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"Como honrar à altura
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Nós, o Editor do Blog,
nos acentos diferenciais
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[Contra-Capa]

MUITA FUMAÇA!

Tabaco fere e machuca, as drogas perturbam a ordem, ofendem.
(Por: Joseh Pereira – 01/04/2020) – Reeditado

Que cena absurda de flagrante irresponsabilidade de alguém a queimar um tabaco, quiçá de péssima qualidade, intoxicando-se ainda mais a ingerir copos de cerveja, uma bebida alcoólica, obviamente, em seu manifesto estado de mulher gestante! Longe de nós qualquer prazer ao ver o quanto o uso de uma ou outra droga é capaz de em pequena ou maior dose prejudicar o bom-senso, a consciência pessoal e social do indivíduo, como com a gestante em foco, a abandonar à própria sorte seres indefesos sob proteção intrauterina. Aliás, “entre tanta coisa errada a interferir na liberdade individual de escolhas do cidadão pensante”, nós louvamos a restrição oficial que se deu de usos e da publicidade de bebidas alcoólicas e cigarros, digna de aplausos. Lembramo-nos das propagandas de cigarros cheias de pompas e circunstâncias a elevar ao máximo o poder do fumante, indo desde um Vila Rica, estrelado pelo atleta Gerson (estigmatizado como pai da vantagem a qualquer custo, a “lei de Gerson”), a um Camel, com o desenho de um camelo e ao Marlboro, cujo objetivo era incorporá-lo à identificação do homem bem sucedido nos negócios e demais atividades sociais ou públicas. O hábito de fumar parecia indispensável a quem desejasse se mostrar em público como alguém descontraído e determinado. E que viesse a incômoda fumaça a quem dela não pudesse fugir, fazendo arder rosto recém-barbeado, causando alergia nasal ou aderindo nas roupas, móveis e imóveis em casa ou no apartamento, manchando brônquios e pulmões do fumante ativo e das vítimas das fumaças, os fumantes passivos. Quanto ao tabaco, trata-se também de um mal a ser combatido como tem sido por todas as frentes, atualmente, surpreendendo a qualquer um o rápido e eficaz engajamento de todos os setores, sendo logo proibida por inteiro a sua propaganda e restringindo ao máximo o seu uso em público. Fico a imaginar o malefício moral e social do álcool, bem como de outras drogas, a destruir o indivíduo, a família e parte da sociedade, tornando pessoas outrora boas em irremediáveis doentes, ladrões e assassinos, na falta de campanhas eficazes, que chamem as coisas pelos nomes e responsabilizem claramente a quem interessam tais desgraças. Sabemos que a fumaça do tabaco fica pequena diante dos males gigantescos causados por outras drogas, das mais inocentes e lícitas às mais perigosas e ilícitas. Vamos continuar indiferentes e apáticos em relação a tantos estragos físicos e sociais, enquanto beneficiamos traficantes e organizações, cada vez mais fortes no mundo do crime; permitiremos que comunistas enrustidos fomentem tais males e usem como pretextos de que são males próprios de uma sociedade com liberalismo econômico e capitalista, tentando nela introduzir seu inferno socialista; enfim, até quando vamos continuar cegos diante de tanta luz que, sabemos, ainda existir?! Quantos nas ruas maltrapilhos riem a queimar uma droga, já na condição de escravos, enquanto outros dos seus choram por uma escravidão sem fim?! E, perante a tal praga, acreditem, esquerdas fazem festa, radicais e moderados, inclusive um sociólogo, até quando, caras pálidas?!
Na sequência do Post, um ligeiro relato da nossa iniciação no tabaco, abortada antes de nascer. Vejamos, pois, o interessante episódio. Um belo dia, meu irmão e eu, meninões cheios de imaginação e longe dos pais, quisemos fantasiar ou produzir, ali, uma cena de fumantes. Com a palha e o cabelo secos da espiga de milho, fantasiamos um cigarro a nos chamar à atenção pelo seu preparo, tinha até o “fumo”, feito com cabelo de milho. Lembro-me de tudo, acho que a gente queimava alguns gravetos, porque foi muito fácil encontrar um fogo para inflamar o cigarro. Neste instante, um vento mandou a fumaça aos meus olhos, insuportavelmente ardida, tornando impossível a continuação da brincadeira. Coisa que de fato nunca mais repetimos, a não ser um dos irmãos, ainda hoje fumante, que não estava naquele divertido momento, porém, providencial. Mas, pensando bem e de forma bem profunda: – “O prazer que as drogas proporcionam jamais será maior que a dor que elas causam” (L.G.M.); “Com as drogas, tentas fugir de alguns problemas, pouco sabendo que entraste no pior deles” (A.M.); “O viciado em drogas, antes de matar a si mesmo, ele mata a família” (F.Z.); “Um mundo com drogas é uma droga de mundo” (A.Z.). Logo abaixo, já para encerrar, após as reflexões em prosa sobre tão candente tema, um poeta irá reforçá-lo com seus brilhantes e oportunos versos, trazendo até nós:

Por: Jorge Linhaça (O Anjo das Letras)

A droga cega alma e mata o corpo
Chega mansinha, promete alegria
Vem na balada, na fala macia
Simula ser reto aquilo que é torto.

Aos poucos apaga a luz do seu dia
Quando percebe, o homem jaz morto
Pela escuridão, de todo absorto
Escravizado por tal tirania.

Cessam os risos, espalha-se o pranto
Na ânsia louca, cruel dependência
Turvos, os olhos perdem seu encanto.

Segue-se o crime, não há resistência
Mais uma dose, ali outro tanto
Esquece o homem sua consciência!

Então, vamos combinar. Quer dizer que ante a tamanha calamidade, que grassa por toda parte, nas casas e nas ruas, por mais que almejemos êxito, tudo continuará no plano do ideal, humanamente, irrealizável?! Mas, afinal, de onde emana tanta força maligna, a resistir esforços e tentativas?!


PS – Nós, por certo, temos de convir. Nos níveis de calamidade pública como se configuram o uso e o tráfico das drogas nós não estaríamos, houvesse a metade do empenho das campanhas anti-tabagistas levadas a efeito no mundo inteiro, com muita eficácia e visível resultado. Com campanhas de igual intensidade e igual engajamento educativo das massas, o uso das drogas ilícitas desceria a níveis toleráveis, semelhantes aos do tabagismo, um uso hoje de forma inibida e envergonhada. É certo, também, que enquanto o usuário da droga não sentir vergonha do que faz, pouco poderemos fazer para conter a epidemia. E como despertar-lhe o senso do pudor?! Alguma forma imaginativa no seu radar, a sugerir?!

MBT – Ano XXI (2020): Originário de 01/11/2014, um texto em reprise com vida nova!

. Ver em: [ RECEPÇÃO ] – Todos os Títulos Já Publicados.
Apresentação do Blog como produto, no Post: [Turismo Interno] – Sinta-se em casa!

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