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"Sabe o Blog que corpos humanos, templos do Espírito!"
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"Como honrar à altura
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(Jhosa)

[Contra-Capa]

MUITO OBRIGADO

Gratidão, quando compartilhada, faz relaxar os poros da alma!
(Por: Joseh Pereira – 01/09/2019) – Reeditado

Um profundo estado de gratidão, em se tratando de momentos de prece ou simples silêncio meditativo-contemplativo, nós consideramos fundamental, necessário e, por que não dizer, obrigatório. Já no plano dos relacionamentos humano e social, naturalmente, em muitos momentos, até por uma obrigação nossa, teremos de ser (ou são conosco), por vezes, repreensivos ou críticos, como ato de caridade da parte, no qual, quando acontece, devemos nos manter dentro de relativo equilíbrio, tentando não perder as estribeiras, visando a nos proteger de desgastes desnecessários, nossos ou de outrem. Nós defendemos, evidentemente, que a atitude de gratidão favorece a quem deseja receber algo e, já que estamos sempre em Estado de Necessidade, deveríamos permanecer, constantemente, em ESTADO DE GRAÇA, ou seja, com nosso espírito descontraído, ao menos como proposta ideal a ser buscada, obviamente. Aliás, já dizíamos em antigo Diário, o “Fragmentos” (link ao lado, Guia do Blog), nestes termos: – Agradecendo é que se obtém a graça de Deus (o provedor-mor universal). Pois, quem pede, permanece pequeno, negativamente tenso (com muitas sensações do tipo ‘será que…’), obstruindo, assim, os poros da Alma. A gratidão, ao contrário, engrandece, relaxa os tecidos da Alma, seus poros respiram livremente, produzindo, desta forma, um bem-estar que permite, biológica e universalmente, refletir-se onde estivermos na forma da aspiração. No caso em tela, com o Provedor-Mor, tudo bem, nós podemos relaxar sem reserva a nossa Alma, ou seja, a Mente Humana. Em outras situações, vale lembrar que o amor puro e verdadeiro exige frieza, também, para entendermos que nem tudo que brilha se constitui em ouro, para tanto, por prudência, jamais desprezar a cautela ao baixar a guarda ou, em outras palavras, ao eliminar nossas tensões de segurança que estejam ativas no campo mental. Neste ponto, penso ser útil falarmos um pouco mais sobre o Campo Mental, ou seja, o entorno todo em que constantemente influenciamos ou somos influenciados, por onde transitam diferentes frequências mentais, com as quais podemos ou não compartilhar. Pois, cada cérebro humano em atividade, enquanto apto a receber estímulos, no ato de pensar emite pulsações que podem ser dirigidas a alvos específicos ou esparsamente, sendo tais pulsações os chamados fluidos, positivos, negativos ou neutros, que transitam por onde andamos, seja pelo ar ou infiltrados nas coisas. Da nossa parte, independente do “confiar desconfiando” que adotamos, precisamos estar atentos a duas coisas, fechar todas as frestas possíveis da nossa mente ao que não queremos como indesejável visitante e, por outro lado, tornar nossa mente o mais flexível que pudermos a tudo que nos faz crescer ou contribui para o crescimento de outrem com quem de alguma forma nos relacionamos. É difícil relaxar a mente para arejar sua Alma e, ao mesmo tempo, tensionar a mente para impedir o acesso de eventuais inimigos?! Você já refletiu, na maior crueza da realidade, quão grande e inestimável se mostra o poder do pensamento?! Que pensar significa, rigorosamente, emitir luz ou trevas?!
Na sequência do texto, queremos ainda relatar duas ocasiões em que a gratidão foi muito intensa e natural. Faz alguns anos, eu tinha umas crises sérias, com calafrio, tremor e febre, que vinham e que iam, tendo me levado, enfim, à internação para pesquisas. Eram cálculos na vesícula, foi extraído um e deixado outro, cuja cirurgia eu iria programar com meu Cirurgião, mas todos fomos apanhados de surpresa ao pôr do Sol de um domingo de janeiro. Uma dor forte na altura do ventre causou a vinda de filho e nora, que moram perto, eu me acordando e me vendo, lúcido, no dia seguinte no leito de um hospital, com meu filho ao lado a me acompanhar, que me respondeu estar minha nora ainda no carro, onde havia dormido. Senti, ali, o amor mais verdadeiro do mundo, na expressão, atitude e práticas do casal, como no das demais pessoas envolvidas por diferentes laços, expressando seus votos, sua preocupação e sua solidariedade. Agradeço a tanta gente, médicos, enfermeiros, todo mundo, pelos seus gestos espontâneos de manifestação, todos igualmente dignos e humanos, precisos e certeiros. Na minha alta hospitalar, tudo certo, já sem os cálculos a incomodar e sem também a vesícula, removida. Outra vez, mas agora de forma planejada, após longa preparação médica e hospitalar, homem perto dos oitenta, em ousada atitude de quem cultiva em sua volta um salutar realismo positivo, vai a uma cirurgia vascular bilateral de grande porte dos membros inferiores, vasos a estender-se das costas dos pés e pernas até parte das coxas, tudo realizado na tarde de um dia movimentado, como todos os outros, muito especial. Da mesa de operação a uma sala de recuperação monitorada por dedicados atendentes, depois, já “mais perto de casa”, como eu dizia, fui levado para o quarto, onde aguardaria a alta. | E foi muito bom ser um quarto com dois, não em apartamento. Um rapaz com pneumonia aguardando transferência, sempre ativo e prestativo a me ver, ali, imobilizado. Após um delicioso jantar como o de um hotel, ele foi ao banheiro escovar os dentes, mas empenhado na minha segurança, entre uma fala e outra com sua mulher e amigos no celular, fez questão de chamar a assistente para me acompanhar ao banheiro, gesto sem o qual, desconfio, eu teria morrido. Deitado, meus pés devido à anestesia não respondiam comando algum, tendo de ser arrastados pernas e pés para o chão. Quando me pus em pé ao lado da assistente, a vista começou a turvar, a parede parecia fugir das minhas mãos e a cama fugia mesmo de mim. Assistente e colega de quarto me socorreram, pondo-me de volta deitado. Aí, sem poder me respirar como estivesse afogado, resmunguei algo como “não estou bem, chamem um médico”. Lá pelas tantas, contagem regressiva há tempo desligada, médicos disseram que, para se pôr em pé um pós-operado, somente quando o corpo todo voltar a responder, cuidado que, aliás, não fora observado. Eu estivesse, ao descer do leito, somente com um doente de pneumonia que, após me ver no chão desmaiado chamaria apoio (meu Deus), sem oxigênio o cérebro falece em segundos. Eu fui salvo por outro doente, sim, um desconhecido, de quem não me ausentei sem antes cadastrá-lo no WhatsApp, daí em diante, um digno amigo e, por sua imensa atitude, conhecido! Que maravilha, quando somos humanos! Quem, não estando já em Estado de Graça, faria algo assim, gratuitamente?! | Quantas vezes, cobrando, podemos ultrapassar a marca do oneroso em nome da Gratuidade?! Qual, a seu ver, o valor sublime da Gratidão a pulsar, constante, por toda a parte?! Ou, por algum motivo, seu radar anda meio avariado?!


