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[Contra-Capa]

ARAPUCAS DE GRAMSCI

Coitado, se és do tipo engane-me que eu deixo!
(Por: Joseh Pereira – 04/01/2014)

Quem, até hoje, nada ouviu ou leu sobre as teorias de Gramsci? Muita gente, apesar de tantos modelos didáticos à disposição dedicados à infiltração e à aplicação da doutrina gramscista no Brasil. Eu, de todos os que encontrei, escolhi um bastante completo e detalhado do Diário do Comércio e trago-o em [Texto Nosso], ambientado no Blog e com total respeito à fonte, cujo link surpreendentemente saiu do ar. Muitos, como já sabíamos, nunca ouviram falar nada de ANTONIO GRAMSCI porque são raros os autores e mais raros ainda os jornalistas – não engajados, não cooptados ou não inibidos por táticas especiais de estrategistas das esquerdas – que pudessem nos alertar deste veneno teórico-doutrinário, que é aos poucos instilado nas mentes e consciências de uma população mal informada, infelizmente, em maior número no país. Quanto à parte mais ou menos informada, outra estratégia, a da desinformação que lhe é processada fará o resto. Mikhail Gorbachev (foto ao lado) foi o responsável pela redução de tensão, abertura e queda da URSS, a partir daí deixou de existir uma liderança planetária da militância comunista vinda de Moscou, que alimentava, além de muitas organizações, alguns distantes satélites soviéticos como Cuba, usada como show-room do comunismo na América Latina, causando então uma dispersão desta militância por todo o mundo, mas não o fim do comunismo, até intensificado, muitas vezes. E, desde então, sob muitos disfarces e camuflagens enganadores, sob tantos rótulos e inúmeras denominações, seguem (para quem quiser ver) os órfãos soviéticos, comunistas e simpatizantes desta miserável farsa. Eu decidi abordar o tema, ao rodar um PowerPoint, que um amigo me mandou por e-mail, mostrando a figura de um caçador de animais. Incluo-o, aqui, em [Versão PDF], por nós cuidadosamente revista e editada, vale a pena ler!
Aí, o jovem estudante não lançou mão de uma fábula, pois, sobre como caçar porcos selvagens a forma é correta e a comparação com o método revolucionário comunista gramsciano, cultural, lento, crescente e constituído de disfarces e traições, também está perfeita. Quanto ao primeiro artigo do Diário do Comércio, este é muito mais profundo, fazendo uma verdadeira investigação histórica do gramscismo no Brasil. Lá, o leitor ficará sabendo quem introduziu a doutrina de ANTONIO GRAMSCI em nosso país, como, quando e por quê, sendo um estudo muito sério e de peso sobre este importante assunto, pela atualidade e riscos que a coisa oferece. Veja como os comunistas usam da democracia como um ambiente político ideal, onde realizam a sua militância, ganham eleições, influenciam muita gente, enquanto vão fragilizando as estruturas vigentes ou abalando a solidez democrática e, de forma muito sorrateira e traidora, no momento que lhes parecer mais adequado, implantam finalmente a ditadura que tanto desejam, quando as resistências já serão muito pequenas ou inexistem, como obstáculos ainda ativos.
E, como não podia deixar de ser, o tempo passa, já estando nós, brasileiros, a bordo de um novo ano gregoriano. Neste limiar do ano, auguramos a todos um Feliz 2014, quadra importante de acirradas disputas em estádios bilionários da Copa do Mundo, entre junho e julho próximos, as quais, porém, não devem nos desviar nem um pouco do principal, que são as nossas escolhas políticas em eleições majoritárias nos estados e na União, motivos bastantes para mantermos afinada nossa atenção para não cairmos em tentações, ou seja, nos cantos de sereia ou arapucas armadas em nossos caminhos. Este Post, como se nota, vem reforçado por dois outros textos, devendo ser lidos mais de uma vez para melhor assimilação. O anexo maior, o primeiro, trata em detalhes do seguinte: 1. Quem introduziu o gramscismo no Brasil (os comunistas, na década de 1970); 2. A constituinte de 1988 e a República Socialista (a etapa socialista do processo quase foi imediata, não fossem os democratas com a formação do “Centrão”); 3. PCB e o gramscismo (1990/1, comunistas continuam