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Doar Sangue, Um Gesto Simples e Gesto Nobre
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Voto Distrital
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"Como honrar à altura
o Corpo Humano:
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e à Natureza!"

(Jhosa)

[Contra-Capa]

MUITO OBRIGADO

Gratidão, sobretudo a entendida, relaxa os poros da alma!
(Por: Joseh Pereira – 02/02/2014)

Nós achamos que a atitude de gratidão é sempre melhor do que a de quem pede e que deveríamos viver, constantemente, em ESTADO DE GRAÇA. Agradecendo é que se obtém a graça de Deus (provedor-mor universal). Pois, quem pede, permanece pequeno, negativamente tenso (com muitas sensações do tipo ‘será que…’), obstruindo, assim, os poros da Alma. A gratidão, ao contrário, engrandece, relaxa os tecidos da Alma, seus poros respiram livremente, produzindo, desta forma, um bem-estar que pode, biológica e universalmente, refletir-se, como é o esperado. Observação esta publicada em “Fragmentos” (link ao lado, Guia do Blog), com a qual nós damos partida ao Tema da Gratidão, todavia, sem atitudes ingênuas de achar que tudo merece palmas e estímulos, o amor puro exige frieza, também, segundo a velha e boa pedagogia. Não vamos alterá-la por ordens de quem não sabe o que diz ou sabe, o que é pior. Temos de ter muito cuidado, mas muito cuidado mesmo, com “conhecimentos” de almanaque e dos manuais ideológicos atuais!
Às vezes, as ocasiões da gratidão nos batem à porta de forma mais clara. Exemplos não faltam, como o ocorrido comigo recentemente. Eu tinha umas crises, que eu as chamei de térmicas: calafrio, muito tremor e febre, que vinham e que iam, tendo me levado, enfim, à internação para pesquisas. Constatados cálculos na vesícula, foi extraído um e deixado outro, cuja cirurgia eu iria programar com meu Cirurgião, mas todos fomos apanhados de surpresa ao pôr do Sol do primeiro domingo de janeiro. Uma dor intensa na altura do ventre causou a imediata vinda de filho e nora, que moram perto, eu me acordando e me vendo no dia seguinte no leito de um hospital, com meu filho ao lado como meu acompanhante, que me respondeu estar minha nora ainda no carro, onde havia dormido. Senti, ali, o amor mais verdadeiro do mundo, na expressão, atitude e práticas deste casal, como no das demais pessoas nada anônimas, envolvidas por diferentes laços, expressando seus votos, sua preocupação e sua solidariedade. Obrigado a todos e a cada um em particular (médicos, enfermeiros, técnicos e auxiliares), pelos maiores e menores gestos de participação, todos igualmente dignos e igualmente humanos, precisos e certeiros! Sim, eu sei, cada um de nós, certamente, terá uma história similar ou muito melhor, mais exemplar e publicável, cumprindo então não desperdiçarmos as oportunidades de sermos gentis, exercitando a gratidão. Com o porteiro ao nos atender, com o taxista ou o motorista do ônibus, até àquele pedestre que nos aponta uma passagem, dando-nos a preferência, são coisas aparentemente minúsculas. Podemos ainda ser surpreendidos com retribuições estimulantes, que nos causam um profundo repouso e conforto edificantes. Porém, não devemos nos esquecer, um ato de gratidão é coisa muito nobre, concebido também para estimular uma outra coisa, a nosso ver, igualmente nobre, sendo a gratidão contraproducente quando, naquela hora e lugar específicos, uma crítica fraterna seria bem mais construtiva, caso o campo não esteja, já, severamente minado. Uma terceira alternativa pode ser o silêncio, ainda que momentâneo. Pois, “na falta de um cão, caça-se com gato”, diziam antigos caçadores, entre eles, alguns dos nossos respeitáveis ancestrais!
Já para encerrar, acrescento que, não obstante seu imenso valor, a gratidão não custa nada; ao exercê-la afirmamos que alguém foi superior a nós; quando somos capazes de dizer ao menos um “obrigado”, quer dizer que o espírito fraterno não morreu; a gratidão pode ser dirigida ou generalizada, conforme o tipo da fonte da contribuição, podendo-se agradecer por bênçãos desconhecidas que ainda estão a caminho; podemos reclamar dos espinhos das rosas ou agradecer pelas rosas dos espinhos (que linda tirada captada); ao orar, contemplar o fim feliz e alegrar-se com ele, como ensina Joseph Murphy; gratidão é fruto de cultivo aprimorado, não cabendo em gente grosseira, como afirma Samuel Johnson; os dias passam e a cada um que termina, são maiores os motivos para sorrir do que chorar; agradecer é reconhecer méritos, ao incapaz disto não faltam pretextos para não o ter, diz o escritor francês Gustave Flaubert. Ainda, de um poema intitulado “ORAÇÃO DA GRATIDÃO”, psicografada por Divaldo Pereira Franco, da qual vou extrair trechos de raro valor, com alguma edição nossa para adequá-los ao tema do Post: – Agradeço-Te por tudo que me dás, o ar, o pão, a paz, bem como a beleza que meus olhos vêem no altar da Natureza. Formulo-Te uma oração pelos que não podem enxergar, seja lá o tipo de cegueira que for; obrigado pelos ouvidos meus, que ouvem o tamborilar da chuva, a melodia do vento nos ramos das árvores; melodias dos imortais que a gente ouve e não esquece jamais; obrigado pela minha voz que canta, que ama, que liberta da amargura, que consola; obrigado pelas minhas mãos que tecem, amam, lavam, aram, semeiam e colhem; mãos da caridade, solidariedade e amor, que escrevem este Blog ou embalam um filho; obrigado pelos meus pés para caminhar, quando muitos não podem fazê-lo; obrigado pelo meu lar, tão importante ter um lar, seja uma tapera, um casebre na favela, mansão, bangalô ou uma cobertura duplex, seja lá o que for, desde que dentro dele esteja a figura do amor, um pai, mãe, mulher, marido, tio, tia, um amigo, um irmão ou mesmo um cão, que haja amor não a solidão. E se não houver ninguém para me escutar, uma cama para me deitar, obrigado pela minha vida sentida, pela crença que me faz resistir e por tudo que me deste e me dás, obrigado, muito obrigado!


PS – Penso ter conseguido, enfim, contornar bem o tema da gratidão, ensejado pela forma imprevisível da minha hospitalização com urgente cirurgia da vesícula, sendo relatada de um modo impessoal, em que a minha figura se parece com a de um símbolo ou uma personagem da narração. Quando a gente alcança esta diluição na história, a publicação do fato faz bem. Sobre a gratidão ou o estado de graça, quando possível, há muito eu gostaria de desenvolver e publicar algo como este Post, com começo, meio e fim. Chegou a sua vez, agradou-me muito o resultado, consequentemente, contribuindo para alívio do corpo e da alma, aleluia!

. Ver em: [ RECEPÇÃO ] – Todos os Títulos Já Publicados.
Apresentação do Blog como produto, no Post: [Turismo Interno] – Sinta-se em casa!

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