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CULTURA RELIGIOSA Nos Limites do Espírito Bíblico (Buscas)
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ORDEM
DESCENDENTE
Os bons fins, triunfantes, requerem bons princípios,
o problema é que nem sempre controlamos os segundos.
(Apoc 1-22)
Magnífica figura da comunhão; do nós, o Pai, do tu, o Filho e do ele,
o Espírito, uma trindade, a partir daqui, agora.
(1Jo 1,1-4)
Sob tantas noites que abatem a tantos, que venha a luz, a luz se
faça, as trevas se apaguem, prevalecendo o dia.
(Gên 1,3-5)
Para se chegar à luz, é preciso identificar, antes, o caminho da luz,
observando a lei, uma sintonia, um mandamento.
(1Jo 1,5;2,3-11)
Crescer e multiplicar é ato matemático, envolve lógica, longe de ser,
apenas, ato aritmético; mas, quando vão entender?
(Gên 1,28)
E ambos estavam nus, o Homem e a Mulher, contudo, por não ser
motivo de nenhuma maledicência, não se envergonhavam.
(Gên 2,25)
Ao mundo o que é do mundo e a Deus que o motivou, enquanto
este girar e for necessário, como um veículo.
(1Jo 2,15-17)
O pecado há de ser um ato ou atitude que traga um desnecessário
malefício, direto ou indireto, a si ou a outrem.
(Gên 3,1-13)
Não consigo negar a origem divina a que me prendo, o que a
própria ciência, a mais sã, não nega e persegue.
(1Jo 2,29)
Da terra virá com o teu trabalho o sustento da tua vida;
comerás o teu pão com o suor do teu rosto.
(Gên 3,17.19)
Ao exercê-la, a fraternidade tenha cores de profunda justiça; a bondade
conte com este atributo; não odeiem e já lhes serão fraternos?
(1Jo 3,15)
Tamanho o horror pela corrupção da sua Criação que Deus manda um dilúvio,
poupando Noé e familiares; que tal, um novo dilúvio, seletivo?
(Gên 6-8)
Não há amor divino na forma de gesto ou sentimento, traduzindo-se na simples
tensão para o perfeito e justo, que permeia toda a existência.
(1Jo 4,7-10)
Torre de Babel, um símbolo do potencial desentendimento entre os homens,
cujo dever de cada um é estar atento e controlar.
(Gên 11,1-9)
Fé, uma certeza remota da alma que, imaginada e mentalizada, é capaz
de unir forças para penetrar difíceis entranhas da existência.
(1Jo 5)
Desde Abraão, sinal da grande aliança com sua descendência, a incisão do prepúcio,
denotando o domínio espiritual sobre a graça ou encanto sexual.
(Gên 17,10-11)
Virtudes que fluem, da fé à fortaleza, ao conhecimento,
à temperança, à paciência, à piedade, ao amor fraterno e à caridade.
(2Pdr 1,5-9)
Abraão, ao levar Isaac ao monte para imolá-lo, demonstra o cúmulo da
prontidão e fé em um outro fim, não desenhado, que pressente.
(Gên 22,1-14)
Uma palavra, quando decididamente bem intencionada, é capaz de ser a
lâmpada flamejante, enquanto durar a noite ou faltar a aurora.
(2Pdr 1,12-21)
Abraão nega favor amparável em doutrina social e adquire, formalmente,
a terra dos Heteus para sepultar Sara, que havia falecido.
(Gên 23)
Pseudo-profetas corrompem a verdade, espalham enganos e destroem
reputações, enquanto cultivam a desgraça e semeiam a resposta.
(2Pdr 2,1-10)
Isaac recebe os sinais da graça, vai à fonte que lhe mata a sede e não desperdiça
as senhas divinas das suas felizes núpcias com Rebeca.
(Gên 24)
Audaciosos, arrogantes, ultrajam reputações; olhos cheios de maldade, aliciam
almas débeis; corruptos, voltam-se ao próprio vômito, na lama!
(2Pdr 2,11-22)
A uma velha gruta que, na morte de Sara, Abraão adquiriu dos Heteus, ele volta,
depois de fincadas na posteridade as raízes que semeara.
(Gên 25,1-11)
Ainda que, para semeadores de dúvidas, sejam tardios, o novo céu
e a nova terra dominarão, onde somente a Justiça reinará.
(2Pdr 3,2-13)
Ismael, filho de Abraão, após 137 anos, deixa extensa prole e une-se
a seus parentes, numa típica alusão à imortalidade da alma.
(Gên 25,12-18)
É paciente o sentido bíblico salvífico, que espera, prefere aguardar
a luz segura, sem manchas, que orienta.
(2Pdr 3,14-18)
Dois povos viriam do ventre de Rebeca e se atritariam entre si no futuro,
por que Isaac precisou suplicar a Deus por sua esposa estéril?
(Gên 25,19-23)
Reprimendas certas àqueles que substituem sinais mais seguros e limpos
por simples espumas torpes de astros errantes das trevas.
(Jd 1,1-25)
E nascem Esaú e Jacó, gêmeos tão iguais que um já nasce agarrando
o outro pelo calcanhar; isto é desígnio de Deus?!
(Gên 25,24-34)
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