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"Sabe o Blog que corpos humanos, templos do Espírito!"
Comum. Com.Br
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Ano 20 - MdM: 4.0







Intensas lidas. /
Letras recendem, /
Luzes acendem, /
Eis que desprendem /
Sombras temidas!



Doar Sangue, Um Gesto Simples e Gesto Nobre
Gotas de Vida!

Voto Distrital
Voto Distrital

"Como honrar à altura
o Corpo Humano:
associando-o a Deus
e à Natureza!"

(Jhosa)


Nova Ortografia.
Nós, o Editor do Blog,
nos acentos diferenciais
e em vogais dobradas
+ hifens, nada muda,
não aderimos!


[Contra-Capa]

NOITE DE GRAÇAS

Mesmo que escura e nublada, toda noite planeja amanhecer!
(Por: Joseh Pereira – 01/12/2019) – Reeditado

Na abertura do texto, já nasce um convite. Vamos viver todos na certeza de que, não apenas a Noite do Divino seja divina, havendo muitas noites e amanheceres vitalizados e radiantes pelo caminho da vida. Nós, com este fervor banhado de festas, queremos iniciar a Crônica dedicada ao Natal, aplaudindo tudo que houve de bom no ano que vai terminar, desejando que 2019 seja pior que o Ano Novo, 2020, pretendido por todos, que está por vir. Acontece isto, é muito comum. Todos dizem que o tempo corre demais, não espera. Quando pensamos que vai chegar a Páscoa, é o fim de ano com o Natal batendo à porta. Fácil entender, porém, o tempo flui sempre mais rápido que a nossa capacidade de realização. Daí, os anos, sejam quais forem, parecerem muito velozes, cometendo a imprudência de irem embora antes das coisas que gostaríamos fossem executadas terem sido efetivamente concluídas, restando-nos a chance de com muita paciência, amor e empenho de sempre, podermos reprogramá-las. Outra coisa que, de certa forma, incomoda neste período são as manifestações profanas do comércio com alguns exageros e os ritmos carnavalescos na TV, com seus preparativos, parecendo copiar anos anteriores. Natal, época para manifestação sincera de aproximação entre as pessoas, infelizmente, também ocorrem casos de hipocrisia dos que mentem e enganam em todas as ocasiões como se estivessem oferecendo bombons a uma criança, podendo-se imaginar seu rótulo político (socialismo, com frequência, embalagem a ocultar o comunismo, parte amarga do pacote) que carregam. Natal, momento muito especial da cristandade em que a figura a se destacar nas palavras, gestos e ações, via de regra, é a de Jesus Cristo, a restaurar e dar vida à nossa instituição familiar, célula social imprescindível, criada sob medida com vistas à família sagrada, “Jesus, Maria e José”. A família, como a conhecemos e entendemos neste lado do mundo, trata-se de inalienável patrimônio da Cristandade, a nossa Civilização Ocidental, sustentada no tripé: Jerusalém (religião), Grécia (filosofia) e Roma (direito), pilares já bastante combalidos por poderosas forças, as quais, longe de serem ocultas, possuem nome e sobrenome muito conhecidos de uma batalha cultural generalizada, especialmente agressiva e demolidora das raízes, princípios e manifestações culturais do Ocidente. Sobre a “revolução e marxismo cultural”, não podemos avançar mais por fugir ao escopo do presente Post, mas recomendamos [Pe. Paulo Ricardo - Cursos], o que há de melhor na área, não deixem de acessar e estudar a matéria. A propósito, neste Natal de 2019 d.C., qual o verdadeiro cristão, que ficaria indiferente vendo a destruição dos pilares de uma civilização e cultura, cujos valores nenhuma outra civilização possui?! Vamos apenas nos orgulhar de pertencermos à Civilização Ocidental ou queremos mais pela sua defesa e proteção, buscando neutralizar atos que visam destruir nossos valores?! Sabem como tentam, por aí, matar o Caminho, a Verdade e a Vida?! Mas, como identificar e nos proteger da trama, narrativas de difícil leitura, cheias de disfarces?!
Como sabem, desde sempre, gostamos de falar do aniversariante na data do seu nascimento, ressaltando seu nome, sua história. Se é assim com os demais viventes, imaginem com Aquele que vive em nós, cada um por sua vez que entenda e admita o quanto e como Ele participa da sua vida. A propósito, dia destes falávamos com um agnóstico, tipo materialista light que, em matéria de divindade, mantém sua indiferença por considerar impossível justificar ou demonstrar o próprio Deus, se presente ou ausente, não O tem como norte e não se opõe aos que nEle crêem, como deveria ser todo “a”-teísta, indiferente, não militante. Pois o amigo, não obstante declarado materialista, afirmou que “Jesus Cristo foi um grande filósofo da nossa História”, o que muito me confortou poder ouvi-lo. A gente percebe a essência divina, na forma de energia, emergindo do interior da matéria com sua vida própria, vibrante e dinâmica. Deus, assim entendido, está impregnado na Matéria, da qual também somos parte integrante, onde devemos aprender a buscá-Lo, como nos momentos de recolhimento e oração, tão importantes quanto. Afinal, Deus é uma energia informe, incolor e insípida, cuja frequência se esquiva dos instrumentos convencionais de leitura, mantendo-se como objeto do Saber e não do conhecer efetivo do Homem. Por isso não podemos falar com Deus, pessoalmente, entretanto, podemos nos sintonizar com Ele, pois, nossa alma Sabe qual a frequência exata, promovendo a interação das partes. Deus, enfim, resume-se num ser substancial e intrínseco, nas realidades em geral e nos desejos humanos, como aqui sabiamente declarado: “Deus é amor” (1Jo 4:8), porém, um amor justo, não necessariamente, amor-bondade além da conta. Em sendo, como diz João em sua Epístola, “Deus = Amor”, na ordem inversa não será diferente. Daí, podermos concluir que um Amor (o amor-serviço) seja algo sob a propulsão divina, estando Ele no leme do barco, como podemos sutilmente, nestas assertivas, observar: 1. Amor constrói, ainda que às vezes pareça, pontualmente, destruir ou demolir; 2. Amor semeia obras, no mais amplo e puro sentido da palavra, muito mais identificado com o espírito da justiça, que equilibra do que com o espírito da bondade, que pode estar viciado por humores, voláteis e casuais; 3. Amor fertiliza e fecunda laços existentes, ao invés de envenená-los, adoecê-los, colocá-los em risco ou levá-los à morte por inanição ou causas nocivas; 4. Amor, como força ou energia penetrante, propriedade independente, funda, cria e expõe laços novos, não se limitando à mera manutenção do que construíra; 5. Amor reforça, ou seja, restaura, regenera e atualiza laços, eventualmente, enfraquecidos e debilitados, por menores que sejam as brechas ou chances encontradas. E o amor faz tudo isto, com tal poder alcança seu fim, quando nós, os portadores da centelha expansiva, herdada pela nossa origem e natureza divina, tivermos plena ciência e total convicção de sermos Criaturas, logo, em íntima, estreita e clara relação com o nosso próprio vértice, Deus, o Criador, em seu modo extensivo e profundo ou único de Ser e se Ver. Por exemplo, quando achamos que Jesus enlouqueceu ao pedir que “amemos nossos inimigos”, precisamos ter em mente uma outra frase, que nos socorre, a afirmar que “amar é serviço, gostar é prazer”, não tendo o Mestre solicitado para “gostarmos de quem não gosta” de nós, mas amarmos, prestando-lhe serviços. Os bons gostam, sentem entre si prazer e alegria; os justos amam, ainda que em desconforto ou tristes. Para inimigos inconvenientes ou perigosos, restam-nos as preces, “comunicantes, transparentes, anônimas”. Quem sabe, o inimigo esquece aberta a porta da mente quando da minha prece?! Mas, quantas graças, noites e dias, batem à porta de almas e mentes, que não abrem?! Por que desperdiçar?!


