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"Sabe o Blog que corpos humanos, templos do Espírito!"
Comum. Com.Br
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Ano 20 - MdM: 4.0







Intensas lidas. /
Letras recendem, /
Luzes acendem, /
Eis que desprendem /
Sombras temidas!



Doar Sangue, Um Gesto Simples e Gesto Nobre
Gotas de Vida!

Voto Distrital
Voto Distrital

"Como honrar à altura
o Corpo Humano:
associando-o a Deus
e à Natureza!"

(Jhosa)


Nova Ortografia.
Nós, o Editor do Blog,
nos acentos diferenciais
e em vogais dobradas
+ hifens, nada muda,
não aderimos!


[Contra-Capa]

MUITO OBRIGADO

Gratidão, quando compartilhada, faz relaxar os poros da alma!
(Por: Joseh Pereira – 01/09/2019) – Reeditado

Um profundo estado de gratidão, em se tratando de momentos de prece ou simples silêncio meditativo-contemplativo, nós consideramos fundamental, necessário e, por que não dizer, obrigatório. Já no plano dos relacionamentos humano e social, naturalmente, em muitos momentos, até por uma obrigação nossa, teremos de ser (ou são conosco), por vezes, repreensivos ou críticos, como ato de caridade da parte, no qual, quando acontece, devemos nos manter dentro de relativo equilíbrio, tentando não perder as estribeiras, visando a nos proteger de desgastes desnecessários, nossos ou de outrem. Nós defendemos, evidentemente, que a atitude de gratidão favorece a quem deseja receber algo e, já que estamos sempre em Estado de Necessidade, deveríamos permanecer, constantemente, em ESTADO DE GRAÇA, ou seja, com nosso espírito descontraído, ao menos como proposta ideal a ser buscada, obviamente. Aliás, já dizíamos em antigo Diário, o “Fragmentos” (link ao lado, Guia do Blog), nestes termos: – Agradecendo é que se obtém a graça de Deus (o provedor-mor universal). Pois, quem pede, permanece pequeno, negativamente tenso (com muitas sensações do tipo ‘será que…’), obstruindo, assim, os poros da Alma. A gratidão, ao contrário, engrandece, relaxa os tecidos da Alma, seus poros respiram livremente, produzindo, desta forma, um bem-estar que permite, biológica e universalmente, refletir-se onde estivermos na forma da aspiração. No caso em tela, com o Provedor-Mor, tudo bem, nós podemos relaxar sem reserva a nossa Alma, ou seja, a Mente Humana. Em outras situações, vale lembrar que o amor puro e verdadeiro exige frieza, também, para entendermos que nem tudo que brilha se constitui em ouro, para tanto, por prudência, jamais desprezar a cautela ao baixar a guarda ou, em outras palavras, ao eliminar nossas tensões de segurança que estejam ativas no campo mental. Neste ponto, penso ser útil falarmos um pouco mais sobre o Campo Mental, ou seja, o entorno todo em que constantemente influenciamos ou somos influenciados, por onde transitam diferentes frequências mentais, com as quais podemos ou não compartilhar. Pois, cada cérebro humano em atividade, enquanto apto a receber estímulos, no ato de pensar emite pulsações que podem ser dirigidas a alvos específicos ou esparsamente, sendo tais pulsações os chamados fluidos, positivos, negativos ou neutros, que transitam por onde andamos, seja pelo ar ou infiltrados nas coisas. Da nossa parte, independente do “confiar desconfiando” que adotamos, precisamos estar atentos a duas coisas, fechar todas as frestas possíveis da nossa mente ao que não queremos como indesejável visitante e, por outro lado, tornar nossa mente o mais flexível que pudermos a tudo que nos faz crescer ou contribui para o crescimento de outrem com quem de alguma forma nos relacionamos. É difícil relaxar a mente para arejar sua Alma e, ao mesmo tempo, tensionar a mente para impedir o acesso de eventuais inimigos?! Você já refletiu, na maior crueza da realidade, quão grande e inestimável se mostra o poder do pensamento?! Que pensar significa, rigorosamente, emitir luz ou trevas?!
