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"Sabe o Blog que corpos humanos, templos do Espírito!"
Comum. Com.Br
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Ano 21 - MdM: 4.0







Intensas lidas. /
Letras recendem, /
Luzes acendem, /
Eis que desprendem /
Sombras temidas!



Doar Sangue, Um Gesto Simples e Gesto Nobre
Gotas de Vida!

Voto Distrital
Voto Distrital

"Como honrar à altura
o Corpo Humano:
associando-o a Deus
e à Natureza!"

(Jhosa)


Nova Ortografia.
Nós, o Editor do Blog,
nos acentos diferenciais
e em vogais dobradas
+ hifens, nada muda,
não aderimos!


[Contra-Capa]

CONTAS DO TEMPO

Não há “Feliz Ano Novo” que independa da “Fé”, no seu fundamento!
(Por: Joseh Pereira – 01/01/2020) – Reeditado

No alto da epígrafe, um minúsculo monossílabo (a Fé) com grande poder, mas subestimado. Dito isto, ao tema, já! Quantas vezes, em havendo ocasião, apreciamos ficar muito tempo a admirar e contemplar uma frondosa árvore, como a da nossa ilustração, centenária, com grande história de vida, uma imensa força, robustez e beleza capaz de despertar a atenção e profunda reflexão sobre sua existência, bem como a de outros seres viventes, entretanto, quando perante a algo similar que requer também longo tempo para sua elaboração e formatação definitiva, não temos o mesmo entendimento e paciência o bastante para “aguardar e contribuir” pelo andamento natural do seu processo evolutivo que, aliás, seria de bom juízo já não nos ser estranho, desconhecido, devendo estar de cabo a rabo sob nosso domínio, tudo dentro de competente script, o manual de conduta. Convenhamos, no entanto. Uma árvore como a que observamos nasce e cresce, a partir de uma raiz ou semente, concorre também entre fortes e fracos na floresta, enfrenta ventos e tempestades, mas sempre obedecendo a um processo natural, com leis e regras concedendo um determinado grau de previsibilidade, algo bem diferente das pretensões humanas do nosso cotidiano, nas mais diversas esferas da existência, via de regra, distantes das chamadas leis naturais, das quais derivam a lógica, os costumes e a moral social, em busca de um mínimo de equilíbrio e tolerância para podermos viver e produzir. Isto tudo, acima, ligado ao clima de Ano Novo com novas e velhas aspirações, conjuga-se muito bem ao raciocínio da “escada da maturidade” (“Fragmentos”, link à esquerda), sobre o ideal da plenitude humana, nestes termos: – “Na maturidade o homem deseja (marca natural, da criança); percebe (marca intelectual, do jovem) e tolera, quer dizer, sabe dar tempo, esperar, com condições para a auto-renúncia (marca moral, do adulto), perfazendo-se, assim, o homem pleno de si mesmo”. Interessante notar que para existir nós dependemos de duas coisas, do tempo e do lugar, “lugar da ação com seu tempo de duração”, ou seja, existir implica realizar ação, daí estarmos sempre em ação a ser avaliada por seus resultados, segundo cada capacidade produtiva aí utilizada. Por falar em produzir mais e bem em menos tempo, lembra-nos, logo, quão indicado se torna aderirmos a todos os recursos técnicos e tecnológicos ao nosso alcance e, se mesmo assim, o tempo ainda lhe parece escasso, que tal buscar um Curso de Administração do Tempo, em que se aprende a definir prioridades, criar escalas de compromissos, programar melhor as ações e tarefas do cotidiano, otimizando o tempo empregado e aumentando sua produtividade. A não ser que seu problema seja crucial ao extremo, faltando-lhe também tempo para fazer o Curso de Administração do Tempo, quando a solução já não estará mais aqui, no Blog. Vamos, afinal, continuar a contar tempo com nossas pedras (“calculus”, no Latim), algumas lançadas para nos ferir, que nós as transformamos, pela inversão do efeito. Limão, por exemplo, sempre arde?! Por que não, também, das pedras violentas, um formoso Edifício!
Na sequência, um pouco mais de tempo para falarmos do Tempo não meteorológico, evidentemente. Tempo, além de representar “medida de duração dos seres sujeitos a mudança de substância ou mudanças acidentais e sucessivas da sua natureza, numericamente apreciáveis”, também podem ser “horas, dias, meses”, que a muitos faltam para aprender a administrar o tempo. Ser oportuno ou inoportuno quer dizer acertar ou errar na escolha das circunstâncias propícias ou não para resultados esperados, sendo útil definir a escala de prioridades, organizando nossas atividades de modo que as “necessidades e circunstâncias tenham nascido uma para a outra”, sejam compatíveis. A tolerância quanto ao uso do tempo é fundamental, porém, ela não deve quebrar a disciplina prescrita e devidamente sistematizada. Todos precisam entender um ao outro em seus propósitos, em esforço conjunto como numa empresa, ainda que somente uma família, um grupo organizado qualquer. Temos ainda o “tempo perdido”, quando o gastamos inutilmente, os “tempos dourados”, aqueles felizes ou venturosos, que tivemos a chance de viver no passado. “Histórico” é aquilo que é digno de registro por historiadores, um legado a gerações vindouras. “Pré-históricos”, os tempos da existência da humanidade sobre a Terra, anteriores às tradições escritas e que, por isso, apreciados por meio da tradição oral ou indutiva. É complicado imaginar a área escura do nosso passado, não documentada por ninguém, da qual, só podemos intuir. Há também expressões como “dar tempo ao tempo”, quando fazemos uma coisa com a devida calma; “perder tempo”, no sentido de empregá-lo em ocupação inútil, trabalhar em vão, pretender um resultado impossível; ou, por último, “tomar o tempo de alguém”, quando o distraímos ou o importunamos com assuntos alheios ao mister que está a realizar. Tenhamos em mente, enfim, que o tempo ao subtrair valiosos elementos dos nossos ossos, músculo e pele, por outro lado, adiciona e enriquece nossos Bancos de Dados, das nossas redes de neurônios, compensando-nos no que ele retira ou deixa de produzir. Nunca é demais reiterar, que uma das coisas mais interessantes que só o tempo nos garante, chama-se aprendizado, um patrimônio a salvo das traças que nós armazenamos e organizamos até quando dormimos. O tempo, ora, o tempo! Ele leva muito de nós, todavia, oferece-nos o dobro ou muito mais! Merece, portanto, como homenagem, um [Conhecido Soneto] de Frei Antônio das Chagas, uma belíssima advertência para cuidarmos de forma adequada do precioso atributo, exclusivo e específico de quem ainda vive e ocupa seu lugar no plano da existência! Na atual mudança de tempo, virada de ano, anos que vão, anos que vêm, não lhe parece oportuna a mensagem literária do poeta?! Vamos, pois, do tempo fazer mais conta, ou seja, dar-lhe a devida importância, para depois não chorarmos por não ter tempo?! Que tal começarmos a contar melhor o tempo, somar, subtrair, multiplicar e dividir, um tempo sempre escorregadio, que nos passa por nós apenas e tão-somente uma vez, não volta?! Dá para brincar com algo assim, que não brinca conosco?!


