não quer dizer que devamos nos privar sempre das margens de tolerância ou fronteiras, que formam as zonas cinzas de certas intersecções dos conjuntos. Pois, não podemos esquecer que estamos sempre nos defrontando com a necessidade de operar mudanças ou ajustes, que a Matemática também contempla, cuja tolerância, no entanto, não cai e se perde no infinito, como ocorre quando se subestima a lógica das convenções e parâmetros matemáticos, responsáveis pela sustentação lógica e natural de coisas e fatos, que compõem o nosso ambiente, na forma tangível e intangível. Aliás, toda a Natureza, da qual somos parte integrante e o imenso Universo, o Cosmo com os espaços siderais são o maior exemplo da Matemática em ação, regida por leis, rígidas, cuja autoria humana, oriunda de qualquer época e lugar, é igual a zero! Somos partículas ínfimas deste infinito e, novamente, notem a Linguagem Matemática como único recurso para tamanha precisão. Definitivamente, vai adiantar ficar ou correr, para a Matemática não pegar?!
Na sequência, queremos realçar um pouco mais a onipresença da Matemática por todo o processo da nossa existência, coisa muito séria para poder ser subestimada. A Matemática, basicamente, compõe-se de Aritmética (ciência dos números, suas propriedades, mais as quatro operações); a Álgebra (a ocupar-se dos cálculos por meio de letras ou outros símbolos) e a Geometria (com suas linhas, ângulos, figuras e sólidos, nas formas simples, bi e tridimensionais), atuando uma área quase sempre em conjunto com outra, ou seja, matematicamente. Podemos, a seguir, percorrer momentos do cotidiano e prestarmos atenção de onde vem o vocabulário a que recorremos na declaração dos fatos. Observem, quem deita fica em linha horizontal, levanto-me (vou para cima) pela esquerda ou direita da cama, mantendo-me em pé na vertical. Posso tomar um café + ou – quente. Avaliar o tempo, calcular tipo e quantidade de roupa, vestindo-me. Descer (diminuir altura), cruzar (linha sobre linha) a avenida e seguir, assim, a desenhar meu trajeto em que a Matemática não nos esquece, como se fosse ela a nos mover, tal a sua presença. Viver é avaliar e resolver valores, reconhecer variáveis para aceitar ou recusar conjugações, não desgrudamos de algoritmos em ação que se juntam a outros maiores e mais gerais, no todo e universalmente, não tendo fim a linda brincadeira. Mas, já que falamos muito dos algoritmos, vejamos ao menos um bem simples, no [fluxograma]. Aí, o mecanismo em tela nos dá uma de três respostas, faz até duas consultas e termina com uma solução, não havendo meios termos, pois, quando uma terceira ou quarta condição ocorrer, logo se constituirá uma nova via a caminho de outro resultado, inexistindo os impasses. Daí, nós considerarmos além de sábias muito compatíveis com o assunto manifestações assim: – “Nas questões matemáticas não há incerteza ou dúvida nem distinções entre verdades médias ou de grau superior” (cf. Hilbert); “O livro da natureza foi escrito exclusivamente com figuras e símbolos matemáticos” (Galileu); “A Matemática, quando a compreendemos bem, possui não somente a verdade, mas também a suprema beleza” (Bertrand Russell); “A música é um exercício inconsciente de cálculos” (Leibniz); “Existe um paralelo entre o progresso social e a atividade matemática, países socialmente atrasados combinam com a atividade matemática inexpressiva” (cf. Jacques Chapellon); “Não há ramo da Matemática, por mais abstrato que seja, que não possa um dia vir a ser aplicado aos fenômenos do mundo real” (Lobachevsky); “O abandono da Matemática traz dano a todo o conhecimento, pois, aquele que a ignora não pode conhecer as outras ciências ou coisas do mundo” (Roger Bacon); “A Matemática é a mais simples, perfeita e antiga de todas as ciências” (Jacques Hadamard); “Um bom ensino da Matemática forma melhores hábitos de pensamento e habilita o indivíduo a usar melhor a sua inteligência” (Irene de Albuquerque); “No que se refere à ciência, a autoridade de mil pessoas não vale o simples raciocínio de um indivíduo” (Galileu); “Para criar uma filosofia é preciso apenas renunciar à metafísica e tornar-se um bom matemático” (cf. Bertrand Russell); “A natureza inteira está escrita em linguagem matemática” (Galileu); “Toda a educação científica que não se inicia com a Matemática é, naturalmente, imperfeita na sua base” (Auguste Comte); “As leis da natureza são pensamentos matemáticos de Deus” (cf. Kepler). E, para encerrar o pequeno Post, nós indagamos. Quem poderá respirar, ver o tempo, saber as horas sem recorrer à Matemática?! Ou, apesar de tudo, ainda não se sente convencido da sua soberana posição frente às demais disciplinas?! Mas, por quê? Não ficou, sequer, balançado(a)?!


PS – Que tal, neste final da Crônica, convencer-nos de que a Matemática só não dorme conosco porque quando dormimos, ela, a portar sempre a sua lógica, mantém-se de pé, bem desperta, acordada. Pois, a existência material, por mais que pareça estática, ao contrário, é muito dinâmica. A todo momento nós estamos envolvidos por estruturas racionais das causas e efeitos, os custos e benefícios com suas tendências, maiores ou menores, a determinar resultados, com termos combinados a formar modelos ou mapas vistos como possíveis. Afinal, a hora de perguntar. Qual, por exemplo, o relacionamento da Filosofia com a Matemática?! Não lhe parece, como tudo nos leva a crer, que tais ciências foram as primeiras definidas pela humanidade no começo da História?! Com a primeira respondiam “por que” e com a segunda, o “como”, pela lógica dos acontecimentos, desde os mais rudimentares aos mais sofisticados?! Que tal, enfim, reduzirmos a imensa grade disciplinar em apenas duas disciplinas, Filosofia e Matemática, uma para pensar as coisas e outra para demonstrá-las?! Ou seria um sonho em noite de verão (outono, inverno ou primavera), a desprezar a Didática, também necessária e fundamental no contexto pedagógico?!

MBT – Ano XX (2019): Originário de 01/10/2013, um texto em reprise com vida nova!

. Ver em: [ RECEPÇÃO ] – Todos os Títulos Já Publicados.
Apresentação do Blog como produto, no Post: [Turismo Interno] – Sinta-se em casa!

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