Na sequência do texto, queremos ainda relatar duas ocasiões em que a gratidão foi muito intensa e natural. Faz alguns anos, eu tinha umas crises sérias, com calafrio, tremor e febre, que vinham e que iam, tendo me levado, enfim, à internação para pesquisas. Eram cálculos na vesícula, foi extraído um e deixado outro, cuja cirurgia eu iria programar com meu Cirurgião, mas todos fomos apanhados de surpresa ao pôr do Sol de um domingo de janeiro. Uma dor forte na altura do ventre causou a vinda de filho e nora, que moram perto, eu me acordando e me vendo, lúcido, no dia seguinte no leito de um hospital, com meu filho ao lado a me acompanhar, que me respondeu estar minha nora ainda no carro, onde havia dormido. Senti, ali, o amor mais verdadeiro do mundo, na expressão, atitude e práticas do casal, como no das demais pessoas envolvidas por diferentes laços, expressando seus votos, sua preocupação e sua solidariedade. Agradeço a tanta gente, médicos, enfermeiros, todo mundo, pelos seus gestos espontâneos de manifestação, todos igualmente dignos e humanos, precisos e certeiros. Na minha alta hospitalar, tudo certo, já sem os cálculos a incomodar e sem também a vesícula, removida. Outra vez, mas agora de forma planejada, após longa preparação médica e hospitalar, homem perto dos oitenta, em ousada atitude de quem cultiva em sua volta um salutar realismo positivo, vai a uma cirurgia vascular bilateral de grande porte dos membros inferiores, vasos a estender-se das costas dos pés e pernas até parte das coxas, tudo realizado na tarde de um dia movimentado, como todos os outros, muito especial. Da mesa de operação a uma sala de recuperação monitorada por dedicados atendentes, depois, já “mais perto de casa”, como eu dizia, fui levado para o quarto, onde aguardaria a alta. | E foi muito bom ser um quarto com dois, não em apartamento. Um rapaz com pneumonia aguardando transferência, sempre ativo e prestativo a me ver, ali, imobilizado. Após um delicioso jantar como o de um hotel, ele foi ao banheiro escovar os dentes, mas empenhado na minha segurança, entre uma fala e outra com sua mulher e amigos no celular, fez questão de chamar a assistente para me acompanhar ao banheiro, gesto sem o qual, desconfio, eu teria morrido. Deitado, meus pés devido à anestesia não respondiam comando algum, tendo de ser arrastados pernas e pés para o chão. Quando me pus em pé ao lado da assistente, a vista começou a turvar, a parede parecia fugir das minhas mãos e a cama fugia mesmo de mim. Assistente e colega de quarto me socorreram, pondo-me de volta deitado. Aí, sem poder me respirar como estivesse afogado, resmunguei algo como “não estou bem, chamem um médico”. Lá pelas tantas, contagem regressiva há tempo desligada, médicos disseram que, para se pôr em pé um pós-operado, somente quando o corpo todo voltar a responder, cuidado que, aliás, não fora observado. Eu estivesse, ao descer do leito, somente com um doente de pneumonia que, após me ver no chão desmaiado chamaria apoio (meu Deus), sem oxigênio o cérebro falece em segundos. Eu fui salvo por outro doente, sim, um desconhecido, de quem não me ausentei sem antes cadastrá-lo no WhatsApp, daí em diante, um digno amigo e, por sua imensa atitude, conhecido! Que maravilha, quando somos humanos! Quem, não estando já em Estado de Graça, faria algo assim, gratuitamente?! | Quantas vezes, cobrando, podemos ultrapassar a marca do oneroso em nome da Gratuidade?! Qual, a seu ver, o valor sublime da Gratidão a pulsar, constante, por toda a parte?! Ou, por algum motivo, seu radar anda meio avariado?!


PS – Declarar-se nada ter para agradecer, um grande equívoco, pois, sempre se vive na condição de devedor, no sentido espiritual ou filosófico da palavra, mesmo que superavitária a conta moral. Sabemos ter a gratidão um imenso valor e não custa nada, ao exercê-la afirmamos que alguém foi superior a nós, além de revivermos um espírito fraterno latente. Devemos agradecer por bênçãos ainda desconhecidas a caminho, pelas rosas entre tantos espinhos, ao orar, contemplemos o fim feliz já alegrando-nos com ele, gratidão é fruto de cultivo aprimorado, onde não entra gente rude ou grosseira. A cada dia que se finda, maiores os motivos para sorrir do que para chorar, agradecer é reconhecer méritos venham de onde quer que sejam. Nós temos os pés para caminhar, quando muitos não os possuem, um lar, seja como for, onde existe o amor não a solidão. E, não havendo quem nos escute, pode acontecer, seja então pela vida que sentirmos ou pela crença que nos faz resistir! Assim sendo, quem no seu cotidiano estará isento da obrigação de agradecer, sempre, com uma palavra ou um gesto?! Por que recusar um bem recíproco que a atitude proporciona?! É muito difícil entender?!

