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[Contra-Capa]

CADERNOS DE GRAMSCI

Feliz sois vós, quando do tipo não sei, mas quero saber!
(Por: Joseh Pereira – 01/07/2019) – Reeditado

Difícil imaginar que haja até os dias atuais alguém que tenha resistido culturalmente, nada lhe chegando à cabeça das teorias de Gramsci, quais os seus métodos e como funcionam. Porém, apesar de inúmeros modelos didáticos à disposição dedicados à infiltração da doutrina gramscista no Brasil, muita gente se manifesta como desconhecedora do assunto. Nós, ainda durante a versão original do Post em 2014, tivemos a felicidade de encontrar e escolher um trabalho bastante completo e esclarecedor do Diário do Comércio, por nós simplesmente intitulado [Gramscismo], ambientado no Blog com total respeito à fonte, cujo link, lamentamos, deixou de existir. Aliás, muitos dos nossos cidadãos, como nos certificamos, nunca ouviram falar de ANTONIO GRAMSCI porque raros os autores e mais raros ainda os jornalistas para alertarem a opinião pública, ou melhor, a Sociedade Nacional do forte veneno teórico-doutrinário que, aos poucos instilado nas mentes e consciências dos mais mal-informados, infelizmente, vai tomando conta do país. O homem da foto, com um pequeno mapa territorial na cabeça, é Mikhail Gorbachev, o responsável pela redução da tensão e a abertura política da União Soviética, contribuindo desta forma com a queda do Muro de Berlim (fins de 1989) e a total dissolução do bloco comunista. Devemos ter como certo que, desde Karl Marx, criador do materialismo socialista, nascido em 05/05/1818 na Alemanha e 65 anos depois morto em Londres, onde passara a morar, o mundo não teve mais sossego, sendo sempre fustigado por todos os lados e de todas as formas. O comunismo se protege pela mentira e subordina pelo medo, em cujo dicionário estão proibidas as palavras mérito e eficiência. Durante a chamada Guerra Fria em que cães dos dois lados do mundo, soviéticos e norte-americanos rosnavam e recolhiam-se nos seus ninhos (entendam, arsenais bélicos), não obstante a inquietação e angústia do mundo livre pelas ameaças reais constantes, diretas e indiretas fomentadas pelos comunistas russos, ao menos os comunistas e filo-comunistas se expunham orgulhosos das suas bandeiras, não se escondendo sob máscaras as mais diversas, como vivem fazendo agora, após o maior fiasco da história, que responde pelo nome de União das Repúblicas Socialistas Soviéticas. Karl Marx sempre dá errado, até quando dá certo, como em Cuba, Coréia do Norte, Venezuela etc., onde nunca deveria ter se estabelecido, os povos desses países que o digam. Sim, não tenham dúvida, com o fim da Guerra Fria, a partir de 1989, o comunismo se espalhou como praga pelo mundo, sob quaisquer bandeiras ou denominações do gênero, dentro ou fora de órgãos e instituições, com seus venenos perigosos contra adversários seus do mundo livre, a estudar, trabalhar e produzir. Afinal, queremos indagar. Comunistas do mundo inteiro não produzem e mergulham em dinheiro, logo, com bastante propriedade, não vivem como parasitas ou sangue-sugas, história a dentro?! Algo, ainda que remoto, a temer pelo tom da pergunta?! Por quê?!
Voltando ao núcleo principal do tema, aprofundemo-nos um pouco mais sobre o sistema revolucionário dos discípulos de Gramsci, um italiano que, embora comunista, apenas por discordar, ser um dissidente, foi preso por outros comunistas, em cuja cela escreveu 30 cadernos, com seus métodos e teorias revolucionários por muitos hoje adotados pelo mundo. Lendo o anexo “Gramcismo” (link acima), Você saberá com detalhes: 1. Quem introduziu o gramscismo no Brasil (os comunistas, na década de 1970); 2. A constituinte de 1988 e a República Socialista (a etapa socialista do processo quase foi imediata, não fossem os democratas com a formação de combatentes de centro, neutralizando as tendências); 3. PCB e o gramscismo (1990/1, comunistas continuam defendendo a estratégia gramscista, mas URSS cai com o Muro de Berlim, PCB muda símbolos, a linguagem e o nome para PPS); 