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[Contra-Capa]

FERIDAS NA LÍNGUA

Quantas, tentei contar e me perdi, não desisto!
(Por: Joseh Pereira – 04/04/2014)

Nossa língua, a de todo o Brasil, Portugal e demais países lusófonos, não obstante sua indiscutível importância no cenário brasileiro e, guardadas as devidas proporções, também mundial, sofre há muito constantes ameaças, estando já – a coitada – com lesões expostas em várias partes, sendo insuficientes os cremes ou antibióticos para resolver-lhe o problema. As feridas da Língua Portuguesa vão se abrindo toda vez que violentamos sua (melhor e verdadeira) Ortografia ou as normas de concordância nominal e verbal, bem como nos casos de uso irregular de gênero do “todos e todas”, “meninos e meninas” etc., desprezando-se o gênero neutro coletivo (“todos”, “meninos” etc.) por considerá-lo machista; às vezes, referente ao número (plural e singular) ou, com grande frequência, uma outra ocorrência grave, estimulada por irresponsáveis figuras de proa na TV e outros meios, contra a regra da unidade de escolha da pessoa gramatical, onde sem pejo ou pudor, misturam na frase o “tu” (2a. pess.) e “você” (3a. pess.), como neste exemplo: “Sua mãe te ama”. Nós, embora o tema do Post recomende, não vamos tratar do chamado “Internetês”, o hábito da garotada das redes sociais, caracterizado por muitas abreviaturas e supressão de sílabas, com textos rápidos e meio esquisitos, porém, aceitáveis para quem usa o teclado ou tela sensível até do seu tablet para se comunicar, nada tão grave a observar, permitindo uma contemporização. Neste texto, não queremos nem tangenciar o adolescente linguajar cifrado das redes, devendo nos ocupar de forma a mais ampla possível com o conhecido e notório policiamento ideológico sempre pronto a enxergar preconceitos em todas as nossas escolhas, ainda que claramente consagradas pela tradição, ou seja, por sucessivas gerações suficientemente maduras, sobretudo, aquelas com idade superior a trinta ou quarenta anos. Haja fôlego, meu Deus!
Falamos, aqui, de uma situação do Vernáculo porque vivemos nesta terra, mas há registros de agressão frontal às regras em outros idiomas também (querem, p. ex., tirar o “man” de “woman”, como parte de um indecente combate a alegado machismo aí embutido), na realidade, tais tipos de comandos obscuros vindos das trevas pretendem contaminar com seus venenos disfarçados a linguagem humana em geral, agredindo-nos em nosso modo de pensar, falar e agir, até no que há de mais universal em nosso meio, como calcular e praticar a ciência, eles tentam substituir nossa mentalidade, imaginem com calma o que isto significa. É óbvio que a língua de qualquer povo é dinâmica, está sujeita a mudanças que acompanham ao longo de gerações os progressos e a evolução da sociedade, seus novos modos de ver e agir, mas elas não operam desta forma, como nos dias de hoje, desautorizando já na origem da análise toda forma culta de linguagem amparada numa gramática, que eles tratam como nefasta manifestação de autoritarismo de determinada elite (alguém superior), à qual não seria digno a ninguém obedecer ou respeitar. E, guardem isto, assim como um indivíduo mantém seu prumo conservando o seu caráter, um idioma decai e pode desaparecer quando entra num processo irreversível de descaracterização, sendo perigosa e fatal a perda progressiva do seu caráter, a estrutura sólida que lhe dá resistência. Vai ser possível salvá-lo?
Não sei, mas alguma coisa nós podemos fazer. Uma Língua neo-latina como a nossa ou anglo-saxônica como a de grandes países e outras de importantes centros de decisão pelo mundo, é nela (o meio de expressão cultural) que explodem as feridas culturais ou sinais de uma doença maior espalhada pelo corpo inteiro de uma civilização, refiro-me a esta plantada na banda ocidental do mundo e que nos cumpre defender. Assim sendo, cabe-nos apresentar alguns dados históricos sobre as origens de avassaladores males culturais. Vamos, pois, abrir os nossos livros. No começo do Século XX, na Alemanha, nasce a Escola de Frankfurt, um conjunto de pensadores marxistas, que fundaram o Instituto de Pesquisas Sociais, cujo nome original seria “Instituto Para o Marxismo”, mas mantiveram o conteúdo e mudaram a embalagem, adequando-o, já então, à tática e método do “politicamente correto”, ao esconder o que veicula. Notem, aí, que o nome desta praga já nasce falso, posto que o seu objetivo é também outro, o da Teoria Crítica (uma concepção doutrinária da Escola), que consiste em “buscar dentro de cada parte do debate social, da linguagem ou texto abordado um elemento de dominação a ser combatido, se tal elemento não for encontrado a obrigação é construí-lo (segundo sua óptica militante) e propagá-lo”. Logo, o modo não é devidamente “político” e tão-pouco “correto”. No entanto, nada a estranhar. Eles eram comunistas, contemporâneos da União Soviética desde 1917 e marxistas até os ossos, mas já percebiam a rejeição do conteúdo se expresso na sua embalagem. O sucesso que planejavam das grandes mudanças para o utópico “homem novo” não vinha, até chegar o ideólogo comunista Antônio Gramsci (sobretudo este autor) com o mapa da mina para solucionar a questão. Quer dizer, eles tinham que pouco a pouco, de modo palatável e discreto, desconstruir por completo a cultura ocidental, cuja civilização se sustenta em três pilares básicos, o cristianismo, a filosofia grega e o direito romano, sendo necessário atacar com maior virulência o cristianismo, por ser um anestésico desestimulador do proletariado, que