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[Contra-Capa]

BEIJOS E ABRAÇOS

Formas estreitas de cumprimentar, presentes em várias culturas.
(Por: Joseh Pereira – 06/06/2014)

Um texto leve para nos descontrair um pouco, atenuar nossa dor, abordando um gostoso assunto bem mais “relax”, a gente merece! Havia diversos temas igualmente relevantes para sair no Blog, mas minha vontade de beijar e abraçar, já cansada de esperar, falou mais alto e ditou a pauta, deixando para depois outros temas. Há muito que considero o abraço entre amigos e o beijo (conjugado ou não a apertado abraço) a uma parente, uma colega ou amiga, apenas uma prudente intimidade, que tem o poder de exercer o importante papel da troca de carícias, produzindo em nós uma sensação agradável de felicidade, desde que ambos participem do gesto pessoal, com franqueza, liberdade e respeito. Nos espaços onde circulo, se o encontro com o amigo se dá após uma ausência meio longa, quando este me estende a mão e eu a apanho puxando-o até mim, comemorando o fato, terminamos sempre num abraço apertado sem problema nenhum, dando-nos a impressão de um bom resultado do gesto aí concluído. Isto, no entanto, nem sempre acontece quando a pessoa encontrada é do sexo feminino, onde, não há como negar, brilha o lado mais belo e atraente da vida. Entre mim, as mulheres e os beijos, alguns momentos nos divertem. Aliás, por isto mesmo, tenho minha simpática esposa bem atenta nesta crônica, recheada de passagens mais ou menos imprevisíveis. Na qualidade de leitora cativa do Blog, ela não me negará o aval, “boto fé”, como brincou Francisco! Sigamos, pois, nesta caminhada, juntos.
Sinto-me feliz ao falar de beijos e abraços, ainda que, como eu disse, determinadas mulheres se zanguem, subjugadas a medos infundados, dispondo no máximo as suas mãos ou as pontinhas dos dedos. Mulheres assim lembram um antigo dístico, nas traseiras de alguns veículos, sentenciando: “Mantenha a Distância”, restando-lhes os insípidos acenos pessoais, com os quais, eu concordo e admito, desde que em encontros muito frequentes das mesmas pessoas, onde se recomenda um modo mais prático de cumprimentar. Eu sou, há quase 40 anos, homem de uma única mulher e ser fiel a esta eleita virou meu esporte predileto pelo prazer deste exercício, um pequeno dado da vida privada que me deixa mais à vontade para promover os abraços e beijos em público. Eu tento, assim, potencializar, amplificar ou tornar a nossa vida familiar e social, “entre membros identificados e confiáveis”, um ambiente mais feliz, entre homens e mulheres de todas as idades e classes, adotando um jeito de viver mais estreito e confiante! Daí, terem ocorridos comigo certos episódios engraçados, mas nada demais, em relação a beijos em mulheres. Um dia em plena rua central de São Paulo, ao beijar a face de uma amiga advogada, devido ao meu reflexo condicionado, passou-me pela cabeça ser minha esposa, ali na rua, quando a amiga pôs suas mãos educadamente em meu rosto, mudando a direção dos meus lábios. Não foi necessário nos desculpar e ela, fiquem sabendo, amigona da minha mulher. Agora, uma prima, muito beata do tipo que não sai da igreja (nada contra isto), esta se estiver junto de outra amiga, eu tenho de lhe dar apenas a mão e posso beijar a amiga do seu lado. Minha prima afirma que apenas namorados se beijam, mas ela deve beijar crianças e objetos religiosos. Uma vez, foi na casa da minha irmã (nós nos beijamos regularmente), aconteceu o contrário do ocorrido com minha amiga advogada. Neste caso foi minha irmã que ia me beijar na boca, eu fiz um gesto discreto, ela notou o engano beijando-me na face, sem precisar de desculpas. Sobre outras duas mulheres