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"Sabe o Blog que corpos humanos, templos do Espírito!"
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Voto Distrital
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"Como honrar à altura
o Corpo Humano:
associando-o a Deus
e à Natureza!"

(Jhosa)


Nova Ortografia.
Nós, o Editor do Blog,
nos acentos diferenciais
e em vogais dobradas
+ hifens, recusamos,
não aderimos!


[Contra-Capa]

VOGAIS E CONSOANTES

Infelizes sois vós, consoantes a sós, não fossem as vossas vogais!
(Por: Joseh Pereira – 01/10/2019) – Reeditado

Não, o Post não vai abordar rudimentos de Gramática, silabação e noções de morfologia. Pois, em recente ócio criativo ocorreu-me a imagem do quanto nós somos iguais às letras consoantes, dependemos das vogais para nos tornar sonoros e audíveis, para sermos verbos, verbos de ação. Interessa-nos sermos verbos. Vogal com vogal formam alguma combinação, como “ou”, “eu”, “ai” etc., porém, estão longe da auto-suficiência nos textos ou frases, também elas dependem das consoantes para ganhar o mundo e fazer sucesso. Um alfabetizando a juntar consoantes às vogais e formar palavras é simples, mas nós, movidos por um feliz “insight”, queremos focar uma outra similaridade, ou seja, para os mais diversos eventos da vida real em sociedade, onde as letras vogais ou consoantes do alfabeto da vida somos nós, em busca de agradáveis e eficazes parcerias, sejam em casa, no trabalho ou onde quer que ocorram, as quais, não são somente necessárias, mas inevitáveis. Daí, não negligenciemos, mantendo-nos atentos, cuidando bem da construção de certas combinações, entre as vogais e consoantes, para evitar grupos sem sentido e incompatíveis. Por aproximarmos às letras do alfabeto, entendemos que cada relação vai depender da obediência à Gramática, ou melhor, a uma disciplina pertinente a cada circunstância com que tivermos de defrontar. Assim temos, neste aspecto, a grande semelhança entre nós e as letras do alfabeto, a lição que ela nos traz e a “agradável curiosidade” de uma relação de fatos congêneres, das letras do alfabeto e das pessoas no seu cotidiano. Notem que, para se realizar algo, nós, a exemplo das vogais e consoantes, juntamo-nos e articulamos palavras de funções as mais diversas. Quando SUBSTANTIVOS, nomeamos ou chamamos o que já foi nomeado; com o ARTIGO indicamos gênero e número da parte nomeada; o ADJETIVO estabelece uma qualidade qualquer da parte nomeada; o PRONOME, além de mostrar a pessoa do discurso (a mesma no texto, nunca um “Você [3a. pess.] sabe que eu te [2a. pess.] amo”, ou tudo na terceira ou tudo na segunda pessoa), estando o PRONOME sempre no lugar do nome; o VERBO dá a ideia da ação ou estado do sujeito a ele ligado; o ADVÉRBIO nos mostra o modo como participa do discurso uma parte nomeada; o NUMERAL aparece para expressar quantidades, as frações e inteiros, os múltiplos, a posição ou ordem; a PREPOSIÇÃO liga uma palavra a outra e estabelece relações entre elas; a CONJUNÇÃO vincula orações e estabelece entre elas relações de coordenação ou subordinação; já a INTERJEIÇÃO concentra nela forte emoção ou estados de espírito. Sobre a turma das vogais, a exemplo dos humanos, elas gostam de se unir, formando pares perfeitos, nos chamados Ditongos. Às vezes, mesmo alheias ao romântico triângulo amoroso, elas formam a união de três, são os Tritongos. Outras vezes, são também obrigadas a ficarem separadas, quando acontecem os Hiatos. Também as consoantes fazem como nós, entre si, os seus grupos, os Encontros Consonantais. Exemplos de classes gramaticais, grupos consonantais e vocálicos despertaram seu interesse?! Que tal, então, tirar melhor a ferrugem?!
No Post ora em curso, firme e forte, já caminhando para terminar, inspirado numa analogia com puro sabor de crônica literária, eu quero ser “apenas uma consoante ou uma vogal, ou uma ou outra alternativamente, desde que eu possa contar com outra vogal ou consoante com quem combinar”. Ainda que maus bofes, que não faltam, as chicanas das más línguas ou simples idiossincrasias, tratadas como temperamentos pessoais e particulares, dos quais não consiga me libertar, possam tentar de alguma forma ou vir a prejudicar nossa aproximação, nem por isso devemos desanimar na busca permanente no sentido de melhorar nossas composições, as quais, se ainda não existem podem existir. Como em casos, assim, exemplares e bastante frequentes: O homem e a mulher, em casamento de direito ou de fato; entre pais e filhos, logo depois, quando estes vêm; a relação entre amigos, colegas de trabalho, sócios em empresas ou outros empreendimentos. Isto nas esferas mais triviais do nosso cotidiano, pois, em outras esferas bem mais complexas e delicadas, que abrangem instituições e a sociedade, o estado e cidadãos, não faltam composições e somente se realizam, como sempre, de forma equilibrada e sadia quando as partes envolvidas, quais as vogais e consoantes em seus locais de origem, estiverem também igual e gramaticalmente conscientes e disciplinadas. Por último, queremos desejar sejam abundantes, entre nós, segundo a imagem que fizemos, os melhores encontros, vocálicos e consonantais, formando com isso muitos verbos para atendermos a necessidade de dinamismo do nosso cotidiano. Dito isto, nós já sabemos – e faz tempo – que, como Vogal sozinha, isolada, temos pouca voz e não vamos muito longe, não, sem nos socorrer das consoantes. Quando no papel da Consoante, então, solta e descombinada, sem a companhia de uma Vogal, ficamos em estado de mudez total, sempre inaudível, com nossa frequência sonora a zero, daí, o “com” antes do “soante”, indicando a necessidade da companhia ou associação para darmos nosso recado e, consequentemente, se for o nosso desejo, sermos ouvidos. Interessante observar que há casos de pessoas que, evidentemente, parecem preferir a condição da consoante, não buscando o concurso de uma vogal para torná-las audíveis ou mais audíveis onde vivem, podendo ser por uma frustração sua ou alheia em que se baseiam ou outro motivo menos relevante. Nós imaginamos, para ilustrar a situação, os casos de pessoas que se descasam e não se recasam e outras, em número menor que não se casam de forma alguma nunca, havendo ainda outras que, embora livres do voto obrigatório de castidade, sequer, flertam com alguém em sua vida toda, de modo a formar um par romântico, duradouro ou não. Pois, acreditem, o Editor do Blog conhece alguém assim, gente fina e muito boa, aliás, que nunca namorou. Nós, pensando bem, não devíamos concordar com escolhas assim, porém, respeitosamente, de uma coisa tal pessoa pode se gabar, o de nunca ter sofrido qualquer dificuldade conjugal ou outra bastante trivial com crianças e adolescentes, filhos seus, eis que por toda a sua vida mulher e filhos foram promessas da Natureza que, por uma escolha sua, não se concretizaram. Assim, pois, no decorrer da Crônica, ao mesmo tempo que nos equiparamos às letras numa feliz metáfora, na formação das sílabas projetando-nos nas palavras que levam às diferentes classes gramaticais, nós ainda pudemos com muito gosto recordar de velhos tempos, escolar ou extra-escolar, em que nos dedicávamos com afinco ao aprendizado da Língua Portuguesa, o nosso estimado Vernáculo, a sempre digna Língua Pátria. Na realidade, além da nossa humana semelhança às vogais e consoantes, quem não se sente envolvido ou identificado com cada atributo de uma classe gramatical acima resumido?! Afinal, é difícil avaliar a humanidade das letras?! Por quê?!