MBT – Ano XX (2019): Originário de 02/02/2014, um texto em reprise com vida nova!

. Ver em: [ RECEPÇÃO ] – Todos os Títulos Já Publicados.
Apresentação do Blog como produto, no Post: [Turismo Interno] – Sinta-se em casa!

MUROS DESCENTES

Poucos muros se justificam, a realidade clama por mais pontes!
(Por: Joseh Pereira – 01/08/2019) – Reeditado

Há entre nós muitos muros, sentido metafórico ou não, que se erguem, alguns até merecem existir e outros que, quando caem são motivos de festas. Um, ninguém esquece! Foi em 1989, no Leste Europeu, na então dividida Berlim, que um muro indecente da nossa História começou a ruir e vir abaixo, tornando, aí sim, um muro descente (com “s”) ou em queda livre, até nada mais restar da velha e vergonhosa estrutura. Felizmente, um evento histórico muito comemorado, como na foto ao lado, que retrata o Monumento da Reunificação (click na imagem) erguido numa praça da Alemanha restaurada, além da reprodução de réplicas suas e demais símbolos convertidos em souvenir  e cartões postais para turistas do mundo inteiro. O Muro de Berlim representa em cheio a ideia de que o comunismo, onde quer que se instale, constrói “paraísos” que são Verdadeiros Infernos, donde não tentam fugir apenas os membros da classe dominante e os que, de geração em geração, já perderam a noção de perspectivas, sendo incapazes de reconhecer qualquer horizonte. Já não existem como pessoas, são meros autômatos, anônimos que nada buscam, tudo se lhes fecha dentro de um imenso vácuo, sem referências, simples tele-guiados em que foram obrigados a se reduzir. Que prazer de viver sente alguém neste labirinto, onde todas as saídas são tolhidas, até mesmo físicas em busca de um raio de Sol, representando a esperança?! Porém, aquele não era o único muro construído para separar homens dos homens, há outros. A nossa intenção neste Post, aliás, é trazer à luz muros que nem de concreto são e muito mal nos impõem. No entanto, antes de voltarmos aos muros não materiais, precisamos nos deter um pouco mais nos muros de tijolos e concreto. Histórias de muros em nossa vida, uns removidos outros ainda mantidos, não nos enganemos, existem. Como em um Condomínio pequeno de uma torre, cuja construtora permitiu a abertura de uma viela pela área comum do Prédio em construção, erguendo entre a hoje falecida viela e o Prédio um malcriado “muro divisório”, não informando adequadamente pelos meios que dispunham que ali não era o fim do terreno do Condomínio, por longo tempo assim considerado, trazendo consequências. Desejamos, no entanto, para encerrar o tópico, falar de um muro material, muito famoso, infelizmente, por maus motivos. Incrível, chegou a ser construído por uns e demolido por outros várias vezes. Ao final, segundo registros históricos, a tropa inimiga fez questão de deixar uma parte intacta do muro para que não esquecessem nunca mais a derrota sofrida. Ficou conhecido como o “Muro das Lamentações”, cultuado até hoje pelo Judaísmo na cidade de Jerusalém, uma construção considerada sagrada, ou melhor, restos construtivos de profundo simbolismo. E quem de nós, a exemplo do judeu, sobrevive sem um muro de lamentações a buscar alívio e energia?! Entre nós, não obstante muitos muros que separam, conhecemos e cultuamos com devoção, também, pontes que ligam?!
