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"Como honrar à altura
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(Jhosa)

[Contra-Capa]

MAIS INDEPENDENTE

Valei-nos a Cidadania à moda antiga, com vias de duplo sentido!
(Por: Joseh Pereira – 07/09/2014)

Não tenho dúvidas, seria grande o motivo de alegria se pudéssemos afirmar ter alcançado, entre estado e indivíduo (equivale a dizer entre estado e sociedade), níveis ideais de equilíbrio entre direitos e deveres, mas, a exemplo da busca da perfeição, também neste caso, miramos no alvo final ou pico da escala, mais como um norte ou vocação que nos atrai, com o que nos esforçamos muito para atingi-lo, podendo-se assim chegar a importantes melhorias, que justificarão os nossos esforços. Estas dificuldades em relação à prática plena da Cidadania, como ensinava a memorável disciplina de Educação Moral e Cívica, elas se manifestam também em outras esferas menores, no tocante a uma correta dosagem de direitos e deveres, quer em casa no nosso cotidiano, no mercado quando realizamos negócios, nos ambientes de trabalho ou em qualquer exercício político no nosso dia a dia, notamos como é difícil aquele equilíbrio ideal nas relações, por mais que as partes ajam ou tentem agir eticamente, ainda acontece da balança ficar tempo demais pendendo de um lado em detrimento do outro. Daí, a natural necessidade de estarmos sempre atentos (inclusive, governantes com suas instituições, em relação à sociedade) às medidas exatas que se devem aplicar em todas as nossas relações, procurando harmonizá-las o quanto pudermos. A propósito, um certo episódio à margem do Riacho do Ipiranga em São Paulo a 7 de setembro de 1822, quando Pedro de Alcântara (o Dom Pedro I), irritado com uma ordem entregue por seu emissário, decide romper as amarras com a metrópole, buscando emancipar e libertar nosso território, continua até hoje nos inspirando a dar nossos gritos de independência, os quais, não são poucos nem precisamos ir muito longe! Outubro, por exemplo, já sabe qual vai ser seu grito nas urnas, num dos raros momentos em que somos chamados a exercer um poder!?
Vamos conversar, agora, com alguns pensadores sobre a independência em geral. Logo, nós temos em Marquês de Maricá, que o homem socialmente muito sensível deixa de ser livre e independente…, mas nem tanto, eu diria, a não ser que seja demasiadamente solidário e generoso, perca um pouco a medida. Já para Herbert Spencer, a Cultura do Espírito é a responsável pelo aumento dos sentimentos de dignidade e de independência, no que eu concordo plenamente. E veja que coisa linda diz Martha Medeiros: “Independência nada mais é do que ter poder de escolha; conceder-se a liberdade de ir e vir, atendendo suas necessidades e vontades próprias, mas sem dispensar a magia de se viver um grande amor; independência não é um sinônimo de solidão, é sinônimo de honestidade: estou onde quero, com quem quero e porque quero”. Estava inspirada essa Martha! Já Manoel de Barros nos adverte quanto a não haver independência descompromissada, dizendo que sua “independência tem algemas”. Bem lembrado! E encerrando esta sequência de pensadores, trago a Madame de Staël sobre a chamada independência financeira e econômica, a afirmar que “quanto mais independentes formos, devido à fortuna, tanto mais escravizados seremos pelos sentimentos e pelos deveres”. Não necessariamente, eu diria. Mas entendo que Madame, nessa frase, quis mostrar uma contradição, em que a independência também pode tirar a liberdade, escravizar. E, no caso, ela tem razão, considerando que nenhum volume de bens materiais trará a auto-suficiência! Notem ainda a independência de quem está dispensado de trabalhar, vive somente para comer e dormir, mas é obrigado a aceitar uma ração diária, pouco variada e dorme numa cama, que ele também não pode escolher… É outra independência que escraviza, mas certamente, não é a independência que o Editor desta crônica defende e aspira, muito cuidado, não confunda!