PS – Num certo dia, sob refrescante ducha em tarde quente de verão, quando nos parece ocorrer um vácuo, logo preenchido por alguma originalidade, que sobrevém do “ócio criativo” ali vivido, tivemos a graça de sermos contemplados por interessante “insight”, segundo o qual, as letras consoantes e as vogais a formar sílabas e palavras têm muito a dizer e ensinar a nós, humanos, valendo uma analogia inteira entre elas e nós, as pessoas, em nosso cotidiano. Transitamos, pois, enquanto realizávamos nossa metáfora, por noções de fonética, as sílabas, encontros e desencontros, desembocando na identificação de cada uma das classes gramaticais, que muitos de nós já não sabem quantas e quais são, dentro do nosso consagrado glossário da Língua Portuguesa. Sobre tais classes, não temos dúvida da qualidade do resumo com que as identificamos, deixando muito pouco a desejar. Enfim, como ficarmos indiferentes a tamanha similaridade entre as letras e as pessoas, ocasião em que aprendemos uma “gramática” para bem vivermos com mais eficiência?! Que tal aplicarmos a nova “gramática” para melhorar o nosso viver?! Ah, entendi, Você já vem aplicando?!

MBT – Ano XX (2019): Originário de 01/03/2014, um texto em reprise com vida nova!

. Ver em: [ RECEPÇÃO ] – Todos os Títulos Já Publicados.
Apresentação do Blog como produto, no Post: [Turismo Interno] – Sinta-se em casa!

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