No texto em curso, alguns dos muitos muros para nos proteger ou para que outros se protejam de nós. Muros e pontes que erguemos, ou para barrar passagens, ou para facilitá-las. Havendo, ainda, para surpresa de muitos, um outro tipo de muro, cuja função não é separar nem proteger, mas receber. Há pouco, no tópico anterior, nós falávamos do “Muro das Lamentações”, obra sagrada dos judeus. E, por que não, todos adotamos em certos momentos nossos “muros de estimação”, que podem ser um ombro amigo ou coisas que o valham, que mereçam a confiança e não nos questionem, onde escolhemos para chorar nossas mágoas. Um dia, não vou dizer quando nem as exatas circunstâncias (coisas, aliás, não raras), vi-me numa situação-limite, tendo de procurar o meu “muro das lamentações” para desabafar. Desta vez, o ombro amigo está representado por um pequeno poema de versos livres e espontâneos, por vários motivos, muito representativo: – Das lágrimas derramadas, lamentos dourados. / Muro, úmido de lágrimas, por que choro?! Por quê?… / Muro, onde me prostro e deito-te tantas lágrimas / Será que ao menos tu, que a ninguém te curva, irás me entender? / Eis que, a cada coisa que desarruma, suas disfunções agridem-me / E mesmo que eu não olhe não posso deixar de ver / E mesmo que eu não queira não posso deixar de ter… / Eis que, a cada sujeira que aparece, em meus espaços obrigatórios / E eu não posso e ninguém pode correr e remover / E mesmo que eu não queira não posso deixar de ver… / Eis que, a cada coisa que cheira mal e faz nosso ar inapropriado / E eu não posso e ninguém pode o odor ou veneno retirar / E mesmo que eu não queira este ar não posso deixar de respirar… / E, porque inserido nisso tudo, inevitável e fatalmente / Como parte integrante, integro-o e me incorporo, não posso ignorar / Mais o nosso ego, auto-estima pessoal, nosso salutar amor próprio / É comprimido, reduzido, quando não suprimido, anulando-nos / Consequentemente, tornando-nos impróprio ao próprio consumo / E em menores, maiores ou iguais dimensões, com nossos circunstantes / Podendo repercutir e multiplicar, aqui e ali, os danos e estragos / Caso não se lhe ponha fim e o torne administrável. / E lá vamos nós, todos, no mesmo barco a fazer água, claudicante / Atores, autores, sujeitos e cúmplices, agentes, pacientes / Indiferentes, até o fim dos tempos, eles, você, eu?!… Para nós, acreditem, um lápis e papel, muitas vezes, foram os melhores ombros amigos! Quantas vezes em distante bairro nascente da periferia, com dezenas de angústias específicas de um dinâmico e eclético agente social, outrora solteiro, o hoje Editor do Blog via-se em situações muito críticas, severas, em que lhe parecia sumir o chão dos próprios pés, aí, sem saber exatamente a quem recorrer, iniciava-se o produtivo diálogo de uma caneta com as folhas de papel isentas até das pautas, desatando o nosso expressar. A regra, então, não corrigir nem elaborar, enquanto o texto se derrama abundante, fluindo como lenitivo à alma ferida e, logo, a caneta pára (com o acento diferencial), não reage, sinalizando estar se fechando o diagrama de um problema que incomodava tanto por nos parecer descomunal e, agora, ali mesmo, por nós já contornado. Dos textos passados a limpo, muitos iam mesmo para a gaveta, deixando pelo caminho novos aprendizados e o esperado reequilíbrio de muita situação conflitante, com ao menos um norte a indicar uma saída. Afinal, quantas vezes nós ficamos desesperados pelo tamanho irreal e enganoso de um problema que, submetido a análise, resiste muito pouco tempo?! Já buscou alguma vez a experiência literária para solucionar conflitos da sua vida pública ou particular?! O que Você busca, enfim, para aliviar tensões?!


