Guia do Blog

> Recepção (Mapa)
> Histórico (Sobre Nós)
> Fragmentos
> Sinopse do Conto
> Temas (em Versos)
> OFICINA MENTAL
> Variedades
> Da Redação
> VITRINA (Janela do Leitor)

"Sabe o Blog que corpos humanos, templos do Espírito!"
comum. Calcular PageRank com.br
Leitores Qualificados:
Ano 18 - MdM: 3.75







Intensas lidas. /
Letras recendem, /
Luzes acendem, /
Eis que desprendem /
Sombras temidas!



Doar Sangue, Um Gesto Simples e Gesto Nobre
Gotas de Vida!

Voto Distrital
Voto Distrital

"Como honrar à altura
o Corpo Humano:
associando-o a Deus
e à Natureza!"

(Jhosa)

[Contra-Capa]

VOCÊ ACREDITA?

Viver, um grande ato de fé, nem sempre a quem dela se faz digno!
(Por: Joseh Pereira – 01/10/2014)

Vamos falar da fé, manifestada por pessoas a divindades, mas por ateus e materialistas, também. O fenômeno está longe de ser uma coisa exclusiva de ambiente religioso, embora, em sua grande maioria se constitua numa simples atitude mística em busca de um poder sobrenatural (prefiro o “intranatural”, inserido na Natureza, como o açúcar diluído na água, uma presença invisível), o qual, voltando-se a tal fenômeno, conforme o caso, se tiver pouco ou nenhum vínculo com a parte concreta e humana do Universo, faltar a sintonia fina em HD (High Definition), isenta de ruídos frente às pulsações mais profundas com que se busca um contato, corre-se sério risco de nada do que se pretende vir a frutificar, podendo nos frustrar e, com o tempo, abandonarmos tão eficiente ferramenta como se nela estivessem os defeitos. A fé na atuação de um ser seja em que estado for, tangível ou não, nem é preciso reafirmar, é tão indispensável que ninguém consegue viver um minuto sem ela, tal a dependência direta e indireta de todos nós. Às vezes nos condicionamos a atestados e certidões públicos, outras vezes, acreditamos pela simples habitualidade de correções do outro, seja pessoa ou coisa. Eu tenho fé, quando creio, acredito, confio. E nesta relação, como no atual período eleitoral, todo cuidado pode ser pouco, um momento em que é comum transacionarmos gato por lebre ou o contrário, se é lebre (belo bichinho silvestre) que estamos desejando. A propósito, há dois atributos muito frequentes entre nós e nenhum é bom. Refiro-me à credulidade daquele que acredita em tudo com extrema facilidade, não indaga, não investiga; outro é o ceticismo com que, por mais que se argumente com perfeitos silogismos, a pessoa se fecha a qualquer exposição lógica, preferindo a dúvida ou as certezas das suas velhas convicções. Deus nos proteja, tanto dos crédulos que crêem sem indagar, quanto dos céticos, incapazes de agregar a mais simples verdade, ainda não integrante do seu velho repertório, que costuma ser paupérrimo ou bem precário! O mundo não necessita de nenhum dos dois, de quem acredita sem indagar nem daquele que resiste exposições lógicas. Logo, se o primeiro tipo realiza sem saber por que, o segundo, bem pior, continuará mergulhado em seu oceano de sombras. Na sequência, ainda neste Post, teremos muito mais sobre a fé e seus dois extremos, além do campo em que opera a fé, o das verdades que podem doer mesmo sendo úteis e das mentiras, sempre muito bem embaladas! Pensam ser fácil reconhecer certas mentiras, sob tanto aparato fantasioso para nos distrair e nos enganar?
Faz algum tempo, justamente sobre a verdade e o seu contrário, logo após a fala na TV de um ministro do Collor em 1991, peguei depressa um caderno e fiz algumas considerações, que se encontram ao final da Página “Fragmentos”, sob o título: Verdade e Mentira. É bastante interessante e diz o seguinte: - “A verdade e a mentira. A verdade alimenta, mesmo quando desagrada; a mentira, geralmente mata, mesmo quando agrada. A verdade existe para edificar, construir; a mentira tem a obrigação de ter sabor. A mentira caminha de passos largos; a verdade engatinha. A mentira, do conquistador, tem que ser doce; a verdade pode ser amarga. A verdade faz o outro saber; a mentira faz a vítima pensar que sabe. A verdade, embora oculta, é sempre precedente; a mentira infiltra-se, tirando-lhe a visibilidade e a eficácia. Ao mentiroso, é confortável: Bastam alguns ingredientes, superficiais; ao veraz, mais doloroso e caro: Tem que ser lógico e racional, na crítica e na autocrítica. A mentira é uma droga, atraente veneno; a verdade, um remédio, só para quem tem juízo. A mentira é uma caridade (= benefício particular) humana, que corrompe