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"Como honrar à altura
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(Jhosa)

[Contra-Capa]

MUITA FUMAÇA!

Tabaco fere e machuca, as drogas perturbam a ordem, ofendem.
(Por: Joseh Pereira – 01/11/2014)

Falta verdade e coragem contra as drogas. Observem isto. Antes da inversão diametral do foco, vejam como eram as propagandas de cigarros no Brasil, cheias de pompas e circunstâncias a elevar ao máximo o poder do fumante, sobretudo, se desta ou daquela marca, que iam desde um VilaRica, estrelado pelo atleta Gerson (coitado, estigmatizado como pai da vantagem a qualquer custo, a “lei de Gerson”), a um Camel, com o desenho de um camelo, até ao Marlboro, uma das marcas mais lembradas das propagandas a favor do uso do tabaco, cujo objetivo era incorporá-lo à identificação do homem bem sucedido, nos negócios e demais atividades sociais e públicas. O hábito de fumar parecia indispensável a quem desejasse se mostrar em público como alguém descontraído e determinado. E que viesse por todos os lados a incômoda fumaça a quem dela não pudesse fugir, fazendo arder um rosto recém-barbeado, causando alguma alergia nasal e grudando, sem qualquer cerimônia, nas roupas, nos móveis e imóveis em casa ou no apartamento, além de algumas manchas nos brônquios e pulmões tanto do fumante ativo quanto das vítimas das fumaças, os fumantes passivos. Quanto ao tabaco, é evidente que se trata de um grande mal (como o da gestante da foto, por potencializar com cerveja seus efeitos contra um feto indefeso) a ser combatido como tem sido por todas as frentes, surpreendendo a qualquer um o rápido e eficaz engajamento de todos os setores, sendo logo proibida totalmente a sua propaganda e restringindo ao máximo o seu uso em público. Fico a imaginar o malefício moral e social do álcool, bem como, de dezenas de outras drogas, no sentido clássico da palavra, a destruir um sem número de indivíduos, a família e grande parte da sociedade, tornando pessoas outrora boas em irremediáveis doentes, ladrões e assassinos, aí, a pergunta por que não acontecem campanhas assim, também, que chamem as coisas pelos nomes e responsabilizem a todos os envolvidos nas drogas como aquelas empreendidas contra o tabaco que, concordamos, contribui para tirar a saúde e a vida, mas não concorre para abater e esgotar terceiros como faz a vergonhosa epidemia das drogas, cujos males são “n” vezes superiores? A fumaça do tabaco fica pequena diante dos males gigantescos causados por outras drogas, que vão das mais inocentes e lícitas às mais perigosas e ilícitas. Até quando vamos continuar indiferentes e apáticos em relação a tantos estragos das drogas, enquanto beneficiamos traficantes, cada vez mais fortes no mundo do crime; permitiremos que comunistas enrustidos fomentem tais males e usem como pretextos de que são males próprios de uma sociedade capitalista, tentando introduzir seu inferno socialista; enfim, até quando vamos continuar cegos diante de tanta luz?!
Como nos alegraria se com todos os que se iniciam em qualquer droga, das mais leves às mais pesadas, na busca de um prazer que sempre sai muito caro ao sujeito e seus objetos, acontecesse o que ocorreu comigo em minha iniciação no tabaco, abortada antes de nascer. Um belo dia, meu irmão e eu, meninões cheios de imaginação e longe dos pais, quisemos fantasiar ou produzir, ali, uma cena de fumantes. Com a palha e o cabelo secos da espiga do milho, fantasiamos um cigarro bem interessante em seu preparo, tinha até o “fumo”, feito com cabelo de milho. Lembro-me de tudo como se fosse hoje, acho que a gente queimava alguns gravetos, porque foi muito fácil encontrar um fogo para inflamar o cigarro. Neste instante, um vento mandou a fumaça aos meus olhos, insuportavelmente ardida, muito desagradável, tornando impossível a continuação da brincadeira. O que de fato nunca mais repetimos, a não ser um dos irmãos, ainda hoje fumante, que não estava conosco naquele divertido momento, porém, providencial. Minha família, modéstia à parte, sempre foi muito exemplar, não produzindo do seu seio nenhum alcoólatra ou viciado em drogas. Mas, nem sempre é assim, basta um dado desfavorável da circunstância para pôr em risco uma vida inteira, tanto do dependente químico quanto dos que com ele é obrigado a conviver. Daí, cada sujeito e seus circunstantes estar sempre atentos para não cair nem deixar ninguém cair naquela “boca maldita”, que pode ser a porta do abismo! Ave, Maria! E nossas autoridades constituídas, o que fazem de realmente objetivo e eficaz para proteger quem não caiu na armadilha do vício ou salvar quem já