PS – Ei-lo, já entre nós um Novo Tempo, 2020! E nunca se brinca com coisas como o Tempo! Mas, sem medo, que venham os anos novos, muitos para nós em copiosa profusão. Desponta-nos, sorrindo, bem disposto para o que der e vier, com grandes promessas de vida o Ano de 2020, número interessante, bonito mesmo, a trazer mais tempo para a nossa Conta, para a qual usaremos de toda a atenção, paciência, prudência e juízo! Com o tempo, mastigado e digerido, a gente também percebe que pessoas, por vezes são como livros, algumas enganam pela capa que apresentam, mas, para nossa felicidade, outras nos surpreendem bastante pelo conteúdo que trazem. Ano que ora inicia e em todos os outros que virão, vamos nos esforçar, sinceramente, para pertencermos ao segundo grupo, surpreendendo cada vez mais com o melhor conteúdo que, por nossos esforços, pudermos angariar, alcançar e oferecer?! Vamos, pois, fazer a nossa parte, ainda que sejam parcas as nossas contribuições?! Desanimar, por quê?!

MBT – Ano XXI (2020): Originário de 01/01/2015, um texto em reprise com vida nova!

. Ver em: [ RECEPÇÃO ] – Todos os Títulos Já Publicados.
Apresentação do Blog como produto, no Post: [Turismo Interno] – Sinta-se em casa!

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