a justiça (= benefício geral) da verdade. E há quem prefira, desgraçadamente, a uma apetecente mentira à nutriente verdade”. Do texto, quase fiz alguma modificação, mas resolvi reconsiderar tudo, inclusive, onde diz que “caridade é benefício particular” e “justiça, um benefício geral”, tudo compatível, portanto. E notem, em cada assertiva em que se opõem a verdade e a mentira, como cada uma se comporta e o que elas representam, não valendo a pena, definitivamente, elegermos a mentira como seu sujeito nem tampouco nos bobearmos, permitindo que nos tornem seus infelizes objetos. Precisamos preservar a qualidade do campo em que atua a fé alheia, em nome do nosso direito de não sermos enganados!
Já ao vislumbrar o necessário por do Sol deste Post, a nossa crônica do mês, não posso deixar de dar uma ligeira pincelada em alguns verbetes relacionados ao tema em epígrafe. Primeiramente, encontramos o “Ceticismo”, como dificuldade de crer ou a exclusão da fé que tem de ser combatido, contornado e, finalmente, curado; em segundo lugar (na ordem alfabética), a “Credulidade”, o extremo oposto ou antípoda da posição anterior, é o que mais existe entre simples e ingênuos, que acreditam sem refletir; em terceiro lugar, temos o “Fanatismo”, uma forma de devoção que se assemelha à idolatria, em que a fé é cega no ser idolatrado; em quarto lugar, vem novamente, a “Fé”, não obstante seus vários sentidos na vida do indivíduo e na sociedade, neste Post importa-nos o sentido da “relação de confiança mútua entre duas partes, seja de forma condicional ou não”; em penúltimo lugar, a “Mentira”, excluídas algumas fantasias da infância, alguns eufemismos caridosos, as ironias ou o humor de piadas populares, condenam-se todos os outros tipos de mentiras maquiavélicas e corruptoras de padrões institucionalizados ou sacramentados publicamente, provocando danos imediatos ou não ao alvo de tais ações e, por último, neste pequeno rol de palavras, temos a “Verdade”, coroando o glossário. Sobre ela todos os elogios são poucos, inimiga número um dos hipócritas, é tudo de bom! Enfim, como não tem outro jeito, eu tenho mesmo de encerrar, que seja na companhia de um mestre, o teólogo e filósofo Tomás de Aquino a elevar a fé ao nível racional, logo, a fé deve à razão e esta, por sua vez, a um Cérebro Saudável. Eis, portanto, em campo os nossos cérebros e nossas mentes em cada ato de Fé. Cérebro, um dos mais sofisticados equipamentos humanos! Toda a transmissão de pensamento, comandos de sustentação e movimento, a aceitação, a negação são pulsações dos nossos cérebros, também chamadas por alguns como fluidos, por sobre ou internamente nas coisas. São as nossas mentes, umas mais fechadas outras mais abertas e acessíveis, vibrando ou pulsando, que nos ligam uns aos outros, até entre plantas e animais pela metafísica da existência. Seres minerais já são um pouco mais resistentes. E Deus, nesta linha de raciocínio, a síntese das sínteses, é o Cérebro dos Cérebros! Se não dá para entendermos, tintim por tintim, podemos imaginar o esquema e mecanismo! Surpreende-nos, afinal, a maravilha que somos na figura em movimento de cada um de nós, uma maravilha, completa e sem senões, que nos dispõe o Cosmo Infinito! Vamos, para tanto, com imaginação e conhecimento, contribuir para que a natureza humana mais o ambiente do entorno assim descritos possam funcionar melhor em seu meio, realizar suas funções e cumprir a contento a sua vocação? Querer, como nós entendemos, eis aí o primeiro, primeiríssimo passo!


PS – Sinceramente, eu creio no futuro; / Em dias bem melhores, na alegria; / Eu creio na utopia que procuro, / Creio no amor, no sonho, na poesia! // Creio na paz de um mundo mais seguro; / No sol que reverbera a luz do dia; / Creio na liberdade além dos muros, / Onde a fé no amanhã nos contagia! // Creio na compaixão, na humanidade, / Na força de um abraço e na bondade / Vibrando em nossos corações humanos… // Eu creio na evolução e não na guerra, / Na luz divina iluminando a terra / Mesmo quando, descrentes, duvidamos! (Poeta lusitano Ciro Di Verbena, em: Soneto de Fé). Valeu, leitor!

. Ver em: [ RECEPÇÃO ] – Todos os Títulos Já Publicados.
Apresentação do Blog como produto, no Post: [Turismo Interno] – Sinta-se em casa!
Editor do Blog no Twitter: [Seleção p/ Outubro] – Quer ver?

Leave a Reply

  

  

  

You can use these HTML tags

<a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>