PS – Saudamos a todos que conseguem combinar o “serviço do amor” com o “prazer de gostar”, junto a pessoas cujos ambientes dividem. Falar de Amor com maiúscula é falar de Deus, com certeza. Falar de Jesus, o Menino Deus, que desce para a história humana e se faz irmão é o mesmo que falar do Pai, a quem recorremos nas quadras mais difíceis ou do Santo Espírito, na sua função específica de abrir e iluminar caminhos, dando-nos maior discernimento com que eliminamos equívocos e confusões. Didaticamente, falamos de um Deus Trino, o Criador que antecede e sucede a tudo; um Irmão, que desce, não apenas no Natal, a nível humano com o conteúdo do Criador e, por último, a Luz, sem o que a Torre de Babel continuaria, nada se solucionando na face da terra. Daí, o sinal da cruz: o Pai, o Filho e Espírito Santo! Qual a melhor forma para validar e justificar o Natal do sempiterno Menino Deus, a renascer simbolicamente, sempre?! Afinal, termos a sensação da inserção divina em nós, como norteador das atitudes, aumenta ou diminui a nossa segurança?! Já consultou a sua consciência, qual foi a resposta?! Nenhuma, somente dúvidas?!

MBT – Ano XX (2019): Originário de 01/12/2013, um texto em reprise com vida nova!

. Ver em: [ RECEPÇÃO ] – Todos os Títulos Já Publicados.
Apresentação do Blog como produto, no Post: [Turismo Interno] – Sinta-se em casa!

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