o tornava sujeito, pelos princípios da doutrina cristã, a se solidarizar com a burguesia, o capital e o patronato, impedindo de vir à tona a ação do principal instrumento marxista da luta de classes. Comunistas não amam, odeiam. Daí para cá, estes membros da velha Escola alemã, quer de forma concentrada ou espalhados pelo mundo, passaram a investir pesado na guerra cultural contra todo o Ocidente, os seus valores mais sagrados, suas tradições mais arraigadas e a moral familiar, nada devendo ser poupado dos seus antecedentes históricos, visando a toda e qualquer ordem estabelecida, até enfraquecê-lo e ser abatido, como já vem acontecendo em suas várias frentes do combate cultural. Lembrem que um dos membros da Escola alemã, chamado Herbert Marcuse, mesmo com a situação do pós-guerra na Alemanha já resolvida, ele não quis retornar, permanecendo nos Estados Unidos e, junto a alguns políticos, intelectuais e estudantes simpáticos à tese, conseguiu transformar, a partir daqui das Américas, os trabalhos da Escola de Frankfurt em “Teoria da New Left” (direita já não era) norte-americana, que cresce e se expande até hoje no mundo ocidental. Tenhamos, pois, extremo cuidado para não nos tornar instrumentos a serviço deste câncer cultural em progressão no Ocidente!
Vamos abaixo, valendo como alerta deste Blog, a algumas poucas amostras dos muitos absurdos, ainda assim, tratadas como corretas e elegantes por militantes descarados ou por inocentes úteis, equivocados (fora outros, coitados, que aderem para evitar ameaça e intimidação). São, em primeiro lugar, as “trocas de palavras ou seus usos com significados ideologicamente perturbados”: homossexual x gay (alegre), favela, vila ou povoado x comunidade, negro (mesmo sem a cor) x afrodescendente, empregada doméstica x secretária do lar, gordo ou obeso x portador de sobrepeso, velhice x terceira ou melhor idade, surdez x deficiência auditiva, pobreza (financeira ou econômica) x exclusão social (por quem), deficiente físico x portador de necessidades especiais, pobres x excluídos (por quem, não preciso explicar); em segundo lugar, as “formas de vícios da moda ou trocas propositais de padrão da Fonética”: xerox (por “xérox”), gratuito (por “gratuíto”), circuito (por “circuíto”), ru-im (por “rúim”), recorde (por “récorde”); em terceiro lugar, o último, a mania indecente do orador ao pronunciar “todos e todas”, “irmãos e irmãs”, “discípulos e discípulas” etc., com um claro viés contra suposto machismo da História obrigando-nos, em nome do combate a um vício, à duplicidade de gêneros frente a um público indistinto e, assim, dificultar a compreensão pelo estúpido excesso de inúteis inserções na fala, que ganharia em objetividade se afastasse o lixo. Ao encerrar esta pequena lista, vamos mostrar mais algumas palavras em verdadeira situação de miséria. Pois, não é que inventaram uma tal “sociedade civil”, que identifica “desigualdades” como “injustiças sociais”, as quais, as “comunidades” devem ser convencidas que existem e combatê-las, conquistando, aí sim, sua “cidadania”, como legítima demanda popular? E todas estas palavras, aspeadas, são expressões da militância marxista com os tais excessos de adjetivação, a sacrificar uma significação sobejamente consagrada, sinalizando a necessidade de muito cuidado se o leitor é do tipo que foge ao jogo e não faz a guerra cultural contra os nossos valores ocidentais.
Muitas são as vertentes do marxismo cultural, contra as quais devemos estar atentos. O comunismo, como “poder para poucos e miséria para o resto”, não podendo ser diferente de um parasita sugador de recursos, sabe como ninguém que apenas por truques ilusionistas poderão conquistar e convencer. Se precisar matar fisicamente ou matar a reputação de inimigos e adversários, matam, sem dor na consciência, são materialistas em qualquer situação. Como dissemos, são muitas as denominações inimigas do Ocidente que atuam neste front, em mútua colaboração, além da maior praga cultural do século, o “politicamente correto”, entram as influências do Gramscismo com suas falsas peles de ovelha; a transposição de conceitos orwellianos como o do “duplipensar”, que facilita a moral “ad hoc” de políticos sem caráter e, para piorar do nosso lado, a “Teologia da Libertação” de Leonardo Boff, para quem Jesus Cristo não é o filho de Deus, divino, mas apenas um importante símbolo revolucionário da sua época e, como tal, um modelo excelente na doutrinação marxista para engabelar até os mais piedosos cristãos, católicos ou não. Daí, meu pedido final, pesquisem, abram-se, oxigenem-se e não caiam!
Afinal, você é um Excluído ou um [Opressor], na visão doentia em curso?

Ouçam o Pe. Paulo Ricardo, professor: Marxismo e Revolução Cultural – Aula 1/6


PS – Tratam no Brasil de um Marco Civil da Internet, inspirado nos moldes do romance “1984″ de George Orwell, além de um Plano Nacional da Educação que, se aprovado no Congresso, será lei a Ideologia de Gênero, que faz acabar com a diferenciação de sexos, tornando-a mera manifestação cultural, bastando que se eduque para ser mulher ou para ser homem. O Plano, se aplicado, inviabiliza a existência da Família no modelo atual, pela falta do reconhecimento das diferenças biológicas. Se Deus dispensou-se de governar diretamente a ação temporal do Homem no mundo, o Diabo, pelo visto, não se exime da função, jamais!

. Ver em: [ RECEPÇÃO ] – Todos os Títulos Já Publicados.
Apresentação do Blog como produto, no Post: [Turismo Interno] – Sinta-se em casa!

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