PS – Declarar-se nada ter para agradecer, um grande equívoco, pois, sempre se vive na condição de devedor, no sentido espiritual ou filosófico da palavra, mesmo que superavitária a conta moral. Sabemos ter a gratidão um imenso valor e não custa nada, ao exercê-la afirmamos que alguém foi superior a nós, além de revivermos um espírito fraterno latente. Devemos agradecer por bênçãos ainda desconhecidas a caminho, pelas rosas entre tantos espinhos, ao orar, contemplemos o fim feliz já alegrando-nos com ele, gratidão é fruto de cultivo aprimorado, onde não entra gente rude ou grosseira. A cada dia que se finda, maiores os motivos para sorrir do que para chorar, agradecer é reconhecer méritos venham de onde quer que sejam. Nós temos os pés para caminhar, quando muitos não os possuem, um lar, seja como for, onde existe o amor não a solidão. E, não havendo quem nos escute, pode acontecer, seja então pela vida que sentirmos ou pela crença que nos faz resistir! Assim sendo, quem no seu cotidiano estará isento da obrigação de agradecer, sempre, com uma palavra ou um gesto?! Por que recusar um bem recíproco que a atitude proporciona?! É muito difícil entender?!

MBT – Ano XX (2019): Originário de 02/02/2014, um texto em reprise com vida nova!

. Ver em: [ RECEPÇÃO ] – Todos os Títulos Já Publicados.
Apresentação do Blog como produto, no Post: [Turismo Interno] – Sinta-se em casa!

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