quedou nas drogas e precisa se levantar? Pouquíssimas são elas, com raras exceções, coragem e inteligência que, efetivamente combatem as drogas e seus traficantes, muitas até estimulam a demanda do produto por meio de uma estúpida glamurização do seu uso ou a vitimização dos seus usuários, que passam a ser tratados como consequência de um atual sistema socio-econômico de livre mercado, que a tal orientação política e ideológica de extrema esquerda quer ver eliminado, dando lugar ao seu tipo de governo, sob todos os pontos de vista, terrível! Largam ao Deus dará as nossas fronteiras e puxam saco de países vizinhos sob orientação de esquerda e produtores da droga, segundo uma visão política em curso na América Latina, liderada pelo Brasil e Cuba, leia-se Lula e Fidel Castro, criadores do Foro de São Paulo a pleno vapor, desde 1991. Urge, neste caso, voltarmos a tratar as coisas e pessoas pelos nomes ou estaremos condenando a atual e futuras gerações dos nossos jovens e adultos à perda total da sua identidade, à aniquilação e desgraças! Que drogas?!
Logo abaixo, com alguma ligeira edição ou simples ajustes de estilo, acrescentaremos à crônica uma linda coletânea de pensamentos e, ao final, para coroar o Post, segue um belo soneto pertinente ao tema. Começamos pelas frases, ao lado dos seus autores, uns mais irônicos, outros mais diretos: “Lemos drogas, / Ouvimos drogas, / Vestimos drogas, / Comemos drogas, / Bebemos drogas, / Pensamos drogas, / Falamos drogas…” (Ivan Santtana); “No teu sorriso eu encontro todo o prazer que não consigo encontrar em nenhuma droga que eu possa experimentar” (Diego Luiz Vieira); “Use roupas, use brinquedos, use sapatos e outros objetos, até drogas se quiser, mas por favor, não use as pessoas” (Dielly Winner); “Não existe alma mais aflita que a alma de um drogado” (Carlos Avila); “O prazer que as drogas proporcionam jamais será maior que a dor que elas causam” (Luiz Gustavo de Moraes); “Não, amigos nunca oferecerão drogas” (Black Alien); “Com as drogas, tentas fugir de alguns problemas, pouco sabendo que entraste no pior deles” (Andréa Marinho); “Ser irracional, às vezes, é melhor do quer ser racional; o cavalo não come urtigas, mas o ser humano usa drogas” (Nicedes Silva); “O viciado em drogas, antes de matar a si mesmo, ele mata a família” (Fábio Zacarias); “A droga é um abismo / Que conduz à amargura / Quem adere sofre muito / É difícil achar a cura” (Idoeme de Oliveira Santos); “Houve um tempo em que o marxismo era a única droga dos intelectuais, agora, eles resolveram misturar aquela substância moralmente tóxica com as drogas propriamente ditas” (Reinaldo Azevedo); “Milagre nos dias de hoje é ter filho(a) que não usa quaisquer tipos de drogas e vai regularmente à escola” (Ary Souza); “A maior de todas as drogas é a ideia de experimentá-las” (Jacson Rodrigues); “Um mundo com drogas é uma droga de mundo” (Alexsandra Zulpo). Enfim, chegamos ao momento de refletirmos pelos versos do soneto “Droga”, escrito em 2009 por Jorge Linhaça, da cidade de Arandu (SP): – “A droga cega a alma e mata o corpo. / Chega mansinha, promete alegria, / Vem na balada, na fala macia, / Simula ser reto aquilo que é torto. // Aos poucos apaga a luz do seu dia. / Quando percebe, o homem jaz morto / Pela escuridão, de todo absorto, / Escravizado por tal tirania. // Cessam os risos, espalha-se o pranto, / Na ânsia louca, cruel dependência, / Turvos, os olhos, perdem seu encanto. // Segue-se o crime, não há resistência! / Mais uma dose, ali outro tanto… / Esquece, o homem, sua consciência”. Vamos, apesar de não poucos os pesares, sermos todos um dia salvos de tamanha calamidade ou, o que vai aqui, por mais que almejemos êxito, continuará um ideal, humanamente, irrealizável?!


PS – Nos níveis de calamidade pública, como se configura, nós não estaríamos, houvesse a metade do esforço das campanhas anti-tabagistas levadas a efeito no mundo inteiro. Com campanhas de igual intensidade e igual engajamento educativo das massas, o uso das drogas ilícitas desceria a níveis toleráveis, semelhantes aos do tabagismo, um uso de forma inibida ou envergonhada. É certo que enquanto o usuário da droga não sentir vergonha do que faz, pouco poderemos fazer para conter a epidemia. E sabem da maior, que o mesmo anti-capitalismo que nos fez um bem quanto ao tabagismo, mascaradamente, estimula uso e tráfico das drogas, tachando-os, logo, como outra doença do sistema capitalista?!

. Ver em: [ RECEPÇÃO ] – Todos os Títulos Já Publicados.
Apresentação do Blog como produto, no Post: [Turismo Interno] – Sinta-se em casa!

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