4. As esquerdas brasileiras e o gramscismo (alguns dos novos partidos e seus perfis ideológicos, esquerdas simpáticas ao gramscismo como estratégia socialista de comunização); 5. O Brasil e a revolução no Ocidente (a busca de um novo centro de irradiação do comunismo pós-URSS no Leste Europeu, o FORO DE SÃO PAULO a todo vapor, fundado aqui por Lula e Fidel Castro é o maior exemplo da transferência do foco comunista no mundo); 6. Superação do senso comum, lenta e gradual, como mandam seus scripts; 7. Neutralização das “trincheiras” da burguesia (constrangendo, esvaziando e enfraquecendo, uma a uma, as instituições e tradições do mundo democrático e livre com economia de mercado, até o desfiguramento total e suas substituições); 8. O “estado ampliado” (além da expansão direta ou indireta do estado-empresário, a estimulação de ONGs, suportadas por cofres públicos, conselhos populares de toda ordem, sindicatos, associações de classe, segmentos cada vez mais amplos da imprensa e outros setores, os quais, como braços partidários em funções de estado, daí por este financiados e remunerados, devendo-lhe proteção contra críticas e oposições). Temos desta forma um breve resumo, mas bastante robusto sobre um assunto de fundamental importância, no sentido de nos proteger dos disfarces e camuflagens enganadores da militância. Não vamos reproduzir, aqui, como se capturam porcos selvagens, pois, o caso exemplar é muito conhecido e, sabemos, como muita gente no Brasil é igualzinha, ou seja, somos loucos por coisas de graça, acostumamos depressa a não batalhar pelo que precisamos e não ligamos, quando necessários, os nossos desconfiômetros. E vamos, assim, afundando, caindo em esparrelas, discretas armadilhas pelo caminho vida a fora, quem sabe, chorando depois pelo leite derramado, pior ainda, a carregar muita gente inocente no mesmo barco furado. Pedimos também, por último, pesquisem e avaliem a influência nefasta em nossa cultura da “Novilíngua” de outro teórico comunista (George Orwell, com seu “1984″ e “A Revolução dos Bichos”) e observem se, na mais sã consciência, poderíamos admitir que “desigualdades” são “injustiças”, todo “pobre” é “excluído” (de onde e por quem) e que o “rico”, ou é um repugnante “explorador” ou “opressor” das massas, de forma a estimular conflitos às classes sociais, outrora, pacíficas e colaboradoras entre si. Outra coisa, “cidadania” é o título de cidadão conferido por um Cartório de Registro do meu nascimento, necessário lembrar, não é uma demanda popular atendida ou à espera, como quer nos fazer crer a militância, trata-se, portanto, de uma via de mão dupla do nosso Direito e Dever de cada indivíduo para com o estado. Hora de perguntar. Até quando vamos ser dóceis ovelhas a declarados maus pastores?! Ou, então, os porcos selvagens da aludida fábula?! Lembram como fazem seus caçadores?!


PS – Desculpem a nossa insistência. Sabem, eles não param, não podemos parar. Não se trata de música com uma nota só, o disco que rodamos está perfeito! Comunistas não comem crianças, como se dizia, fazem pior, muito pior. Devoram a qualquer um, em milhões de cabeças, sem dó nem piedade, como fartamente documentado pela História, cujos fatos dispensam argumentos. Falamos, é verdade, de “milhões de cabeças” que, hoje, pelo método revolucionário gramscista, querem transformá-las, mudar exatamente as nossas cabeças, ou seja, as nossas consciências, nossas mentes e intelectos, até nos tornar frios cidadãos, depois, mais “camaradas”, fiéis colaboradores ou dóceis escravos seus, condenados a em tudo aplaudi-los, sob pena de morrermos como mártires ou sermos presos como simples insetos. Está bom assim?! Ou o Post carrega demais na tinta?! Onde, por favor?! Os porcos selvagens da estória sabiam o que lhes faziam?!

MBT – Ano XX (2019): Originário de 04/01/2014, um texto em reprise com vida nova!

. Ver em: [ RECEPÇÃO ] – Todos os Títulos Já Publicados.
Apresentação do Blog como produto, no Post: [Turismo Interno] – Sinta-se em casa!

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