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Intensas lidas. /
Letras recendem, /
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Sombras temidas!



Doar Sangue, Um Gesto Simples e Gesto Nobre
Gotas de Vida!

Voto Distrital
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"Como honrar à altura
o Corpo Humano:
associando-o a Deus
e à Natureza!"

(Jhosa)

[Contra-Capa]

NOITE FELIZ

Mesmo a noite, sem Lua ou estrelas, planeja amanhecer!
(Por: Joseh Pereira – 01/12/2013)

Por que nós temos de celebrar todo ano o Natal? E nos parece antecipar cada vez mais, que ainda me sinto lá atrás em agosto, pelo meu relógio biológico. Isto porque o tempo flui sempre mais rápido que a nossa capacidade de realização. Anos muito velozes cometem a imprudência de ir embora antes das coisas que gostaríamos fossem todas executadas e temos de ter paciência para reprogramá-las! Outra coisa que, de certa forma, incomoda neste período são as manifestações um tanto quanto profanas do comércio e os ritmos carnavalescos na TV, com seus preparativos, parecendo repetir anos anteriores. Natal é época apropriada para manifestação sincera e aproximação entre as pessoas, ocorrendo também alguma hipocrisia daqueles que não param de mentir e enganar. Natal é uma data especial da cristandade em que a figura mais propagada nas nossas palavras, gestos e ações, deveria ser a de Jesus Cristo, restaurando e dando mais vida à nossa instituição familiar, célula humana e social, simbolizada (ver foto ao lado) por Jesus, Maria e José. A família, que nós tanto prezamos e defendemos, é um legado e herança de uma família maior, a Família Cristã, exemplo de organização muito difundido, sobretudo, no Ocidente! Famílias, protejam-se!
Como sabem, eu defendo a lei da oferta e procura, logo, sou a favor do consumo que, muitas vezes, deve ser estimulado e excitado pela publicidade e propaganda. Consumo não se confunde com o consumismo, a não ser quando há exageros que justifiquem o sufixo “ismo”. Nas épocas natalinas, a festa, luzes e cores do comércio têm também muito de positivo, embora continuem esquecendo ou subestimando o nome do aniversariante. Daí, estarmos nós, neste Post, ajudando a lembrar quem é o aniversariante que festejamos e qual a sua importância em nossa vida, na família e na sociedade em geral. Sei que pode parecer uma questão um pouco piegas, ou seja, muito religiosa a que estamos tratando, aqui, mas ela é essencialmente racional, tanto assim que me levou a ouvir de amigos materialistas ateus a dizer que Jesus Cristo foi um grande filósofo da nossa História, o que muito me confortou. É a seiva cristã a se inserir na matéria viva toda, por inteiro. Deus, no meu entender, é isto mesmo, está impregnado na Matéria, da qual fazemos parte, precisamos começar a buscá-Lo aí também, no dia a dia que nos parece, às vezes, um jogo bruto ou embrutecido, além de nos momentos de recolhimento e oração, tão importantes quanto. Ele – Deus – é uma energia, sem cor nem sabor, cuja frequência se esquiva de qualquer instrumento de sondagem, natural ou não, mantendo-se eternamente um objeto do Saber e não do conhecer efetivo do Homem. Isto, queiramos ou não, é o modo de ser de Deus, simples e direto, verdadeiramente presente em toda a parte, não apenas superficialmente, mas na companhia e parceria íntima com os átomos nos meios físicos e químicos. Por isso nós não falamos com Deus, mas podemos nos sintonizar com Ele, nossa alma Sabe qual a frequência exata, promovendo a interação das partes que se atraem. Viram como Ele é simples, sem segredo?
Assim sendo Deus, em nossa visão, um ser substancial e intrínseco, nas realidades e nos desejos humanos, bem como dos demais reinos da Natureza por Ele criada, associado à afirmação bíblica, segundo a qual, “Deus é amor” (1Jo 4:17), vou puxar para cá um trecho do meu “Fragmentos” (link ao lado, sob a chave “Guia do Blog”), que responde em parte a trajetória deste amor, o sublime amor. Eu, modéstia às favas, ao ser tocado por uma luz que não ofusca, na qual acredito, concluí que este amor é circulante. Daí, eu achar interessante sublinhar a Trajetória do Amor, no Sistema Circulatório Universal, dando-lhe uma conotação de plasma sanguíneo, invisível e pulsante, porém, facilmente observável nestas ligeiras amostras: 1a.) Amor constrói, ainda que às vezes pareça, pontualmente, destruir ou demolir; 2a.) Amor semeia obras, no mais amplo e puro sentido da palavra, muito mais identificado com o espírito da justiça, que equilibra do que com o espírito da bondade, que pode estar viciado por humores, voláteis e casuais; 3a.) Amor fertiliza e fecunda laços existentes, ao invés de envenená-los, adoecê-los, colocá-los em risco, ou levá-los à morte por inanição ou agentes nocivos; 4a.) Amor, como força ou energia externa e penetrante, propriedade independente, funda, cria e expõe laços novos, não se limitando à mera manutenção do que construíra; 5a.) Amor reforça, ou seja, restaura, regenera e atualiza laços, eventualmente, enfraquecidos e debilitados, por menores que sejam as brechas ou chances encontradas. E o amor faz tudo isto, só tem este poder e só alcança o seu fim, quando nós, os portadores em vigor desta centelha expansiva, herdada pela nossa origem e natureza divina, tivermos um pleno conhecimento e total convicção de sermos Criaturas, logo, em íntima, estreita e limpa relação com o nosso próprio vértice, Deus, o Criador, desta forma, estendido e profundo.
Para encerrar este texto, de modo especial, nestas épocas natalinas, não falar de amor (“amar é serviço, gostar é prazer”) seria uma lacuna imperdoável da nossa parte. Jesus Cristo, há mais de dois mil anos atrás, ao pedir que amássemos nossos inimigos, não extrapolou em nada a lógica, não nos tendo pedido para gostarmos de quem não gosta de nós, o que, aí sim, seria incompatível! Os bons gostam, sentem prazer e alegria; os justos amam, ainda que tristes e contrariados. Felizes aqueles que podem alternar o serviço e o prazer, a um só tempo entre as pessoas… Neste Natal, em 2014 e para sempre! Amém!


PS – O texto não visa o aspecto religioso da data, mas quer, sim, religar. Eis, entre nós, a bi-milésima décima terceira vez que Cristo se nos apresenta como uma criança em tenra idade. Deste simbolismo cristão a mostrar um Deus nascente, na forma de uma criança, a significar a Pureza de alma e a Esperança do que se busca, eu gosto intensamente. Visto por este prisma, o contexto natalino trabalha para renovar, ano a ano, impedindo que se envelheça o nosso Espírito, animador ímpar e subterrâneo que nos estimula e impulsiona. Palavras com as quais queremos validar e justificar o Natal do sempiterno Menino Deus! Feliz Natal!

. Ver em: [ RECEPÇÃO ] – Todos os Títulos Já Publicados.
Apresentação do Blog como produto, no Post: [Turismo Interno] – Sinta-se em casa!

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