dos meus contatos que tomam a iniciativa de me beijar, ambas bem casadas, uma cola seus lábios em minha face, dando um beijo aspirado e a outra, seguramente sem qualquer segunda intenção, por várias vezes tentou me beijar na boca, demorando para perceber a patente diferença em relação ao outro rosto. Ambas, eu os conheço, ótimas esposas para seus maridos. Uma outra pessoa, vejam só, cujo marido beija regularmente minha mulher, aceita bem meus beijos e abraços, mas sinto da parte dela uma estranha cisma no ar. Tanto é assim que um dia ela ia sair com uma despedida muito fraquinha, um econômico “tchau”, forma caseira de extrema informalidade. Eu, de modo muito cavalheiro, não perdoando aquela frieza, movimentei-me como um anfitrião hospitaleiro indo até a porta para que a visitante não tivesse de abri-la, onde, sem qualquer exagero, o nosso beijo e abraço se fecharam, sendo um acontecimento, devido a energia acumulada por uma natural e positiva indignação da minha parte. Entretanto, cabe-nos prevenir, beijos assim, que surpreendem, com abraços que, de certa forma e absoluto respeito, meio que checam um corpo as partes do outro (corpo), em geral, deixam em nós por algum tempo o “decalque dos corpos”, a grata sensação da mútua e generosa entrega, bem entendida, na rapidez de um relâmpago e circunscrita nos limites da “singela amizade”, lembrando sempre, na curva perigosa, das linhas amarelas contínuas à nossa esquerda, como necessário alerta dos riscos de uma ultrapassagem! Quer dizer, unir-se pelo beijo, abraçados, agrada muito, é verdade, observando bem o contexto!
Pois bem, senhoras e senhores, sobretudo, as primeiras. Não tenho dúvida que são, os ligeiros toques nos ombros ou os beijos (entre homem e mulher, diga-se), abraços e apertos de mão, lindos modos pessoais de chegar e de sair. Ao nos dar as mãos, abertas, estamos expressando um propósito de paz, evidenciando estarmos desarmados, no sentido literal e mental. Ao envolver alguém ou nos deixar envolver pelos nossos braços, nós reforçamos os nossos votos de mútua confiança, transmitindo aí além do nosso calor corporal, o estimulante calor humano, que não se expressa em termômetro algum. Por último, vêm os beijos, momentos sublimes do relacionamento humano em que os lábios de um tocam a pele do outro(a), em leve e suave aspiração. Beijos nos lábios e os de língua, em nossa cultura especialmente ocidental, são carícias exclusivas do gênero romântico. Entre homem e mulher, que não pretendam despertar a paixão, mantendo o sono profundo da libido, evitarão estes tipos de beijos facilmente discerníveis. Basta um pequeno cuidado e não haverá enganos! Por exemplo, do editor deste Blog, fiquem sossegados – as mulheres solteiras, as casadas e seus maridos – mulher alguma levará gato por lebre! Um é um, outro sempre será outro! E o leitor inteligente já entendeu, não vai me pedir para desenhar! Não, não vai!


PS – Modos de aproximação, todos, dos apertos de mão e tipos de beijos, que gostamos de dar e receber, há muitos registros, são diversas as fontes. Quanto aos abraços, destaco a Amplexoterapia, um poder curativo muito grande do abraço, mas pouco explorado por quem abraça ou é abraçado. Vejam mais, aprofunde-se. Saudar alguém com um abraço e, se for o caso, um beijo leva uma sensação de segurança e confiança, que ajuda a prevenir ou eliminar um estresse, acalmar uma dor. Se já ganhou na vida um verdadeiro abraço, vai acreditar! Vamos abraçar e beijar mais, quando sugere e recomenda a ocasião?

. Ver em: [ RECEPÇÃO ] – Todos os Títulos Já Publicados.
Apresentação do Blog como produto, no Post: [Turismo Interno] – Sinta-se em casa!

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