PS – Além de desejarmos a construção de pontes, onde a realidade não recomenda a edificação de muros, a Crônica quer focalizar as várias formas de muros, como sabem, existindo os que separam, os que protegem e, também, os que recebem para acalmar corações. Tudo como acima foi tratado. Mas, eis que chega para completar a matéria, outro tipo de muro, dos “covardes, medrosos ou indecisos”. No caso, temos a lamentar. Pois, não são poucos os frequentadores dos muros que, por meio de falsa redoma, isolam (sob a penumbra do silêncio) os que morrem de medo de tomar partido, decidir, influir. Quiséramos, nós, na atividade política de quaisquer esferas, das menores e menos influentes que todos participam, às maiores esferas de poder, não houvesse um só lugar, minúsculo que fosse, para medrosos e covardes, tampouco para imprudentes e insensatos, estando, para incômodo nosso, muito longe fatos assim, auspiciosos! Porém, diante de tal cenário, vamos considerar nossa história um caso perdido e ficarmos parados?! Entre bons e maus, sabiam que o silêncio dos primeiros, em geral, prejudica mais que as ações dos segundos, que não são poucas?! E, afinal, diabos dormem, por acaso?!

MBT – Ano XX (2019): Originário de 09/11/2013, um texto em reprise com vida nova!

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Apresentação do Blog como produto, no Post: [Turismo Interno] – Sinta-se em casa!

CADERNOS DE GRAMSCI

Feliz sois vós, quando do tipo não sei, mas quero saber!
(Por: Joseh Pereira – 01/07/2019) – Reeditado

Difícil imaginar que haja até os dias atuais alguém que tenha resistido culturalmente, nada lhe chegando à cabeça das teorias de Gramsci, quais os seus métodos e como funcionam. Porém, apesar de inúmeros modelos didáticos à disposição dedicados à infiltração da doutrina gramscista no Brasil, muita gente se manifesta como desconhecedora do assunto. Nós, ainda durante a versão original do Post em 2014, tivemos a felicidade de encontrar e escolher um trabalho bastante completo e esclarecedor do Diário do Comércio, por nós simplesmente intitulado [Gramscismo], ambientado no Blog com total respeito à fonte, cujo link, lamentamos, deixou de existir. Aliás, muitos dos nossos cidadãos, como nos certificamos, nunca ouviram falar de ANTONIO GRAMSCI porque raros os autores e mais raros ainda os jornalistas para alertarem a opinião pública, ou melhor, a Sociedade Nacional do forte veneno teórico-doutrinário que, aos poucos instilado nas mentes e consciências dos mais mal-informados, infelizmente, vai tomando conta do país. O homem da foto, com um pequeno mapa territorial na cabeça, é Mikhail Gorbachev, o responsável pela redução da tensão e a abertura política da União Soviética, contribuindo desta forma com a queda do Muro de Berlim (fins de 1989) e a total dissolução do bloco comunista. Devemos ter como certo que, desde Karl Marx, criador do materialismo socialista, nascido em 05/05/1818 na Alemanha e 65 anos depois morto em Londres, onde passara a morar, o mundo não teve mais sossego, sendo sempre fustigado por todos os lados e de todas as formas. O comunismo se protege pela mentira e subordina pelo medo, em cujo dicionário estão proibidas as palavras mérito e eficiência. Durante a chamada Guerra Fria em que cães dos dois lados do mundo, soviéticos e norte-americanos rosnavam e recolhiam-se nos seus ninhos (entendam, arsenais bélicos), não obstante a inquietação e angústia do mundo livre pelas ameaças reais constantes, diretas e indiretas fomentadas pelos comunistas russos, ao menos os comunistas e filo-comunistas se expunham orgulhosos das suas bandeiras, não se escondendo sob máscaras as mais diversas, como vivem fazendo agora, após o maior fiasco da história, que responde pelo nome de União das Repúblicas Socialistas Soviéticas. Karl Marx sempre dá errado, até quando dá certo, como em Cuba, Coréia do Norte, Venezuela etc., onde nunca deveria ter se estabelecido, os povos desses países que o digam. Sim, não tenham dúvida, com o fim da Guerra Fria, a partir de 1989, o comunismo se espalhou como praga pelo mundo, sob quaisquer bandeiras ou denominações do gênero, dentro ou fora de órgãos e instituições, com seus venenos perigosos contra adversários seus do mundo livre, a estudar, trabalhar e produzir. Afinal, queremos indagar. Comunistas do mundo inteiro não produzem e mergulham em dinheiro, logo, com bastante propriedade, não vivem como parasitas ou sangue-sugas, história a dentro?! Algo, ainda que remoto, a temer pelo tom da pergunta?! Por quê?!