Hoje, o nosso Sete de Setembro. Das merecidas celebrações à Data, há ao ar livre desfiles e outros eventos, tendo como participantes principais figuras militares, jovens e estudantes, no Dia da Independência. Durante a chamada Semana da Pátria, em muitas escolas públicas ou particulares pelo País são programadas atividades cívicas internas, além de solenidades à Bandeira Nacional. As letras de hinos nacionais não fazem parte do escopo deste Post, porém, queremos destacar alguns trechos do Hino à Independência e do Hino Nacional. Vejam que beleza, são coisas de arrepiar a qualquer um que, realmente, ama o Brasil, prestem atenção: “Ouviram do Ipiranga as margens plácidas / De um povo heróico o brado retumbante / E o sol da Liberdade, em raios fúlgidos, / Brilhou no céu da Pátria nesse instante. / (…) / Brasil, um sonho intenso, um raio vívido / De amor e de esperança à terra desce, / Se em teu formoso céu, risonho e límpido, / A imagem do Cruzeiro resplandece. / (…) / Gigante pela própria natureza, / És belo, és forte, impávido colosso / E o teu futuro espelha essa grandeza / (…) / Terra adorada, / Entre outras mil, / És tu, Brasil, / Ó Pátria amada! / (…) / Verás que um filho teu não foge à luta!” (Trechos do Hino Nacional). E sintam, agora, trechos do Hino à Independência: “Já podeis da Pátria, filhos, / Ver contente a mãe gentil; / Já raiou a liberdade / No horizonte do Brasil. / (…) / Brava gente brasileira! / Longe vá temor servil / (…) / Não temais ímpias falanges / Que apresentam face hostil; / Vossos peitos, vossos braços / São muralhas do Brasil! / (…) / Parabéns, ó brasileiros! / Já, com garbo varonil. / Do universo entre as nações / Resplandece a do Brasil! / (…) / Brava gente brasileira! / Longe vá temor servil…”  E que vá, mesmo, para muito longe qualquer temor servil; o Brasil não merece filhos desatentos, muito menos os que se vendem pelo poder, quebrando seus próprios princípios e seu caráter! Não lhes parecem, estas letras de hinos nacionais, uma eloquente ordem, um clamor por socorro?!
Já ao encerrar este nosso “Grito do Ipiranga” (quem sabe, alguém se toca e escuta), não podemos deixar de lamentar a existência de um velho e bolorento marxismo, que não cansa de tentar reescrever nossa História, substituir nossos heróis, mudar nossas consciências, até ver todas as vítimas aplaudindo seus algozes, no caso, estes marxistas. Acompanhei por muitos anos um ato dessa gente, o “Grito dos Excluídos” (nome escolhido para fomentar o ódio de classe, específico da ideologia comunista), onde sempre se vê a cor vermelha, símbolos da CUT (braço sindical do PT) e palavras de ordem contra quem produz, na agricultura, indústria e serviços. Principalmente até 2003, esses militantes partidários com a presença em peso do PT, por ocasião das comemorações ao Sete de Setembro, enchiam a Basílica de Aparecida, dentro e nas praças em seu entorno, fazendo-me pensar haver uma certa tolerância, em virtude da existência de várias alas esquerdistas da CNBB, orientadas pela nojenta Teologia da Libertação de Leonardo Boff, mas, qual não foi minha surpresa, ao ler no ano passado uma matéria no Estadão dando conta do que eu não desejava saber, que esse tal “Grito dos Excluídos” tinha sido gestado em seio materno da própria CNBB, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, estando já na 20a. edição neste 2014. Quanta contaminação nós presenciamos por um virus anti-cristão e contra toda uma cultura de milênios, fundada na doutrina de Cristo (1), na filosofia da Antiga Grécia (2) e na doutrina e ciência do direito romano (3), eu falo da Cultura Ocidental. E nossa Igreja Católica, como muitas outras grandes instituições, não era assim, até se deixar ferir pelos germes da Revolução Cultural Marxista em curso no mundo, há décadas, sobretudo, na América Latina. Como deixar que uma doença da Civilização acabe por imolá-la? Vamos fazer algo para salvá-la, vamos?!


PS – Assinante do Youtube (do Google), eu recebo sugestões de vídeos, rejeito muitos e aceito alguns, como este que vou destacar (categoria popular, boa produção, apresentação didática, ironia ao início e discreto palavrão, em 65 minutos), com comentários muito apropriados sobre o PNDH3 da gestão Lula, no Vídeo: [Direitos Humanos] e a Desumanização Coletiva, que desmascara sem medo intenções ocultas de tantas campanhas mentirosas! Obrigado, ao Canal “PIZZARIA BRASIL!” por este e outros Vídeos seus! E nós, até quando vamos permitir que nos utilizem contra nós mesmos?!

. Ver em: [ RECEPÇÃO ] – Todos os Títulos Já Publicados.
Apresentação do Blog como produto, no Post: [Turismo Interno] – Sinta-se em casa!
Editor do Blog no Twitter: [Seleção p/ Outubro] – Quer ver?

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