defendendo a estratégia gramscista, mas URSS cai com o Muro de Berlim, PCB muda símbolos, a linguagem e o nome para PPS); 4. As esquerdas brasileiras e o gramscismo (alguns dos novos partidos e seus perfis ideológicos, esquerdas simpáticas ao gramscismo como estratégia socialista de comunização); 5. O Brasil e a revolução no Ocidente (a busca de um novo centro de irradiação do comunismo pós-URSS no Leste Europeu, o FORO DE SÃO PAULO a todo vapor, fundado aqui por Lula e Fidel Castro é o maior exemplo da transferência do foco comunista no mundo); 6. Superação do senso comum (resposta merece um parágrafo inteiro, o próximo); 7. Neutralização das “trincheiras” da burguesia (constrangendo, esvaziando e enfraquecendo, uma a uma, as instituições e tradições do mundo democrático e livre com economia de mercado, até o desfiguramento total e suas substituições); 8. O “estado ampliado” (além da expansão direta ou indireta do estado-empresário, a estimulação de ONGs, mais governamentais que NGs, conselhos populares de toda ordem, sindicatos, associações de classe, segmentos cada vez mais amplos da imprensa e outros setores, os quais, tornados braços partidários em funções de estado ou não, daí por este financiados e remunerados, devendo-lhe total proteção contra críticas e oposições).
Quanto ao Item 6 supra, da Superação do Senso Comum, mesmo um sucinto comentário não cabe entre parêntesis, eu preciso me estender um pouco mais. Primeiro, vejam lá o que é o senso comum e, depois, notem como eles operam a superação deste norte básico de toda sociedade, sem o qual é impossível haver a unidade nacional em torno de cada coisa ou valor. O trabalho de indução é grande, poderoso e eficiente, infelizmente! Peço que observem em seu redor e comparem o ontem com o hoje, irão com certeza notar uma terrível precisão do diagnóstico sociológico do texto, desde que não tenham menos de 20 ou 30 anos, porque corremos o risco desta nova geração não ter, sequer, conhecido o senso comum anterior a este longo e intenso processo de mudança cultural, muito bem dirigido e concatenado para atingir seus intentos, sob todos os ângulos, reprováveis. Pedimos, também, pesquisem e avaliem a influência em nossa cultura da “Novilíngua” de um outro teórico comunista (George Orwell, com seu “1984″ e “A Revolução dos Bichos”) e observem se, na mais sã consciência, podemos admitir normalmente que “desigualdades” são “injustiças”, todo “pobre” é “excluído” (de onde e por quem) e que o “rico”, ou é um repugnante “explorador” ou nefasto “opressor” das massas. Vejam acima, nestes poucos exemplos, a agressiva linguagem comunista a combater e demonizar a sociedade brasileira, pobre coitada, já tão pouco capitalista, ainda assim, considerada responsável por todos os males sociais imagináveis. Vamos, pois, cada um de nós, brasileiros natos e naturalizados, tomar muito cuidado com essa gente comunista ou semelhante, falsa e traidora, utilizando e zelando como íntegros cidadãos deste Brasil continental, afastando de vez os apelos a vitimismos ou jogo de empurra, todos em detrimento dos papéis que a cidadania nos reserva! Cidadania, é bom advertir, não é demanda popular, como querem nos fazer crer, mas via de mão dupla, onde cruza o nosso Direito com o nosso Dever, entre indivíduo e estado! Não nos deixemos, jamais, que dominem nossas mentes nem as tornem vasos sanitários!


PS – Em vozes verbais do sujeito, aprendemos a voz ativa, quando o sujeito realiza a ação e a voz passiva, quando o sujeito é objeto da ação. A mais simpática é a voz reflexiva, quando o sujeito é também objeto da mesma ação, como no caso da autocrítica. Tudo certo quanto às vozes verbais, sem esquecer que a voz ativa é o carro-chefe do sujeito, em seu tempo e espaço. As demais vozes, mesmo indispensáveis, continuam auxiliares. É senso comum a voz ativa em primeiro lugar, caso não vigore o “senso comum gramscista”, há muito em franca implantação. Comunistas não comem criancinhas, fazem pior!

. Ver em: [ RECEPÇÃO ] – Todos os Títulos Já Publicados.
Apresentação do Blog como produto, no Post: [Turismo Interno] – Sinta-se em casa!

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