Voltando ao núcleo principal do tema, aprofundemo-nos um pouco mais sobre o sistema revolucionário dos discípulos de Gramsci, um italiano que, embora comunista, apenas por discordar, ser um dissidente, foi preso por outros comunistas, em cuja cela escreveu 30 cadernos, com seus métodos e teorias revolucionários por muitos hoje adotados pelo mundo. Lendo o anexo “Gramcismo” (link acima), Você saberá com detalhes: 1. Quem introduziu o gramscismo no Brasil (os comunistas, na década de 1970); 2. A constituinte de 1988 e a República Socialista (a etapa socialista do processo quase foi imediata, não fossem os democratas com a formação de combatentes de centro, neutralizando as tendências); 3. PCB e o gramscismo (1990/1, comunistas continuam defendendo a estratégia gramscista, mas URSS cai com o Muro de Berlim, PCB muda símbolos, a linguagem e o nome para PPS); 4. As esquerdas brasileiras e o gramscismo (alguns dos novos partidos e seus perfis ideológicos, esquerdas simpáticas ao gramscismo como estratégia socialista de comunização); 5. O Brasil e a revolução no Ocidente (a busca de um novo centro de irradiação do comunismo pós-URSS no Leste Europeu, o FORO DE SÃO PAULO a todo vapor, fundado aqui por Lula e Fidel Castro é o maior exemplo da transferência do foco comunista no mundo); 6. Superação do senso comum, lenta e gradual, como mandam seus scripts; 7. Neutralização das “trincheiras” da burguesia (constrangendo, esvaziando e enfraquecendo, uma a uma, as instituições e tradições do mundo democrático e livre com economia de mercado, até o desfiguramento total e suas substituições); 8. O “estado ampliado” (além da expansão direta ou indireta do estado-empresário, a estimulação de ONGs, suportadas por cofres públicos, conselhos populares de toda ordem, sindicatos, associações de classe, segmentos cada vez mais amplos da imprensa e outros setores, os quais, como braços partidários em funções de estado, daí por este financiados e remunerados, devendo-lhe proteção contra críticas e oposições). Temos desta forma um breve resumo, mas bastante robusto sobre um assunto de fundamental importância, no sentido de nos proteger dos disfarces e camuflagens enganadores da militância. Não vamos reproduzir, aqui, como se capturam porcos selvagens, pois, o caso exemplar é muito conhecido e, sabemos, como muita gente no Brasil é igualzinha, ou seja, somos loucos por coisas de graça, acostumamos depressa a não batalhar pelo que precisamos e não ligamos, quando necessários, os nossos desconfiômetros. E vamos, assim, afundando, caindo em esparrelas, discretas armadilhas pelo caminho vida a fora, quem sabe, chorando depois pelo leite derramado, pior ainda, a carregar muita gente inocente no mesmo barco furado. Pedimos também, por último, pesquisem e avaliem a influência nefasta em nossa cultura da “Novilíngua” de outro teórico comunista (George Orwell, com seu “1984″ e “A Revolução dos Bichos”) e observem se, na mais sã consciência, poderíamos admitir que “desigualdades” são “injustiças”, todo “pobre” é “excluído” (de onde e por quem) e que o “rico”, ou é um repugnante “explorador” ou “opressor” das massas, de forma a estimular conflitos às classes sociais, outrora, pacíficas e colaboradoras entre si. Outra coisa, “cidadania” é o título de cidadão conferido por um Cartório de Registro do meu nascimento, necessário lembrar, não é uma demanda popular atendida ou à espera, como quer nos fazer crer a militância, trata-se, portanto, de uma via de mão dupla do nosso Direito e Dever de cada indivíduo para com o estado. Hora de perguntar. Até quando vamos ser dóceis ovelhas a declarados maus pastores?! Ou, então, os porcos selvagens da aludida fábula?! Lembram como fazem seus caçadores?!


PS – Desculpem a nossa insistência. Sabem, eles não param, não podemos parar. Não se trata de música com uma nota só, o disco que rodamos está perfeito! Comunistas não comem crianças, como se dizia, fazem pior, muito pior. Devoram a qualquer um, em milhões de cabeças, sem dó nem piedade, como fartamente documentado pela História, cujos fatos dispensam argumentos. Falamos, é verdade, de “milhões de cabeças” que, hoje, pelo método revolucionário gramscista, querem transformá-las, mudar exatamente as nossas cabeças, ou seja, as nossas consciências, nossas mentes e intelectos, até nos tornar frios cidadãos, depois, mais “camaradas”, fiéis colaboradores ou dóceis escravos seus, condenados a em tudo aplaudi-los, sob pena de morrermos como mártires ou sermos presos como simples insetos. Está bom assim?! Ou o Post carrega demais na tinta?! Onde, por favor?! Os porcos selvagens da estória sabiam o que lhes faziam?!

MBT – Ano XX (2019): Originário de 04/01/2014, um texto em reprise com vida nova!

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