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"Como honrar à altura
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(Jhosa)

[Contra-Capa]

VISÃO AMBÍGUA

Olhar é preciso, mas ver, muitas vezes, é impreciso!
(Por: Joseh Pereira – 03/08/2013)

Há ambiguidade de quem escreve e ambiguidade de quem lê. Vamos, já, abordar algumas das nossas ambiguidades mais comuns dos meios cotidianos e da linguagem, que podem nos envolver na condição de sujeitos ou pacientes, quer dizer, podemos sofrê-las ou contribuir com elas. Não falaremos de todas as ambiguidades porque o seu universo é grande demais. Notem que a própria palavra “ambiguidade”, sem o famoso trema a cair no lixo por força da última Reforma (agora, adiada até 2016), torna ambígua a sua pronúncia, pois, não sabemos mais se a vogal “u” é sonora ou muda, confundindo-nos. A figura da ambiguidade no texto pode ser por falha involuntária ou por um propósito oculto do autor. Quando estamos diante de um cenário publicitário, o apelo mercadológico supõe a presença do ambíguo, o que é normal, devendo ser aceito. A criatividade e imaginação são para ajudar a consolidar imagem e mensagem. E cabe ao consumidor estar atento a eventuais ciladas armadas para acelerar decisões, estas, nem sempre favoráveis, alerte-se. Um outro ambiente em que o duplo sentido pode ser uma virtude é o literário, cujos textos são feitos para serem ricos em interpretações, como acontece num romance, conto ou poemas. São formas de expressão muito subjetivas a falar mais e melhor pelas suas entrelinhas.
Ocupamo-nos até este ponto mais da ambiguidade do sujeito, quer dizer, de quem escreve ou produz. Quanto ao leitor e observador dos meios à sua volta, há duas possibilidades, a daquele que inadvertidamente leva o gato por lebre por falta da maior amplitude e profundidade da sua leitura, sendo o mal-entendido um ato falho involuntário e a daquele que faz questão de alterar a direção de um texto ou de uma declaração. Na primeira categoria estão muitos cidadãos falantes e convictos, porém, equivocados, a espalhar o que não entenderam. Na segunda categoria, a dos mal-intencionados, aqui, o número é tão grande que se torna mais difícil relatar. Neste rol encontramos certos escritores, pastores e juízes, repórteres, jornalistas e manchetistas, todos empenhados em tornar os seus postos de trabalho em tribunas na defesa e expansão dos seus ideais, bandeiras e causas, desrespeitando pessoas e fatos, pouco importando os meios que usam, desde que atinjam os fins pretendidos. São os tais, cujos fins justificam os meios. E onde estão estes malvados leitores-observadores da segunda categoria para que os da primeira (as vítimas da ambiguidade) possam se defender? Eles se encontram, principalmente, nos meios de comunicação de massa, em certas igrejas, salas de aulas e tribunais, devendo sempre se precaver da chamada indústria cultural e intelectuais ideologizados. Estes dois últimos da relação são realmente um perigo, por trabalharem dentro do campo da inteligência!
Não vamos, evidentemente, tratar de muitas frases e textos ambíguos, mais apropriados a uma aula de Língua Portuguesa e, como isto fugiria ao escopo deste Blog, conhecido por abordar temas que ensejam logo uma mensagem, neste caso, ficarão ausentes. Vejam, porém, três casos: 1. “Crianças que recebem leite materno frequentemente são mais sadias” (qual das duas ocorrências é frequente); 2. “Rapaz pegou o estojo vazio da aliança de diamantes, que estava sobre a cama” (qual dos dois objetos estava sobre a cama); 3. “Velha senhora encontrou o garoto em seu quarto” (de quem era o quarto).
Voltando ao que interessa neste Post, todos os dias ouvimos chamadas ou destaques de rádios e TV, além de alguns jornais e Internet. Aqui, neste ponto, entram o bom e o mau serviço dos manchetistas, que dão títulos e criam chamadas para as matérias, que devem ser fiéis a estas últimas, mas não é o que vem ocorrendo na prática, nos dias de hoje. Para isto ficar mais claro, examinemos três manchetes: 1a.) “Muita chuva para São Paulo” [você pensou vir o fim da seca e da poluição, mas foi um violento temporal que já alagou a cidade]; 2a.) “Papa Francisco aceita o homossexual” [longe disto, ele disse: "Se a pessoa é gay e, com boa vontade, procura a Deus, quem sou eu para julgá-la?"]; 3a.) “Em protestos contra Governador polícia prende manifestantes” [uma subversão total dos fatos, foram mascarados destruidores de patrimônios]. Nestes tempos rombudos lulopetistas, salvo raras exceções, andam assim as nossas manchetes, além da péssima pauta dos chefes de reportagem, já por demais tendenciosa, piorando tudo!
Tivemos, portanto, do início ao fim do Post, como móvel da discussão o material informativo, o qual, do lado de quem o produz (nós), não deve faltar a clareza, a precisão e honestidade intelectual. Já, do lado de quem o consome (nós, outra vez), seja na forma vocal ou impressa, deve-se procurar afastar ao máximo toda dúvida, imprecisão e obscurecimento, evitando que o seu foco original se bifurque e se perca, em detrimento da fonte da qual procede e a quem se deve, ao menos, o respeito formal. Fui claro ou ambíguo?


PS – Nunca vi, nesta parte da América Latina, tamanha subversão dos fatos, protagonizada pela nossa grande imprensa (jornais, rádio e TV), que passa a ser porta-voz de governantes vermelhos, sendo por eles pautada. Para este tipo de imprensa houve um golpe militar em Honduras em 2009, apeando do poder Manuel Zelaya, amiguinho de Lula, Chávez e Castro e outro golpe contra Fernando Lugo (“Deixai vir a mim…”) em 2012 no Paraguai. Cartas Magnas de países, agora, dão golpe?! Papagaios são muito lindos, mas não assim, na cor vermelha! Ouvem e não conferem? Comigo não, estou fora!

. Ver em: [ RECEPÇÃO ] – Todos os Títulos Já Publicados.
Apresentação do Blog como produto, no Post: [Turismo Interno] – Sinta-se em casa!

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